“A Retoma Económica também passa pelo Relançamento do Turismo Residencial” é o tema que a APEMIP propõe discutir no Seminário Nacional.
O Gabinete de Estudos da APEMIP apresenta a caracterização do actual panorama imobiliário do Algarve e do país, introduzindo dinâmicas de análise tanto da óptica da Oferta, como da Procura, que permitirão identificar potencialidades do futuro turístico e imobiliário da região.
Nas palavras de Luís Carvalho Lima, Presidente da APEMIP, «é em momentos de crise, como o actual, que surgem oportunidades únicas de pensar o que se pretende no amanhã; o pólo de discussão do próximo dia 20 interessa por isso não só à mediação imobiliária mas também ao turismo, que muito tem a ganhar com a internacionalização da captação de investimento ao nível residencial no nosso país».
O Seminário Nacional que a Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) vai realizar-se amanhã, no Auditório Municipal de Lagoa.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: VI
Fatacil 2010 - 31ª Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa
Local: Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa, Portugal
Organização: FATASUL - Feiras e Exposições do Sul
Telefone: 282 353 453
Fax: 282 342 963
Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010
Dossier Turismo Residencial em Portugal
Turismo Residencial em Portugal
Turismo residencial, reabilitação urbana, estratégias para novos projectos imobiliários...
É expectável que o aumento da procura turístico-residencial decorra em função da recuperação económica, da disponibilidade de financiamento dos agentes económicos e do nível de atractividade do produto.
Turismo Residencial: Tendências actuais e perspectivas de futuro
Ao nível das tendências actuais do turísmo residencial em Portugal, a CB Richard Ellis e neoturis revelaram no seu último relatório, que se verifica um forte decréscimo do volume de vendas de unidades turistico-residenciais. Este decréscimo deve-se, essencialmente, à retracção nos últimos meses, de todos os mercados emissores, sem excepção.
CB Richard Ellis e neoturis divulgam estudo sobre Mercado Turístico e Residencial
O relatório de mercado turístico da CB Richard Ellis e da neoturis, lançado em Julho de 2010, revela que em 2009 Portugal, recebeu um total de 10,4 milhões de passageiros de voos internacionais, o que representa uma quebra de 5,4% em relação a 2008. Os decréscimos ocorreram em todos os tipos de voos, com perdas de 19 mil, 228 mil e 346 mil passageiros nos voos tradicionais, low-cost e charters.
Andrew Coutts: Turismo Residencial em Portugal
"O desenvolvimento do turismo residencial está historicamente, desde a década de 60, mais concentrado no Algarve e como tal é aqui que está concentrada a maior fatia de projectos resort e a maior fatia de investimento actual".
Conferência Turismo Residencial: 'Caminhos para sair da crise'
"O desenvolvimento do turismo residencial está historicamente, desde a década de 60, mais concentrado no Algarve e como tal é aqui que está concentrada a maior fatia de projectos resort e a maior fatia de investimento actual".
Press Association: 'Dar mais atenção aos pormenores...'
Portugal é um dos quatro destinos mais populares para se ter casa de férias. Quem o afirma são os especialistas da Press Association, citando dados do portal Rightmove, um espaço da internet dedicado à venda e ao arrendamento de imóveis.
Milhões de Euros de investimento em golfe no Oeste
Entre ampliações e novos campos, o golfe no Oeste não pára de crescer, atraindo investimentos complementares na hotelaria, turismo residencial e outras componentes. No concelho de Torres Vedras, o Campo de Golfe do Vimeiro, com nove buracos...
Eduardo Abreu: "Turismo residencial perdeu mil milhões entre 2002 e 2008"
O sector de turismo residencial perdeu cerca de mil milhões de euros em vendas entre 2002 e 2008, segundo a Neoturis. O motivo destas perdas deveu-se sobretudo à falta de oferta em resorts integrados neste período, disse Eduardo Abreu, partner da Neoturis
Mais notícias e artigos sobre Turismo Residencial em Portugal
Início | Partilhar no Facebook
Turismo residencial, reabilitação urbana, estratégias para novos projectos imobiliários...
É expectável que o aumento da procura turístico-residencial decorra em função da recuperação económica, da disponibilidade de financiamento dos agentes económicos e do nível de atractividade do produto.
Turismo Residencial: Tendências actuais e perspectivas de futuro
Ao nível das tendências actuais do turísmo residencial em Portugal, a CB Richard Ellis e neoturis revelaram no seu último relatório, que se verifica um forte decréscimo do volume de vendas de unidades turistico-residenciais. Este decréscimo deve-se, essencialmente, à retracção nos últimos meses, de todos os mercados emissores, sem excepção.
CB Richard Ellis e neoturis divulgam estudo sobre Mercado Turístico e Residencial
O relatório de mercado turístico da CB Richard Ellis e da neoturis, lançado em Julho de 2010, revela que em 2009 Portugal, recebeu um total de 10,4 milhões de passageiros de voos internacionais, o que representa uma quebra de 5,4% em relação a 2008. Os decréscimos ocorreram em todos os tipos de voos, com perdas de 19 mil, 228 mil e 346 mil passageiros nos voos tradicionais, low-cost e charters.
Andrew Coutts: Turismo Residencial em Portugal
"O desenvolvimento do turismo residencial está historicamente, desde a década de 60, mais concentrado no Algarve e como tal é aqui que está concentrada a maior fatia de projectos resort e a maior fatia de investimento actual".
Conferência Turismo Residencial: 'Caminhos para sair da crise'
"O desenvolvimento do turismo residencial está historicamente, desde a década de 60, mais concentrado no Algarve e como tal é aqui que está concentrada a maior fatia de projectos resort e a maior fatia de investimento actual".
Press Association: 'Dar mais atenção aos pormenores...'
Portugal é um dos quatro destinos mais populares para se ter casa de férias. Quem o afirma são os especialistas da Press Association, citando dados do portal Rightmove, um espaço da internet dedicado à venda e ao arrendamento de imóveis.
Milhões de Euros de investimento em golfe no Oeste
Entre ampliações e novos campos, o golfe no Oeste não pára de crescer, atraindo investimentos complementares na hotelaria, turismo residencial e outras componentes. No concelho de Torres Vedras, o Campo de Golfe do Vimeiro, com nove buracos...
Eduardo Abreu: "Turismo residencial perdeu mil milhões entre 2002 e 2008"
O sector de turismo residencial perdeu cerca de mil milhões de euros em vendas entre 2002 e 2008, segundo a Neoturis. O motivo destas perdas deveu-se sobretudo à falta de oferta em resorts integrados neste período, disse Eduardo Abreu, partner da Neoturis
Mais notícias e artigos sobre Turismo Residencial em Portugal
Início | Partilhar no Facebook
AICCOPN Celebra 118 Anos em Tempo de Grave Crise na Construção
Reis Campos salienta que o 1º semestre de 2010 foi dos piores de há memória no Sector. No momento em que celebra o seu 118.º aniversário, a AICCOPN – Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, está consciente do dever cumprido em defesa do sector da construção, mas revela-se preocupada com as fortes dificuldades que as empresas enfrentam.
Na verdade, o primeiro semestre do ano de 2010 foi, seguramente, um dos períodos mais difíceis de sempre para a Construção portuguesa.
De acordo com Reis Campos, Presidente da Associação, os últimos meses “não corresponderam minimamente às expectativas e necessidades de todos quantos trabalham e investem nesta actividade e, se não forem tomadas medidas com carácter de urgência, 2010 pode bem vir a ser o pior ano de que há registo”.
“Gostaríamos de poder festejar com outro ânimo os 118 anos da AICCOPN. Mas num tempo de dificuldades extremas para muitos dos nossos cerca de 8.500 associados, temos de acreditar que o futuro terá de ser melhor e continuar a trabalhar no sentido de garantir as condições necessárias para que a Construção volte a ser o motor da economia portuguesa”, refere o dirigente associativo, salientando que a crise do sector se prolonga há mais de oito anos e acumula já uma redução de 31% na sua produção, com o desaparecimento de 131 mil postos de trabalho directos.
Reis Campos lembra que a primeira metade de 2010 se traduziu em novas dificuldades para os construtores, já que à falta de obras e outros problemas, como é o caso dos constrangimentos de tesouraria e acesso ao crédito, da prática de preços anormalmente baixos, da generalização dos ajustes directos, dos atrasos nos pagamentos do Estado, da falta de apoios á habitação e à reabilitação urbana, da ineficácia da lei das rendas, se juntaram as restrições dos sucessivos PEC’s, com redução do investimento público e aumento da carga fiscal.
Defendendo que Portugal deve definir uma estratégia para ultrapassar a crise e traçar um novo rumo para o sector da construção e do imobiliário, estabelecendo prioridades e avançando rapidamente para a sua concretização, o Presidente da AICCOPN conclui, afirmando que “tal só será possível se avançarem investimentos de proximidade, como é o caso da renovação das escolas, hospitais, edifícios ligados à justiça e à segurança, a água e ambiente, as energias renováveis, a conservação e modernização das redes rodoviária e ferroviária, os portos, a logística e a reabilitação urbana. Áreas que podem captar investimento privado e apoios comunitários, que são intensivas em mão-de-obra e capazes de mobilizar empresas de todas as dimensões”.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Aiccopn
Licenciamento de fogos está nos níveis mais baixos de sempre
Fecicop divulga conjuntura da construção em Junho 2010
Mais notícias e artigos sobre Construção
Na verdade, o primeiro semestre do ano de 2010 foi, seguramente, um dos períodos mais difíceis de sempre para a Construção portuguesa.
De acordo com Reis Campos, Presidente da Associação, os últimos meses “não corresponderam minimamente às expectativas e necessidades de todos quantos trabalham e investem nesta actividade e, se não forem tomadas medidas com carácter de urgência, 2010 pode bem vir a ser o pior ano de que há registo”.
“Gostaríamos de poder festejar com outro ânimo os 118 anos da AICCOPN. Mas num tempo de dificuldades extremas para muitos dos nossos cerca de 8.500 associados, temos de acreditar que o futuro terá de ser melhor e continuar a trabalhar no sentido de garantir as condições necessárias para que a Construção volte a ser o motor da economia portuguesa”, refere o dirigente associativo, salientando que a crise do sector se prolonga há mais de oito anos e acumula já uma redução de 31% na sua produção, com o desaparecimento de 131 mil postos de trabalho directos.
Reis Campos lembra que a primeira metade de 2010 se traduziu em novas dificuldades para os construtores, já que à falta de obras e outros problemas, como é o caso dos constrangimentos de tesouraria e acesso ao crédito, da prática de preços anormalmente baixos, da generalização dos ajustes directos, dos atrasos nos pagamentos do Estado, da falta de apoios á habitação e à reabilitação urbana, da ineficácia da lei das rendas, se juntaram as restrições dos sucessivos PEC’s, com redução do investimento público e aumento da carga fiscal.
Defendendo que Portugal deve definir uma estratégia para ultrapassar a crise e traçar um novo rumo para o sector da construção e do imobiliário, estabelecendo prioridades e avançando rapidamente para a sua concretização, o Presidente da AICCOPN conclui, afirmando que “tal só será possível se avançarem investimentos de proximidade, como é o caso da renovação das escolas, hospitais, edifícios ligados à justiça e à segurança, a água e ambiente, as energias renováveis, a conservação e modernização das redes rodoviária e ferroviária, os portos, a logística e a reabilitação urbana. Áreas que podem captar investimento privado e apoios comunitários, que são intensivas em mão-de-obra e capazes de mobilizar empresas de todas as dimensões”.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Aiccopn
Licenciamento de fogos está nos níveis mais baixos de sempre
Fecicop divulga conjuntura da construção em Junho 2010
Mais notícias e artigos sobre Construção
Temas:
Construção
Euribor descem nos prazos mais curtos
As maturidades europeias recuaram hoje nos prazos mais curtos, ao contrário da taxa a 12 meses, que ficou inalterada. A Euribor a seis meses desceu para 1,153%, enquanto a taxa a três meses caiu para 0,898%. Já o prazo a 12 meses ficou inalterado nos 1,423%.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Temas:
Taxas Euribor
Valor dos fundos imobiliários sob gestão sobe 0,2% em julho
O valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário aumentou 0,2% em julho em relação ao mês anterior, somando 12.313,9 milhões de euros.
O valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário, dos fundos especiais de investimento imobiliário e dos fundos de gestão de património imobiliário aumentou 0,2% em julho face a junho, totalizando 12.313,9 milhões de euros.
Segundo os Indicadores de Síntese dos Fundos de Investimento Imobiliário, divulgados hoje pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), "o montante gerido pelos fundos de investimento imobiliário (FII) caiu 0,1% para 9.813,2 milhões de euros (contra 9823 milhões de euros em junho), o dos fundos especiais de investimento imobiliário (FEII) desceu 0,04%".
Já o valor sob gestão dos fundos de gestão de património imobiliários (FGPI) subiu 5,4% em julho face ao mês anterior.
União Europeia é principal destino
O principal destino dos investimentos em ativos imobiliários continuou a ser os países da União Europeia, representando 99,8% do investimento total.
"Os imóveis destinados aos serviços são o principal alvo das aplicações dos fundos, pesando 49% nas carteiras dos FII e dos FEII e 25,1% nas dos FGPI", de acordo com os Indicadores de Síntese dos Fundos de Investimento Imobiliário.
A Fundimo (14,7%), a ESAF - Espírito Santo Activos Financeiros (11,6%) e a Interfundos (10,4% mantiveram-se como as sociedades gestoras com maior quota de mercado.
O valor do Fundimo, que detém o montante sob gestão mais alto do mercado, caiu 0,1% face a junho, situando-se nos 1040,3 milhões de euros.
Em julho, foram constituídos os fundos "Belas Artes Reabilitação Urbana - FIIF", fundo de investimento imobiliário fechado gerido pela SGFI, e o "FIIF Atlântida", fundo de investimento imobiliário gerido pela Fund Box.
No mesmo mês foi liquidado o fundo de investimento imobiliário "FIIF Atlântida", gerido pela Fund Box.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Lusa
O valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário, dos fundos especiais de investimento imobiliário e dos fundos de gestão de património imobiliário aumentou 0,2% em julho face a junho, totalizando 12.313,9 milhões de euros.
Segundo os Indicadores de Síntese dos Fundos de Investimento Imobiliário, divulgados hoje pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), "o montante gerido pelos fundos de investimento imobiliário (FII) caiu 0,1% para 9.813,2 milhões de euros (contra 9823 milhões de euros em junho), o dos fundos especiais de investimento imobiliário (FEII) desceu 0,04%".
Já o valor sob gestão dos fundos de gestão de património imobiliários (FGPI) subiu 5,4% em julho face ao mês anterior.
União Europeia é principal destino
O principal destino dos investimentos em ativos imobiliários continuou a ser os países da União Europeia, representando 99,8% do investimento total.
"Os imóveis destinados aos serviços são o principal alvo das aplicações dos fundos, pesando 49% nas carteiras dos FII e dos FEII e 25,1% nas dos FGPI", de acordo com os Indicadores de Síntese dos Fundos de Investimento Imobiliário.
A Fundimo (14,7%), a ESAF - Espírito Santo Activos Financeiros (11,6%) e a Interfundos (10,4% mantiveram-se como as sociedades gestoras com maior quota de mercado.
O valor do Fundimo, que detém o montante sob gestão mais alto do mercado, caiu 0,1% face a junho, situando-se nos 1040,3 milhões de euros.
Em julho, foram constituídos os fundos "Belas Artes Reabilitação Urbana - FIIF", fundo de investimento imobiliário fechado gerido pela SGFI, e o "FIIF Atlântida", fundo de investimento imobiliário gerido pela Fund Box.
No mesmo mês foi liquidado o fundo de investimento imobiliário "FIIF Atlântida", gerido pela Fund Box.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Lusa
Temas:
Investimento Imobiliário
Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010
Euribor descem em todos os prazos, quatro meses depois
As maturidades europeias recuaram hoje em todos os prazos, uma notícia positiva para as famílias com crédito à habitação. A Euribor a seis meses, a mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação, desceu para 1,154%. Esta maturidade esteve a subir durante 54 sessões consecutivas e já não descia desde 27 de Maio. Já o prazo a 12 meses recuou para 1,423%, enquanto a taxa a três meses, a referência nos empréstimos às empresas, caiu para 0,899%.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Temas:
Taxas Euribor
Licenciamento de fogos está nos níveis mais baixos de sempre
Em Portugal e nos primeiros cinco meses do corrente ano, o número de fogos novos licenciados para habitação caiu 13,3% em termos homólogos, o que correspondeu a menos 1.627 fogos autorizados para construção do que no mesmo período de 2009 (10.611 e 12.238 fogos, respectivamente).
A manter-se esta quebra e de acordo com a AECOPS - Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços, no final do ano o número de fogos novos licenciados não ultrapassaria os 23.500, representando, de longe, o mínimo desta série anual iniciada pelo INE em 1994 e mesmo o valor mais baixo de que a AECOPS tem registo desde 1970.
Esta evolução é revelada pelos dados divulgados pela AECOPS na sua análise de conjuntura regional de Agosto, e comprova ainda as grandes dificuldades que o segmento da habitação atravessa no País, não permitindo antever qualquer possibilidade de recuperação da actividade residencial, pelo menos a curto prazo.
Até mais, vem reforçar e prolongar a crise no sector da Construção, que hoje apresenta fortes quebras na produção de todos os seus segmentos, inclusive no da engenharia civil que, nos últimos meses, tem sido fortemente castigado pelo corte dos investimentos públicos. Até Julho deste ano, o número global dos concursos adjudicados caiu 46,7% em termos homólogos, percentagem que desce para os 67,1% no que toca ao valor das adjudicações no mesmo período.
O número de concurso abertos até Julho último apresentou igual tendência de decréscimo (-33,7% em termos homólogos), não permitindo perspectivar, assim, qualquer melhoria ao nível do mercado das obras públicas, antes pelo contrário, aponta para uma agudização futura da crise.
Algarve e Alentejo mais penalizados
O Algarve e o Alentejo continuam a ser as regiões do País mais afectadas pela grave crise que o sector da Construção atravessa e que teima em permanecer, não só em resultado da recessão económica e dos cortes sucessivos no investimento público para conter o défice orçamental, mas também por falta da adopção de medidas governamentais de incentivo ao Sector, como a redução da burocracia, a alteração do regime de arrendamento urbano e o apoio à reabilitação do edificado.
Segundo os dados da AECOPS, nos primeiros cinco meses do corrente ano, o número de fogos novos licenciados para habitação no Algarve quedou-se pelos 760 (!) o que representa uma quebra de 40,5% face ao mesmo período de 2009, enquanto o número de obras adjudicadas desceu 62,9% até finais de Julho e em termos homólogos. A evolução respeitante ao valor das adjudicações vai na mesma direcção, ou seja, de queda abrupta da produção de obras públicas (-72% até Julho).
Face a esta evolução, não é de admirar que seja também no Algarve que o desemprego no Sector mais cresce (aumento homólogo de 47,8% no primeiro semestre, fixando-se a média nacional em 21,9%) e o número de empresas com alvará mais desce (-6,2% nos finais de Agosto e em termos anuais, contra -1,0% na generalidade do País).
É ainda no Algarve, onde os empresários do Sector se manifestam mais pessimistas quanto ao desempenho futuro das suas actividades, com o indicador de confiança a ficar pelos -68%, contra -52% da média nacional.
Já no que se refere ao Alentejo o licenciamento para habitação caiu mais de 27%, para 713 fogos nos primeiros cinco meses do ano e o valor das obras adjudicadas regista um recuo de 67% entre Janeiro e Julho de 2010.
Conjuntura Fecicop - Julho 2010 | Análise Conjuntura Regional AECOPS - Agosto 2010
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Aecops
Mais notícias e artigos sobre Construção
A manter-se esta quebra e de acordo com a AECOPS - Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços, no final do ano o número de fogos novos licenciados não ultrapassaria os 23.500, representando, de longe, o mínimo desta série anual iniciada pelo INE em 1994 e mesmo o valor mais baixo de que a AECOPS tem registo desde 1970.
Esta evolução é revelada pelos dados divulgados pela AECOPS na sua análise de conjuntura regional de Agosto, e comprova ainda as grandes dificuldades que o segmento da habitação atravessa no País, não permitindo antever qualquer possibilidade de recuperação da actividade residencial, pelo menos a curto prazo.
Até mais, vem reforçar e prolongar a crise no sector da Construção, que hoje apresenta fortes quebras na produção de todos os seus segmentos, inclusive no da engenharia civil que, nos últimos meses, tem sido fortemente castigado pelo corte dos investimentos públicos. Até Julho deste ano, o número global dos concursos adjudicados caiu 46,7% em termos homólogos, percentagem que desce para os 67,1% no que toca ao valor das adjudicações no mesmo período.
O número de concurso abertos até Julho último apresentou igual tendência de decréscimo (-33,7% em termos homólogos), não permitindo perspectivar, assim, qualquer melhoria ao nível do mercado das obras públicas, antes pelo contrário, aponta para uma agudização futura da crise.
Algarve e Alentejo mais penalizados
O Algarve e o Alentejo continuam a ser as regiões do País mais afectadas pela grave crise que o sector da Construção atravessa e que teima em permanecer, não só em resultado da recessão económica e dos cortes sucessivos no investimento público para conter o défice orçamental, mas também por falta da adopção de medidas governamentais de incentivo ao Sector, como a redução da burocracia, a alteração do regime de arrendamento urbano e o apoio à reabilitação do edificado.
Segundo os dados da AECOPS, nos primeiros cinco meses do corrente ano, o número de fogos novos licenciados para habitação no Algarve quedou-se pelos 760 (!) o que representa uma quebra de 40,5% face ao mesmo período de 2009, enquanto o número de obras adjudicadas desceu 62,9% até finais de Julho e em termos homólogos. A evolução respeitante ao valor das adjudicações vai na mesma direcção, ou seja, de queda abrupta da produção de obras públicas (-72% até Julho).
Face a esta evolução, não é de admirar que seja também no Algarve que o desemprego no Sector mais cresce (aumento homólogo de 47,8% no primeiro semestre, fixando-se a média nacional em 21,9%) e o número de empresas com alvará mais desce (-6,2% nos finais de Agosto e em termos anuais, contra -1,0% na generalidade do País).
É ainda no Algarve, onde os empresários do Sector se manifestam mais pessimistas quanto ao desempenho futuro das suas actividades, com o indicador de confiança a ficar pelos -68%, contra -52% da média nacional.
Já no que se refere ao Alentejo o licenciamento para habitação caiu mais de 27%, para 713 fogos nos primeiros cinco meses do ano e o valor das obras adjudicadas regista um recuo de 67% entre Janeiro e Julho de 2010.
Conjuntura Fecicop - Julho 2010 | Análise Conjuntura Regional AECOPS - Agosto 2010
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Aecops
Mais notícias e artigos sobre Construção
Temas:
Construção
Quarta-feira, 11 de Agosto de 2010
Procura de casas pode cair 80% em Portugal
Estudo conclui que o envelhecimento populacional terá um impacto negativo na procura de casas e fará descer os preços das habitações.
O envelhecimento dos portugueses pode fazer cair o preço das casas em cerca de 80%. A diminuição da procura e dos preços deverá ter efeitos já apartir de 2010. A conclusão é de um estudo publicado pelo Banco Internacional de Pagamentos, que mede os efeitos do envelhecimento populacional nos preços das habitações e segundo o qual Portugal é o país europeu que mais impacto sentirá na procura das casas com o envelhecimento.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
O envelhecimento dos portugueses pode fazer cair o preço das casas em cerca de 80%. A diminuição da procura e dos preços deverá ter efeitos já apartir de 2010. A conclusão é de um estudo publicado pelo Banco Internacional de Pagamentos, que mede os efeitos do envelhecimento populacional nos preços das habitações e segundo o qual Portugal é o país europeu que mais impacto sentirá na procura das casas com o envelhecimento.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
INE: Produção na Construção manteve tendência negativa
Em Junho de 2010 a produção na construção registou uma variação homóloga de -7,5%, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais à observada no período anterior.
A produção na Construção apresentou em Junho uma variação homóloga de -7,5%. Este resultado
foi inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à variação observada no período terminado em Maio.
Ambos os segmentos apresentaram variações homólogas mais negativas que as observadas no
anterior período, contrariando a ligeira melhoria observada nos dois meses anteriores.
A Construção de Edifícios apresentou uma variação homóloga de -11,5% (-11,2% em Maio) contribuindo com -5,6 p.p. para a variação do total do índice.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: INE
A produção na Construção apresentou em Junho uma variação homóloga de -7,5%. Este resultado
foi inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à variação observada no período terminado em Maio.
Ambos os segmentos apresentaram variações homólogas mais negativas que as observadas no
anterior período, contrariando a ligeira melhoria observada nos dois meses anteriores.
A Construção de Edifícios apresentou uma variação homóloga de -11,5% (-11,2% em Maio) contribuindo com -5,6 p.p. para a variação do total do índice.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: INE
Temas:
Construção
Luís Lima: 'Pão-de-ló autárquico bem doce'
O que deveras surpreende, no início deste 2010, é poder registar que o valor arrecadado pelo IMT (imposto municipal sobre transmissões imobiliárias onerosas), no primeiro trimestre do ano foi o mais elevado dos últimos cinco trimestres, correspondendo a um aumento de 1,11% relativamente aos valores do primeiro trimestre de 2009, segundo dados oficiais.
Em termos de receitas para os municípios, o valor do IMT neste primeiro trimestre de 2010 foi o mais elevado dos últimos 8 trimestres o que parece confirmar uma evolução positiva e até um dinamismo inequívoco do sector imobiliário português, apesar das sombras de incerteza que alguns teimam em lançar sobre a nossa realidade.
O Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT), herdeiro da antiga Sisa e resquício da dupla tributação que o Regulamento da Contribuição de Registo de 1899 preconizava, penaliza quem é proprietário, potenciando, numa tradição de séculos, a tributação do património muito para lá dos legítimos impostos decorrentes da posse e usufruto do património.
Mas esta tributação extra, em tempos justificada para compensar o Estado, sem as modernas possibilidades de cruzamentos de dados, das perdas resultantes de algumas fugas ao fisco, pode, pelo menos, funcionar – e funciona - como um barómetro do sector. Aproveite-se, neste contexto, este sinal.
O IMT ignora as actuais exigências de mobilidade das populações, obrigadas a uma grande flexibilidade, especialmente no trabalho, o que determina maior rotatividade na mudança de casa, mas ainda é, como se vê, o pão de muita autarquia ou, para ser rigoroso, o pão-de-ló, que é mais doce.
Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP
Publicado dia 7 de Agosto de 2010 no Expresso
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Apemip / Expresso
Luís Lima: 'Quando o mar bate na areia, quem não paga perde tudo'
Luís Lima: 'Todas as vozes unidas são poucas para recuperar a nossa economia'
Mais noticias e artigos de Opinião
Em termos de receitas para os municípios, o valor do IMT neste primeiro trimestre de 2010 foi o mais elevado dos últimos 8 trimestres o que parece confirmar uma evolução positiva e até um dinamismo inequívoco do sector imobiliário português, apesar das sombras de incerteza que alguns teimam em lançar sobre a nossa realidade.
O Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT), herdeiro da antiga Sisa e resquício da dupla tributação que o Regulamento da Contribuição de Registo de 1899 preconizava, penaliza quem é proprietário, potenciando, numa tradição de séculos, a tributação do património muito para lá dos legítimos impostos decorrentes da posse e usufruto do património.
Mas esta tributação extra, em tempos justificada para compensar o Estado, sem as modernas possibilidades de cruzamentos de dados, das perdas resultantes de algumas fugas ao fisco, pode, pelo menos, funcionar – e funciona - como um barómetro do sector. Aproveite-se, neste contexto, este sinal.
O IMT ignora as actuais exigências de mobilidade das populações, obrigadas a uma grande flexibilidade, especialmente no trabalho, o que determina maior rotatividade na mudança de casa, mas ainda é, como se vê, o pão de muita autarquia ou, para ser rigoroso, o pão-de-ló, que é mais doce.
Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP
Publicado dia 7 de Agosto de 2010 no Expresso
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Apemip / Expresso
Luís Lima: 'Quando o mar bate na areia, quem não paga perde tudo'
Luís Lima: 'Todas as vozes unidas são poucas para recuperar a nossa economia'
Mais noticias e artigos de Opinião
Terça-feira, 10 de Agosto de 2010
Euribor sobem nos prazos mais longos
As maturidades europeias subiram hoje nos prazos mais longos, ao contrário da taxa a 3 meses, que ficou inalterada. A Euribor a 6 meses subiu para 1,156%. Este indexante já não desce há 53 sessões. O prazo a 12 meses avançou, por seu turno, para 1,428%, enquanto a taxa a três meses permaneceu nos 0,904%.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Temas:
Taxas Euribor
Segunda-feira, 9 de Agosto de 2010
Frederico Borges de Castro: "A reabilitação urbana tem agora perspectivas futuras mais interessantes"
Frederico Borges de Castro, Director do Departamento de Avaliações da CBRE, perspectiva a evolução do mercado imobiliário no segundo semestre de 2010 e aponta tendências ao nível do turismo residencial, reabilitação urbana e estratégias para novos projectos imobiliários...
Quais as perspectivas para a evolução do mercado imobiliário no segundo semestre de 2010?”
O 2º semestre de 2009 conheceu o início da tão esperada recuperação do mercado imobiliário e foi quando claramente se notou algum retorno da confiança dos investidores, tanto a nível internacional como nacional.
O crescimento da confiança e a actividade do mercado nacional manteve-se no 1º trimestre de 2010, para em Abril, com a exposição do panorama económico financeiro de Portugal, o anúncio da implementação das medidas de austeridade e a comparação pela negativa do mercado nacional face a supostamente piores economias, algumas fora da zona euro, rapidamente inverter a tendência que se vivia.
É importante notar que o mercado nacional, com as suas diferenças, mostrou na última década um comportamento quase sempre semelhante ao dos outros países europeus, verificando-se agora pela primeira vez um desvio desse caminho. Com efeito, os mercados internacionais têm actualmente verificado uma recuperação na maioria dos sectores do imobiliário, com retoma do crescimento de rendas e compressão de yields.
A verdade, é que o interesse internacional por Portugal baixou no 2º trimestre e continuará baixo enquanto a memória perdurar ou melhores notícias sejam dadas, deixando-nos por enquanto entregues à “prata da casa”.
Ora, sendo clara a actual falta de liquidez dos particulares e das empresas nacionais associada à pouca procura e a alternativas de aplicação financeira aparentemente mais interessantes que o imobiliário, é de prever que o 2º semestre de 2010 seja uma continuação natural do verificado nos últimos meses, apesar de já se voltar a sentir um tímido optimismo que será o primeiro passo para o reinício da retoma que ganhará força nos últimos meses do ano e arrancará com mais determinação a partir de 2011 com eventual retorno do interesse estrangeiro.
A reabilitação urbana face ao actual quadro fiscal poderá ser um dos temas mais interessantes dos próximos tempos e a consultoria imobiliária será um dos serviços essenciais para o sucesso.
“Turismo residencial, reabilitação urbana, estratégias para novos projectos imobiliários... qual a ‘visão’ da CBRE para estes tópicos?”
Turismo residencial
Continua-se a verificar uma queda do volume de vendas de unidades turistico-residenciais. Esta queda é resultado da retracção de todos os mercados emissores, sem excepção e faz-se notar já desde 2008 com agravamento consecutivo em 2009 e 2010.
É expectável que o aumento da procura turístico-residencial decorra em função da recuperação económica, da disponibilidade de financiamento dos agentes económicos e do nível de atractividade do produto.
Apesar da elevada incerteza quanto à forma e ao modo como a recuperação económica irá ocorrer, é possível perspectivar dois momentos distintos: (1) entre 2010 e 2015 caracterizada por oscilações, falta de confiança dos consumidores, maiores níveis de especulação, entre outros; e (2) a partir de 2015, marcado por um novo ciclo de crescimento, mais controlado e resistente à especulação.
São também esperadas diversas alterações no perfil de consumo da procura, que deverá estar cada vez mais informada, prudente, com preferência por destinos mais próximos, acessíveis e por destinos e produtos ambientalmente sustentáveis, entre outras características.
Reabilitação Urbana
A reabilitação urbana tem agora perspectivas futuras mais interessantes.
O novo regime é mais abrangente e mais bem estruturado do que o anterior e dá mais poderes aos municípios e em geral, às entidades gestoras da áreas de reabilitação urbana.
O regime estabelece agora também soluções com vista ao aceleramento dos processos de licenciamento urbanístico nas áreas de reabilitação urbana, promove uma maior e melhor articulação entre o público e o privado, valorizando soluções de parceria público-privada e organiza um conjunto de instrumentos de política urbanística, nomeadamente o arrendamento forçado, a expropriação e a venda forçada (muito contestada pelos senhorios), que certamente contribuirão para a efectiva realização de operações de reabilitação urbana.
Uma outra vantagem reside na possibilidade de criação futura de um conjunto de mecanismos de financiamento, os quais, se complementados com os incentivos fiscais à reabilitação urbana, constituirão sem dúvida um factor motivador para o desenvolvimento de operações de reabilitação urbana.
Estratégias para os novos projectos imobiliários
Vivemos uma época de grandes incertezas e onde cada vez há mais prudência no mercado.
Com um desequilibro notório entre a procura e a oferta, as novas estratégias passarão principalmente por adequar a oferta às exigências da procura tentando assim captar o maior número de clientes possível. Essa adequação pode assumir diversas formas, seja em termos arquitectónicos, qualidade construtiva e equipamentos extra, como também, em facilidades de pagamento, apoio no financiamento, etc.
As estratégias a definir para os novos projectos imobiliários, seja elas quais forem, passarão cada vez mais pela contratação de serviços na área da consultoria como forma de se assumir menos riscos e melhor orientar o produto, minimizando simultaneamente as perdas. É já hoje uma realidade um promotor contratar uma empresa de consultoria para obter indicações sobre quais os pavimentos que deve utilizar, quais as tipologias a construir ou qual a forma de comercialização a recorrer.
O futuro aponta assim para estratégias cada vez mais estudadas e desenvolvidas em conjunto com empresas especializadas.
Início | Partilhar no Facebook
CBRE: Mercado industrial e logistico com níveis de absorção a subir
Turismo Residencial: Tendências actuais e perspectivas de futuro
CBRE: 'Arrendamento é alternativa de habitação para portugueses'
Mais noticias e artigos de Opinião
Quais as perspectivas para a evolução do mercado imobiliário no segundo semestre de 2010?”
O 2º semestre de 2009 conheceu o início da tão esperada recuperação do mercado imobiliário e foi quando claramente se notou algum retorno da confiança dos investidores, tanto a nível internacional como nacional.
O crescimento da confiança e a actividade do mercado nacional manteve-se no 1º trimestre de 2010, para em Abril, com a exposição do panorama económico financeiro de Portugal, o anúncio da implementação das medidas de austeridade e a comparação pela negativa do mercado nacional face a supostamente piores economias, algumas fora da zona euro, rapidamente inverter a tendência que se vivia.
É importante notar que o mercado nacional, com as suas diferenças, mostrou na última década um comportamento quase sempre semelhante ao dos outros países europeus, verificando-se agora pela primeira vez um desvio desse caminho. Com efeito, os mercados internacionais têm actualmente verificado uma recuperação na maioria dos sectores do imobiliário, com retoma do crescimento de rendas e compressão de yields.
A verdade, é que o interesse internacional por Portugal baixou no 2º trimestre e continuará baixo enquanto a memória perdurar ou melhores notícias sejam dadas, deixando-nos por enquanto entregues à “prata da casa”.
Ora, sendo clara a actual falta de liquidez dos particulares e das empresas nacionais associada à pouca procura e a alternativas de aplicação financeira aparentemente mais interessantes que o imobiliário, é de prever que o 2º semestre de 2010 seja uma continuação natural do verificado nos últimos meses, apesar de já se voltar a sentir um tímido optimismo que será o primeiro passo para o reinício da retoma que ganhará força nos últimos meses do ano e arrancará com mais determinação a partir de 2011 com eventual retorno do interesse estrangeiro.
A reabilitação urbana face ao actual quadro fiscal poderá ser um dos temas mais interessantes dos próximos tempos e a consultoria imobiliária será um dos serviços essenciais para o sucesso.
“Turismo residencial, reabilitação urbana, estratégias para novos projectos imobiliários... qual a ‘visão’ da CBRE para estes tópicos?”
Turismo residencial
Continua-se a verificar uma queda do volume de vendas de unidades turistico-residenciais. Esta queda é resultado da retracção de todos os mercados emissores, sem excepção e faz-se notar já desde 2008 com agravamento consecutivo em 2009 e 2010.
É expectável que o aumento da procura turístico-residencial decorra em função da recuperação económica, da disponibilidade de financiamento dos agentes económicos e do nível de atractividade do produto.
Apesar da elevada incerteza quanto à forma e ao modo como a recuperação económica irá ocorrer, é possível perspectivar dois momentos distintos: (1) entre 2010 e 2015 caracterizada por oscilações, falta de confiança dos consumidores, maiores níveis de especulação, entre outros; e (2) a partir de 2015, marcado por um novo ciclo de crescimento, mais controlado e resistente à especulação.
São também esperadas diversas alterações no perfil de consumo da procura, que deverá estar cada vez mais informada, prudente, com preferência por destinos mais próximos, acessíveis e por destinos e produtos ambientalmente sustentáveis, entre outras características.
Reabilitação Urbana
A reabilitação urbana tem agora perspectivas futuras mais interessantes.
O novo regime é mais abrangente e mais bem estruturado do que o anterior e dá mais poderes aos municípios e em geral, às entidades gestoras da áreas de reabilitação urbana.
O regime estabelece agora também soluções com vista ao aceleramento dos processos de licenciamento urbanístico nas áreas de reabilitação urbana, promove uma maior e melhor articulação entre o público e o privado, valorizando soluções de parceria público-privada e organiza um conjunto de instrumentos de política urbanística, nomeadamente o arrendamento forçado, a expropriação e a venda forçada (muito contestada pelos senhorios), que certamente contribuirão para a efectiva realização de operações de reabilitação urbana.
Uma outra vantagem reside na possibilidade de criação futura de um conjunto de mecanismos de financiamento, os quais, se complementados com os incentivos fiscais à reabilitação urbana, constituirão sem dúvida um factor motivador para o desenvolvimento de operações de reabilitação urbana.
Estratégias para os novos projectos imobiliários
Vivemos uma época de grandes incertezas e onde cada vez há mais prudência no mercado.
Com um desequilibro notório entre a procura e a oferta, as novas estratégias passarão principalmente por adequar a oferta às exigências da procura tentando assim captar o maior número de clientes possível. Essa adequação pode assumir diversas formas, seja em termos arquitectónicos, qualidade construtiva e equipamentos extra, como também, em facilidades de pagamento, apoio no financiamento, etc.
As estratégias a definir para os novos projectos imobiliários, seja elas quais forem, passarão cada vez mais pela contratação de serviços na área da consultoria como forma de se assumir menos riscos e melhor orientar o produto, minimizando simultaneamente as perdas. É já hoje uma realidade um promotor contratar uma empresa de consultoria para obter indicações sobre quais os pavimentos que deve utilizar, quais as tipologias a construir ou qual a forma de comercialização a recorrer.
O futuro aponta assim para estratégias cada vez mais estudadas e desenvolvidas em conjunto com empresas especializadas.
Início | Partilhar no Facebook
CBRE: Mercado industrial e logistico com níveis de absorção a subir
Turismo Residencial: Tendências actuais e perspectivas de futuro
CBRE: 'Arrendamento é alternativa de habitação para portugueses'
Mais noticias e artigos de Opinião
Anthony Lanier apresenta Príncipe Real Urban Project
Com o Príncipe Real Urban Project, o empresário americano Anthony Lanier aposta não apenas na requalificação de edifícios históricos mas principalmente numa forma contemporânea de viver a cidade, onde o luxo, a cultura e a tradição conviverão lado a lado.
Nascido no Brasil, educado na Áustria, casado com uma portuguesa e residente nos EUA, o empresário Anthony Lanier, presidente da Eastbanc, tem uma visão muito peculiar do que é um empreendimento imobiliário em qualquer lugar do mundo.
"A minha ideia é criar um brand, trazer valor para os empreendimentos. E é o ambiente que dá valor. Para o Príncipe Real quero trazer a ideia da cidade vivida de volta, a ideia de aldeia, de lugar de encontro numa sociedade global", diz Lanier, que desde 2007 tem em mãos um projecto revolucionário para esta área de Lisboa - o Príncipe Real Urban Project.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DN
Nascido no Brasil, educado na Áustria, casado com uma portuguesa e residente nos EUA, o empresário Anthony Lanier, presidente da Eastbanc, tem uma visão muito peculiar do que é um empreendimento imobiliário em qualquer lugar do mundo.
"A minha ideia é criar um brand, trazer valor para os empreendimentos. E é o ambiente que dá valor. Para o Príncipe Real quero trazer a ideia da cidade vivida de volta, a ideia de aldeia, de lugar de encontro numa sociedade global", diz Lanier, que desde 2007 tem em mãos um projecto revolucionário para esta área de Lisboa - o Príncipe Real Urban Project.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DN
Temas:
Reabilitação
Custos de construção de habitação nova sobe 0.1 pontos
A taxa de variação homóloga do índice de custos de construção de habitação nova no Continente fixou-se em 2,5% no mês de Junho, aumentando 0,1 pontos percentuais, marginalmente superior ao observado em Maio (2,4%).
Este comportamento foi determinado pelo acréscimo, face a Maio, de 0,1 p.p. da taxa de variação homóloga da componente Materiais, que se fixou em 1,1%, enquanto a componente Mão-de-Obra estabilizou em 3,6%.
A taxa de variação média anual foi superior em 0,4 p.p. à registada em Maio, situando-se em 0,2%. Por tipo de construção, as taxas de variação homóloga dos índices relativos a Apartamentos e a Moradias, arredondadas à décima, mantiveram-se inalteradas face a Maio, situando-se em 2,4% e em 2,6%, respectivamente.
O índice de preços de manutenção e reparação regular da habitação no Continente registou uma taxa de variação homóloga de 0,9%, mais 0,3 pontos percentuais que a taxa observada em Maio.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: INE
Este comportamento foi determinado pelo acréscimo, face a Maio, de 0,1 p.p. da taxa de variação homóloga da componente Materiais, que se fixou em 1,1%, enquanto a componente Mão-de-Obra estabilizou em 3,6%.
A taxa de variação média anual foi superior em 0,4 p.p. à registada em Maio, situando-se em 0,2%. Por tipo de construção, as taxas de variação homóloga dos índices relativos a Apartamentos e a Moradias, arredondadas à décima, mantiveram-se inalteradas face a Maio, situando-se em 2,4% e em 2,6%, respectivamente.
O índice de preços de manutenção e reparação regular da habitação no Continente registou uma taxa de variação homóloga de 0,9%, mais 0,3 pontos percentuais que a taxa observada em Maio.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: INE
Temas:
Construção
Herdade da Comporta tem novo condomínio de luxo
O projecto Casas da Encosta prevê 51 lotes de terreno com um preço, em média, de 625 mil euros. Passar férias na reservada zona costeira da Comporta está na moda, mas arranjar um sítio para ficar não é fácil. Há pouca oferta imobiliária e turística e a construção de casas é limitada. Essas dificuldades, contudo, estão prestes a mudar.
O primeiro projecto residencial da Herdade da Comporta, do Grupo Espírito Santo, já está à venda: chama-se Casas da Encosta e envolve "51 lotes de terreno, com áreas médias de 2.500 metros quadrados", confirmou ao Diário Económico um dos administradores da Herdade da Comporta.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
O primeiro projecto residencial da Herdade da Comporta, do Grupo Espírito Santo, já está à venda: chama-se Casas da Encosta e envolve "51 lotes de terreno, com áreas médias de 2.500 metros quadrados", confirmou ao Diário Económico um dos administradores da Herdade da Comporta.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Temas:
Empreendimentos
Euribor a 3 e 12 meses interrompem ciclo de subida
As taxas Euribor a 3 e 12 meses interromperam hoje o ciclo de subidas das últimas semanas, recuando 0,001 pontos. Segundo o fixing diário da Federação Europeia de Bancos, a taxa a três meses diminuiu para 0,904%. A Euribor a 12 meses recuou também 0,001 pontos, para 1,427%, mas a taxa a seis meses continuou a subir, avançando 0,001 pontos, para 1,155%.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: OJE
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: OJE
Temas:
Taxas Euribor
CBRE: Mercado industrial e logistico com níveis de absorção a subir
O relatório de mercado industrial e logística da consultora imobiliária CB Richard Ellis, lançado em Agosto de 2010, revela que apesar da quebra geral dos níveis de investimento ter sido transversal a todos os segmentos do imobiliário ao longo do último ano e meio, o sector industrial e logístico manteve o interesse por parte dos investidores, uma tendência que tem ganho maior expressão, não só a nível europeu, mas também em Portugal.
Mercado Industrial
O ano de 2009 ficou marcado pela continuidade da incerteza nos mercados internacionais, bem como pela revelação de valores excessivos da dívida pública de alguns países europeus. O Governo Português criou um Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) que contém medidas de combate ao deficit, forçando o aumento de impostos.
Segundo o relatório, a CB Richard Ellis estima que no final de 2009 o stock* de armazéns e de logística na Grande Lisboa era de aproximadamente 2,9 milhões de m², concentrado em 6 zonas. O que face a 2008 significa um aumento do stock novo concluído de quase 175.000 m², representando um aumento na ordem dos 27%. Dos espaços de armazéns e logística é importante destacar o Log Place na Azambuja que apresenta uma área de construção de 75.000 m².
A oferta disponível do mercado na Grande Lisboa era cerca de 314.000 m², o que quando comparado com 2008 representa um aumento de 16%. Este aumento da área disponível deveu-se ao aumento da construção especulativa de grandes complexos logísticos em 2009. No entanto, para 2010, mantém-se a tendência de construção “chave na mão”, fazendo prever que no próximo ano a disponibilidade global do mercado tenderá a diminuir.
A absorção bruta no mercado de armazéns e de logística em 2009 rondou os 220.000 m², o que representou um aumentou de 38%, face a 2008. Para 2010 a procura de espaços de armazéns e de logística deverá manter os níveis de 2009, com tendência de concentração de negócio num espaço único, por parte dos grandes operadores.
No decorrer de 2009 assistiu-se a uma ligeira descida nas rendas prime no mercado da grande Lisboa. No geral, quando comparado com as rendas praticadas emDezembro de 2008 e emDezembro de 2009, registou-se a uma diminuição nos valores praticados no mercado em quase todas as zonas.
A zona de Loures - Vialonga sofreu a maior desvalorização de todo o mercado da grande Lisboa no final de 2009, em que a renda prime situou-se nos 5€/m²/mês, o que representa uma quebra na ordem dos 17% face a 2008.
No final de 2009 a taxa de capitalização bruta prime para o sector industrial foi de 8%, evidenciando um ligeiro aumento, de 50 pontos base relativamente ao período homólogo de 2008.
De acordo com o índice IPD / Imométrica, em 2009 o sector industrial devolveu retornos aos investidores na ordem dos 3,8%, ou seja, de todos os sectores analisados pelo índice apenas o sector “outros”* devolveu retornos superiores ao sector da indústria. O índice também revela que os retornos anualizados a 3 e 5 anos para o sector da indústria foram de 6,3% e 6,6% respectivamente.
Devido ao maior dinamismo na procura de imóveis para investimento que o sector está a revelar, é expectável que em 2010 se assista a uma ligeira descida nas taxas de capitalização bruta prime.
Para Bruno Mascarenhas, Consultor Sénior de Agência Industrial e Logística, “Apesar da conjuntura económica desfavorável, registamos com optimismo que este sector de actividade tem vindo a apresentar resultados positivos, quer na vertente de promoção, quer na vertente do investimento. Esta tendência deverá manter-se nos próximos anos.”
*imóveis com área superior a 1.000 m2 e de qualidade média ou alta
MIB Industrial e Logística - Agosto 2010 (versão integral)
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: CB Richard Ellis
CBRE regista subida nas rendas de escritórios no mercado europeu
Turismo Residencial: Tendências actuais e perspectivas de futuro
Mercado Industrial
O ano de 2009 ficou marcado pela continuidade da incerteza nos mercados internacionais, bem como pela revelação de valores excessivos da dívida pública de alguns países europeus. O Governo Português criou um Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) que contém medidas de combate ao deficit, forçando o aumento de impostos.
Segundo o relatório, a CB Richard Ellis estima que no final de 2009 o stock* de armazéns e de logística na Grande Lisboa era de aproximadamente 2,9 milhões de m², concentrado em 6 zonas. O que face a 2008 significa um aumento do stock novo concluído de quase 175.000 m², representando um aumento na ordem dos 27%. Dos espaços de armazéns e logística é importante destacar o Log Place na Azambuja que apresenta uma área de construção de 75.000 m².
A oferta disponível do mercado na Grande Lisboa era cerca de 314.000 m², o que quando comparado com 2008 representa um aumento de 16%. Este aumento da área disponível deveu-se ao aumento da construção especulativa de grandes complexos logísticos em 2009. No entanto, para 2010, mantém-se a tendência de construção “chave na mão”, fazendo prever que no próximo ano a disponibilidade global do mercado tenderá a diminuir.
A absorção bruta no mercado de armazéns e de logística em 2009 rondou os 220.000 m², o que representou um aumentou de 38%, face a 2008. Para 2010 a procura de espaços de armazéns e de logística deverá manter os níveis de 2009, com tendência de concentração de negócio num espaço único, por parte dos grandes operadores.
No decorrer de 2009 assistiu-se a uma ligeira descida nas rendas prime no mercado da grande Lisboa. No geral, quando comparado com as rendas praticadas emDezembro de 2008 e emDezembro de 2009, registou-se a uma diminuição nos valores praticados no mercado em quase todas as zonas.
A zona de Loures - Vialonga sofreu a maior desvalorização de todo o mercado da grande Lisboa no final de 2009, em que a renda prime situou-se nos 5€/m²/mês, o que representa uma quebra na ordem dos 17% face a 2008.
No final de 2009 a taxa de capitalização bruta prime para o sector industrial foi de 8%, evidenciando um ligeiro aumento, de 50 pontos base relativamente ao período homólogo de 2008.
De acordo com o índice IPD / Imométrica, em 2009 o sector industrial devolveu retornos aos investidores na ordem dos 3,8%, ou seja, de todos os sectores analisados pelo índice apenas o sector “outros”* devolveu retornos superiores ao sector da indústria. O índice também revela que os retornos anualizados a 3 e 5 anos para o sector da indústria foram de 6,3% e 6,6% respectivamente.
Devido ao maior dinamismo na procura de imóveis para investimento que o sector está a revelar, é expectável que em 2010 se assista a uma ligeira descida nas taxas de capitalização bruta prime.
Para Bruno Mascarenhas, Consultor Sénior de Agência Industrial e Logística, “Apesar da conjuntura económica desfavorável, registamos com optimismo que este sector de actividade tem vindo a apresentar resultados positivos, quer na vertente de promoção, quer na vertente do investimento. Esta tendência deverá manter-se nos próximos anos.”
*imóveis com área superior a 1.000 m2 e de qualidade média ou alta
MIB Industrial e Logística - Agosto 2010 (versão integral)
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: CB Richard Ellis
CBRE regista subida nas rendas de escritórios no mercado europeu
Turismo Residencial: Tendências actuais e perspectivas de futuro
Temas:
Turismo Residencial
Sexta-feira, 6 de Agosto de 2010
Cavalo Preto-Luxury Beach Resort inaugurado amanhã
O Grupo Mateus inaugura amanhã o Cavalo Preto-Luxury Beach Resort, um condomínio habitacional a 100 metros da praia do Cavalo Preto, onde se investiram 10 milhões de euros, e cuja maioria dos apartamentos estão vendidos a russos.
"É um condomínio fechado onde criámos um conceito de home resort (casa resort), edificado à beira mar, e onde os 72 apartamentos têm vista para o mar", explica Rui Duarte, advogado que representa o Grupo Mateus.
O empreendimento, localizado na região do Algarve conhecida por "triângulo dourado", entre Vale do Lobo, Quinta do Lago e Vilamoura, é inaugurado sexta-feira às 20:30.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: OJE
Empreendimentos no Algarve
Empreendimentos em Vilamoura, Albufeira, Tavira, Cabanas de Tavira, Carvoeiro
Empreendimentos no Barlavento Algarvio: Carvoeiro, Portimão e Lagos
"É um condomínio fechado onde criámos um conceito de home resort (casa resort), edificado à beira mar, e onde os 72 apartamentos têm vista para o mar", explica Rui Duarte, advogado que representa o Grupo Mateus.
O empreendimento, localizado na região do Algarve conhecida por "triângulo dourado", entre Vale do Lobo, Quinta do Lago e Vilamoura, é inaugurado sexta-feira às 20:30.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: OJE
Empreendimentos no Algarve
Empreendimentos em Vilamoura, Albufeira, Tavira, Cabanas de Tavira, Carvoeiro
Empreendimentos no Barlavento Algarvio: Carvoeiro, Portimão e Lagos
Temas:
Empreendimentos
Seminário Nacional da APEMIP realiza-se na Fatacil
O Seminário Nacional que a Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) vai realizar dia 20 de Agosto, no Auditório Municipal de Lagoa, no âmbito da grande feira do Algarve, FATACIL.
“A Retoma Económica também passa pelo Relançamento do Turismo Residencial” é o tema proposto pela APEMIP num Seminário Nacional que conta ainda com uma intervenção do Gabinete de Estudos da APEMIP, a quem caberá uma caracterização do actual panorama imobiliário do Algarve e do país, introduzindo dinâmicas de análise tanto da óptica da Oferta, como da Procura, que permitirão identificar potencialidades do futuro turístico e imobiliário da região.
Nas palavras de Luís Carvalho Lima, Presidente da APEMIP, «é em momentos de crise, como o actual, que surgem oportunidades únicas de pensar o que se pretende no amanhã; o pólo de discussão do próximo dia 20 interessa por isso não só à mediação imobiliária mas também ao turismo, que muito tem a ganhar com a internacionalização da captação de investimento ao nível residencial no nosso país».
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: VI
Fatacil 2010 - 31ª Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa
Local: Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa, Portugal
Organização: FATASUL - Feiras e Exposições do Sul
Telefone: 282 353 453
Fax: 282 342 963
“A Retoma Económica também passa pelo Relançamento do Turismo Residencial” é o tema proposto pela APEMIP num Seminário Nacional que conta ainda com uma intervenção do Gabinete de Estudos da APEMIP, a quem caberá uma caracterização do actual panorama imobiliário do Algarve e do país, introduzindo dinâmicas de análise tanto da óptica da Oferta, como da Procura, que permitirão identificar potencialidades do futuro turístico e imobiliário da região.
Nas palavras de Luís Carvalho Lima, Presidente da APEMIP, «é em momentos de crise, como o actual, que surgem oportunidades únicas de pensar o que se pretende no amanhã; o pólo de discussão do próximo dia 20 interessa por isso não só à mediação imobiliária mas também ao turismo, que muito tem a ganhar com a internacionalização da captação de investimento ao nível residencial no nosso país».
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: VI
Fatacil 2010 - 31ª Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa
Local: Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa, Portugal
Organização: FATASUL - Feiras e Exposições do Sul
Telefone: 282 353 453
Fax: 282 342 963
Temas:
Eventos,
Turismo Residencial
Quinta-feira, 5 de Agosto de 2010
BCE mantém juro no mínimo histórico pelo 15º mês consecutivo
O BCE decidiu manter a taxa de juro de referência para a Zona Euro em 1%, nível em que se encontra desde Maio de 2009. Esta decisão já era esperada pelos economistas consultados pela Bloomberg. A maioria dos economistas prevêem que a taxa de juro da Zona Euro só será alterada no final do primeiro semestre do próximo ano.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: JdN
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: JdN
InCI prorroga prazo para a comunicação das transacções imobiliárias
O InCI comunicou esta semana que "considerando que o prazo para a comunicação das transacções imobiliárias realizadas no 1º semestre de 2010, coincidiu com a obrigatoriedade das mesmas serem autenticadas electronicamente através de certificado digital qualificado, o prazo da comunicação das transacções imobiliárias realizadas é prorrogado até 30 de Setembro do corrente ano".
As declarações em causa estão previstas no diploma que estabelece medidas de combate ao branqueamento de capitais e, segundo o Regulamento nº 79/2010, que entrou em vigor na generalidade no passado dia 8 de Fevereiro, as comunicações obrigatórias passam a efectuar-se exclusivamente por transmissão electrónica de dados para o InCI, através do sítio na Internet com o endereço http://www.inci.pt/, mediante a utilização dos formulários disponibilizados nas respectivas áreas restritas.
As comunicações apresentadas por qualquer outra via que não a electrónica serão consideradas como não efectuadas, assim como o não preenchimento, preenchimento incompleto ou preenchimento deficiente dos campos dos formulários assinalados como obrigatórios. E só são consideradas validamente submetidas após a emissão de um comprovativo electrónico que indique a data e a hora em que a comunicação foi concluída.
Para acederem à área restrita do site do InCI, as empresas devem encontrar-se registadas por via electrónica. Caso as comunicações tenham de ser instruídas com documentos, estes devem ser digitalizados de forma entendível e enviados através dos mecanismos existentes nos formulários electrónicos.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: InCI
InCI: Mais de 1.900 construtoras perderam alvará este ano
InCI: Exame de Capacidade Profissional no próximo sábado
As declarações em causa estão previstas no diploma que estabelece medidas de combate ao branqueamento de capitais e, segundo o Regulamento nº 79/2010, que entrou em vigor na generalidade no passado dia 8 de Fevereiro, as comunicações obrigatórias passam a efectuar-se exclusivamente por transmissão electrónica de dados para o InCI, através do sítio na Internet com o endereço http://www.inci.pt/, mediante a utilização dos formulários disponibilizados nas respectivas áreas restritas.
As comunicações apresentadas por qualquer outra via que não a electrónica serão consideradas como não efectuadas, assim como o não preenchimento, preenchimento incompleto ou preenchimento deficiente dos campos dos formulários assinalados como obrigatórios. E só são consideradas validamente submetidas após a emissão de um comprovativo electrónico que indique a data e a hora em que a comunicação foi concluída.
Para acederem à área restrita do site do InCI, as empresas devem encontrar-se registadas por via electrónica. Caso as comunicações tenham de ser instruídas com documentos, estes devem ser digitalizados de forma entendível e enviados através dos mecanismos existentes nos formulários electrónicos.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: InCI
InCI: Mais de 1.900 construtoras perderam alvará este ano
InCI: Exame de Capacidade Profissional no próximo sábado
Real Living cresce 36% no primeiro semestre de 2010
Nos primeiros seis meses de 2010, a rede de mediação imobiliária Real Living registou um crescimento de 36% do volume de negócios, em relação ao período homólogo de 2009, quando a empresa ainda funcionava sob a marca GMAC. A força de vendas também cresceu 11%. Em Portugal, a rede conta, actualmente, com 13 agências em funcionamento no Algarve, Grande Lisboa, Madeira e Açores.Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Real Living
Carteira de Imóveis da Real Living | Rede de Lojas
Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010
Negócios Imobiliários
Worx coloca X-Trade no Atrium Saldanha
A Worx foi a consultora imobiliária responsável pela colocação da X-Trade no Atrium Saldanha, localizado no centro de Lisboa. Refira-se ainda que durante o primeiro semestre de 2010, a Worx esteve envolvida em aproximadamente 1.800 m² de arrendamento no Atrium Saldanha.
Abacus Savills Porto realiza maior operação imobiliária do ramo logístico em 2010
O Departamento Industrial da Abacus Savills no Porto, promoveu uma das maiores operações logísticas do corrente ano, com o arrendamento de um imóvel localizado na zona industrial da Maia com uma área de 6.530m2 de armazém, 1.040m2 de escritórios e 8.477m2 de logradouro, numa única transacção com a empresa Gefco Portugal – Transitários Lda., que passou a ocupar a totalidade mesmo.
High Street fecha com a Cemusa para o Edifício Open
A High Street foi a responsável pelo arrendamento das novas instalações da Cemusa, no Edifício Open. Esta empresa, dedicada à comercialização de espaços publicitários em mobiliário urbano, posicionados em grandes centros urbanos, na sua maioria em abrigos de paragens de autocarro e muppis na via pública, arrendou 436 m² para os seus escritórios em Lisboa. Com esta operação a High Street garantiu uma taxa de ocupação quase de 100% do Edifício Open, existindo actualmente apenas uma fracção de 302m² para arrendamento.
Martifer vende Gran Plaza por 44,3 milhões de euros
A empresa Martifer anunciou ontem a venda do centro comercial Tavira Gran-Plaza à empresa Estia, pelo valor total de 44,3 milhões de euros. A Martifer, que detinha 100% do empreendimento através da sua participada Martifer Gestão de Investimento, SA, destaca que esta venda “se encontra em linha com a estratégia anunciada de desinvestimento em activos imobiliários e focalização nas suas actividades «core»”. O Tavira Gran-Plaza localiza-se dentro do limite urbano da cidade de Tavira, no Algarve, foi inaugurado em 2009 e conta com 103 lojas.
Início | Partilhar no Facebook | Fontes: Abacus Savills, Worx, VI e Região Sul
A Worx foi a consultora imobiliária responsável pela colocação da X-Trade no Atrium Saldanha, localizado no centro de Lisboa. Refira-se ainda que durante o primeiro semestre de 2010, a Worx esteve envolvida em aproximadamente 1.800 m² de arrendamento no Atrium Saldanha.
Abacus Savills Porto realiza maior operação imobiliária do ramo logístico em 2010
O Departamento Industrial da Abacus Savills no Porto, promoveu uma das maiores operações logísticas do corrente ano, com o arrendamento de um imóvel localizado na zona industrial da Maia com uma área de 6.530m2 de armazém, 1.040m2 de escritórios e 8.477m2 de logradouro, numa única transacção com a empresa Gefco Portugal – Transitários Lda., que passou a ocupar a totalidade mesmo.
High Street fecha com a Cemusa para o Edifício Open
A High Street foi a responsável pelo arrendamento das novas instalações da Cemusa, no Edifício Open. Esta empresa, dedicada à comercialização de espaços publicitários em mobiliário urbano, posicionados em grandes centros urbanos, na sua maioria em abrigos de paragens de autocarro e muppis na via pública, arrendou 436 m² para os seus escritórios em Lisboa. Com esta operação a High Street garantiu uma taxa de ocupação quase de 100% do Edifício Open, existindo actualmente apenas uma fracção de 302m² para arrendamento.
Martifer vende Gran Plaza por 44,3 milhões de euros
A empresa Martifer anunciou ontem a venda do centro comercial Tavira Gran-Plaza à empresa Estia, pelo valor total de 44,3 milhões de euros. A Martifer, que detinha 100% do empreendimento através da sua participada Martifer Gestão de Investimento, SA, destaca que esta venda “se encontra em linha com a estratégia anunciada de desinvestimento em activos imobiliários e focalização nas suas actividades «core»”. O Tavira Gran-Plaza localiza-se dentro do limite urbano da cidade de Tavira, no Algarve, foi inaugurado em 2009 e conta com 103 lojas.
Início | Partilhar no Facebook | Fontes: Abacus Savills, Worx, VI e Região Sul
Temas:
Negócios Imobiliários
Cushman & Wakefield: Investimento imobiliário em Portugal inferior ao esperado no 1º semestre de 2010
Ao contrário das expectativas iniciais, o primeiro semestre de 2010 manteve a reduzida actividade dos dois últimos anos, segundo a consultora imobiliária global Cushman & Wakefield (C&W). De Janeiro a Junho de 2010 foram registados negócios de investimento que totalizaram um valor na ordem dos €241 milhões.
Segundo Luís Rocha Antunes, partner e director do departamento de investimento da Cushman & Wakefield em Portugal, “Não obstante o maior dinamismo no mercado por parte de investidores nacionais e estrangeiros, será a evolução da economia mundial e nacional que influenciarão o fecho do ano, que neste momento se perspectiva poder vir ainda a atingir valores superiores aos de 2009; ainda que modestos face à média dos últimos anos”.
O volume médio por negócio efectuado na primeira metade de 2010 subiu para os €13 milhões, ainda assim inferior à média dos últimos dez anos, na ordem dos €18 milhões. Para este facto contribuiu a maior actividade no mercado dos investidores estrangeiros, responsáveis por 51% das transacções verificadas até Junho de 2010.
A análise do investimento por sector de actividade retrata um regresso à primazia do retalho, que representou cerca de 58% no total de investimento, com uma parte importante deste montante investida em centros comerciais. Segue-se o sector industrial, ao qual foram destinados 28% do volume total investido e o sector de escritórios, com 12% do montante total.
O sector residencial recebeu o menor volume transaccionado, apenas 2,4%, retratando uma menor dinâmica dos Fundos de Investimento Imobiliário em Arrendamento Habitacional face ao ano anterior.
Desde meados de 2007 que os yields prime em Portugal vinham a subir de uma forma generalizada, a par do resto da Europa, originando uma queda de valores. O início do ano trouxe boas expectativas de evolução do mercado imobiliário, provocando uma descida ténue das yields prime para escritórios e centros comerciais.
Em Junho de 2010 as yields prime situaram-se nos 6,25% para centros comerciais, 7% para escritórios e 8,25% para industrial, uma diferença de 125 pontos-base quando comparado com o pico do mercado, em 2007.
Luís Rocha Antunes conclui: “Em Abril, as más notícias sobre as economias do Sul da Europa, mais concretamente sobre a economia nacional, provocaram uma regressão neste optimismo cauteloso que se vivia no início do ano. Hoje, a incerteza quanto ao momento em que se irá dar a inversão na curva de crescimento das economias, e quais os custos reais que esta crise pode ter provocado, levou a uma retoma de maior cautela por parte de investidores e financiadores, não sendo previsível alteração do nível de valores nos próximos meses.”
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Cushman & Wakefield
C&W: 'Activos Imobiliários continuaram a perder valor em 2009'
Cushman & Wakefield: Oferta de espaços industriais e logísticos aproxima-se dos 12 milhões de m2
Segundo Luís Rocha Antunes, partner e director do departamento de investimento da Cushman & Wakefield em Portugal, “Não obstante o maior dinamismo no mercado por parte de investidores nacionais e estrangeiros, será a evolução da economia mundial e nacional que influenciarão o fecho do ano, que neste momento se perspectiva poder vir ainda a atingir valores superiores aos de 2009; ainda que modestos face à média dos últimos anos”.
O volume médio por negócio efectuado na primeira metade de 2010 subiu para os €13 milhões, ainda assim inferior à média dos últimos dez anos, na ordem dos €18 milhões. Para este facto contribuiu a maior actividade no mercado dos investidores estrangeiros, responsáveis por 51% das transacções verificadas até Junho de 2010.
A análise do investimento por sector de actividade retrata um regresso à primazia do retalho, que representou cerca de 58% no total de investimento, com uma parte importante deste montante investida em centros comerciais. Segue-se o sector industrial, ao qual foram destinados 28% do volume total investido e o sector de escritórios, com 12% do montante total.
O sector residencial recebeu o menor volume transaccionado, apenas 2,4%, retratando uma menor dinâmica dos Fundos de Investimento Imobiliário em Arrendamento Habitacional face ao ano anterior.
Desde meados de 2007 que os yields prime em Portugal vinham a subir de uma forma generalizada, a par do resto da Europa, originando uma queda de valores. O início do ano trouxe boas expectativas de evolução do mercado imobiliário, provocando uma descida ténue das yields prime para escritórios e centros comerciais.
Em Junho de 2010 as yields prime situaram-se nos 6,25% para centros comerciais, 7% para escritórios e 8,25% para industrial, uma diferença de 125 pontos-base quando comparado com o pico do mercado, em 2007.
Luís Rocha Antunes conclui: “Em Abril, as más notícias sobre as economias do Sul da Europa, mais concretamente sobre a economia nacional, provocaram uma regressão neste optimismo cauteloso que se vivia no início do ano. Hoje, a incerteza quanto ao momento em que se irá dar a inversão na curva de crescimento das economias, e quais os custos reais que esta crise pode ter provocado, levou a uma retoma de maior cautela por parte de investidores e financiadores, não sendo previsível alteração do nível de valores nos próximos meses.”
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Cushman & Wakefield
C&W: 'Activos Imobiliários continuaram a perder valor em 2009'
Cushman & Wakefield: Oferta de espaços industriais e logísticos aproxima-se dos 12 milhões de m2
Temas:
Investimento Imobiliário
Terça-feira, 3 de Agosto de 2010
Rede imobiliária Fitamétrica cresce 39% no 1º semestre de 2010
Numa altura em que o sentimento de crise é generalizado, na nossa economia, felizmente existem excepções.
Neste últimos anos, particularmente nos últimos três anos tem se vindo a constatar que os serviços de mediação profissional organizados em rede, estão a ganhar quota de mercado em Portugal, isto apesar do número de imóveis executados ter vindo a diminuir.
Parte desta explicação passa por ser cada vez mais difícil a venda de imóveis entre particulares, consequência da crise financeira, mas esse crescimento também é justificado pela cada vez maior dificuldade das empresas de mediação imobiliária que actuam de forma isolado no mercado, efectuarem negócio, mostrando às empresas que não souberem adaptar-se às novas realidades do mercado, acabam por desaparecer.
O sistema de organização em rede, nomeadamente o da Rede Fitamétrica tem vindo a mostrar as suas reais mais valias junto dos seus clientes, e potenciais franchisados. De entre as vantagens refiro apenas duas, partilha de negócios e económicas de escala.
Por todos estes factos a juntar a um processo de consolidação de procedimentos internos a rede de mediação imobiliária Fitamétrica cresceu 39% em volume de facturação, no primeiro semestre de 2010 comparativamente com o mesmo período em 2009.
De salientar, que a Fitamétrica tem apresentado um crescimento sustentado nos últimos anos sendo que no final de 2009 reportou um crescimento de facturação de mais de 60%.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Fitamétrica Portugal
Rede Fitamétrica | Carteira de Imóveis | Carteira de Empreendimentos | Rede de Agências
Neste últimos anos, particularmente nos últimos três anos tem se vindo a constatar que os serviços de mediação profissional organizados em rede, estão a ganhar quota de mercado em Portugal, isto apesar do número de imóveis executados ter vindo a diminuir.
Parte desta explicação passa por ser cada vez mais difícil a venda de imóveis entre particulares, consequência da crise financeira, mas esse crescimento também é justificado pela cada vez maior dificuldade das empresas de mediação imobiliária que actuam de forma isolado no mercado, efectuarem negócio, mostrando às empresas que não souberem adaptar-se às novas realidades do mercado, acabam por desaparecer.
O sistema de organização em rede, nomeadamente o da Rede Fitamétrica tem vindo a mostrar as suas reais mais valias junto dos seus clientes, e potenciais franchisados. De entre as vantagens refiro apenas duas, partilha de negócios e económicas de escala.
Por todos estes factos a juntar a um processo de consolidação de procedimentos internos a rede de mediação imobiliária Fitamétrica cresceu 39% em volume de facturação, no primeiro semestre de 2010 comparativamente com o mesmo período em 2009.
De salientar, que a Fitamétrica tem apresentado um crescimento sustentado nos últimos anos sendo que no final de 2009 reportou um crescimento de facturação de mais de 60%.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Fitamétrica Portugal
Rede Fitamétrica | Carteira de Imóveis | Carteira de Empreendimentos | Rede de Agências
Investimento directo em imobiliário sobe no 2º trimestre 2010
A recuperação económica impulsionou a actividade de investimento imobiliário na Europa, com os volumes transaccionados a subirem no 2º trimestre de 2010.
O investimento directo em imobiliário terciário na Europa durante esse período totalizou €23 biliões, num crescimento de 15% face ao trimestre anterior (€20 biliões) e de 80% face ao período homólogo, revelou a Jones Lang LaSalle.
Contudo, em termos semestrais, os volumes de investimento imobiliário na Europa permaneceram estáveis nos €43 biliões, face ao semestre anterior. A recuperação generalizada e a melhoria na liquidez para aquisições de maior dimensão continuam a bom ritmo e o mercado continua a assistir a um aumento do número de transacções.
O Reino Unido liderou a recuperação quer a nível dos volumes transaccionados quer da correcção dos preços entre os activos prime, com um peso de 40% no total da actividade em toda a Europa.
Em Portugal, o volume transaccionado durante o 2º trimestre de 2010 foi de aproximadamente 133 milhões de euros, um aumento de 23% face ao período homólogo de 2009.
No total dos primeiros seis meses deste ano foram transaccionados 277 milhões de euros, prevendo-se que até final do ano este valor possa atingir os 600 milhões de euros.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Jones Lang LaSalle
O investimento directo em imobiliário terciário na Europa durante esse período totalizou €23 biliões, num crescimento de 15% face ao trimestre anterior (€20 biliões) e de 80% face ao período homólogo, revelou a Jones Lang LaSalle.
Contudo, em termos semestrais, os volumes de investimento imobiliário na Europa permaneceram estáveis nos €43 biliões, face ao semestre anterior. A recuperação generalizada e a melhoria na liquidez para aquisições de maior dimensão continuam a bom ritmo e o mercado continua a assistir a um aumento do número de transacções.
O Reino Unido liderou a recuperação quer a nível dos volumes transaccionados quer da correcção dos preços entre os activos prime, com um peso de 40% no total da actividade em toda a Europa.
Em Portugal, o volume transaccionado durante o 2º trimestre de 2010 foi de aproximadamente 133 milhões de euros, um aumento de 23% face ao período homólogo de 2009.
No total dos primeiros seis meses deste ano foram transaccionados 277 milhões de euros, prevendo-se que até final do ano este valor possa atingir os 600 milhões de euros.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Jones Lang LaSalle
Temas:
Investimento Imobiliário
Remax assina 18 novos contratos de franchising
No primeiro semestre de 2010 a rede imobiliária RE/MAX assinou 18 novos contratos de franchising , mais quatro que no período homólogo de 2009.
Com este resultado a RE/MAX tem já realizado 60% do objectivo de expansão previsto para 2010 que aponta para um total de 30 novos franchisados, de acordo com a imobiliária. Até final do ano a marca projecta a abertura de 25 novas lojas.
Assim, nos primeiros seis meses do ano, a RE/MAX abriu um total de 10 novas agências em Olival de Basto, Portela de Sacavém, Olhão, Sintra, Tapada das Mercês, Mem Martins, Porto Covo, Barcelos, Fafe e Braga. Ainda em fase de abertura estão as lojas da marca em Arruda dos Vinhos, Coimbra, Cruz de Pau, Barreiro, Vila Real de Santo António, Lagos, Mirandela, Braga, Porto (Circunvalação) e Penafiel.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: VI
Com este resultado a RE/MAX tem já realizado 60% do objectivo de expansão previsto para 2010 que aponta para um total de 30 novos franchisados, de acordo com a imobiliária. Até final do ano a marca projecta a abertura de 25 novas lojas.
Assim, nos primeiros seis meses do ano, a RE/MAX abriu um total de 10 novas agências em Olival de Basto, Portela de Sacavém, Olhão, Sintra, Tapada das Mercês, Mem Martins, Porto Covo, Barcelos, Fafe e Braga. Ainda em fase de abertura estão as lojas da marca em Arruda dos Vinhos, Coimbra, Cruz de Pau, Barreiro, Vila Real de Santo António, Lagos, Mirandela, Braga, Porto (Circunvalação) e Penafiel.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: VI
INE divulgou estatísticas da construção e habitação relativas a 2009
Com base nos dados das Estatísticas da Construção e Habitação é possível concluir que em 2009 o número total de edifícios licenciados registou um decréscimo de 21,5% face ao ano anterior.
Ao nível das obras concluídas registou-se um decréscimo de 4,1%. O número de fogos licenciados diminuiu 40,9% face a 2008, sendo esta a maior quebra registada em toda a década 2000-2009.
O total de edifícios reabilitados em 2009, a nível nacional, apresenta um acréscimo de 2,2% face ao ano anterior, traduzindo-se no aumento do seu peso face ao total de edifícios concluídos em cerca de 1,4 p.p..
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: INE
Ao nível das obras concluídas registou-se um decréscimo de 4,1%. O número de fogos licenciados diminuiu 40,9% face a 2008, sendo esta a maior quebra registada em toda a década 2000-2009.
O total de edifícios reabilitados em 2009, a nível nacional, apresenta um acréscimo de 2,2% face ao ano anterior, traduzindo-se no aumento do seu peso face ao total de edifícios concluídos em cerca de 1,4 p.p..
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: INE
Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010
Euribor subiram hoje nos prazos a 3 e a 12 meses
As taxas Euribor subiram hoje nos prazos a 3 e a 12 meses. O indexante a 6 meses ficou inalterado. A Euribor a três meses escalou para 0,898%, depois de ter descido na sexta-feira passada pela primeira vez em 72 sessões, e interrompendo assim o maior ciclo de ganhos desde que há registo.
Já a taxa a seis meses, a mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação, permaneceu nos 1,145%. Este indexante não desce há 47 sessões. O prazo a 12 meses avançou, por seu turno, para 1,418%. Todas as maturidades estão em máximos de mais de um ano.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Já a taxa a seis meses, a mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação, permaneceu nos 1,145%. Este indexante não desce há 47 sessões. O prazo a 12 meses avançou, por seu turno, para 1,418%. Todas as maturidades estão em máximos de mais de um ano.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Temas:
Taxas Euribor
Empreendimento Ria Palace Homes no centro da cidade de Aveiro
O empreendimento Ria Palace Homes, uma unidade hoteleira composta por um complexo habitacional e uma selecção de serviços na área da hotelaria e restauração, foi lançado no mercado no início do mês de Julho.O empreendimento nasceu no coração da cidade de Aveiro e apresenta-se como uma proposta de excelência que usufrui de um ambiente único, com vistas para as salinas e a serra. O empreendimento Ria Palace engloba um complexo de apartamentos turísticos de luxo e restauração, destacando-se, ainda, o primeiro supermercado do grupo El Corte Inglês no distrito de Aveiro.
Os espaços exteriores foram cuidadosamente planeados para que, cada um, possa desfrutar do seu tempo livre em absoluta liberdade. À qualidade dos acabamentos aliam-se as grandes superfícies envidraçadas que lhe conferem imponência e prestígio.
Os apartamentos caracterizam-se pelos espaços luminosos e áreas generosas, com tipologias desde o T1 ao T4, além das extensas varandas que beneficiam de excelente exposição solar. Com uma assinatura de qualidade, o Ria Palace destaca-se pela nobreza dos materiais utilizados, pela qualidade dos acabamentos e pelos equipamentos oferecidos.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Diário de Coimbra
Empreendimento Ria Palace Homes
Empreendimentos em Aveiro, Ílhavo, Murtosa, Vagos
Temas:
Empreendimentos
CBRE regista subida nas rendas de escritórios no mercado europeu
Segundo o recente Índice de Rendas e Yields da região EMEA (Europa, Médio Oriente e África) publicado pela CB Richard Ellis (CBRE), as rendas prime e as prime yields (taxas de capitalização prime) mantiveram-se bastante estáveis nos mercados principais da Europa durante o segundo trimestre de 2010.
Os indícios de recuperação das rendas prime foram notórios principalmente no sector dos escritórios, onde subiram pelo segundo trimestre consecutivo, fixando-se em valores 1,7% acima dos registados no final de 2009. Embora as rendas prime se tenham mantido estáveis na maior parte dos mercados de escritórios, registaram-se subidas nos mercados da City de Londres e de Paris.
As rendas dos sectores industrial e de retail verificaram uma ligeira descida. Nos três sectores imobiliários em análise, as rendas prime para a região em termos totais estão próximas dos níveis registados há um ano.
No segundo trimestre as prime yields continuaram a registar uma pressão descendente e, consequentemente, terminaram este período 30-50 pontos base (p.b.) abaixo dos níveis de há um ano. Surpreendentemente, esta pressão foi menos acentuada no mercado de escritórios, onde, no segundo trimestre, as yields registaram um decréscimo de apenas quatro pontos base, comparativamente com os mais de 15 p.b. registados em cada um dos dois trimestres anteriores.
Nos sectores industrial e de retail, a variação das yields neste trimestre foi inferior a 10 p.b.. Cerca de um terço dos mercados dos sectores imobiliários em análise registaram decréscimos das prime yields no segundo trimestre.
Portugal
No segundo trimestre de 2010 o valor das rendas prime estabilizou em quase todos sectores do imobiliário terciário em Portugal. A única excepção registou-se nos Escritórios do Porto que devido à dimensão do mercado e escassez de Procura, o valor da renda prime registou um decréscimo de 3,4% face ao trimestre anterior.
Os Centros Comerciais mantiveram os valores das rendas prime, evidenciando a preferência dada pelos operadores a conjuntos comerciais de melhores localização e risco reduzido.
Mais uma vez, o segundo trimestre de 2010 confirmou a tendência de estabilização das taxas de capitalização prime, que se tem vindo a verificar desde o inicio de 2009.
Apesar da quebra geral dos níveis de investimento em todos os segmentos, o sector Industrial e Logística foi o único que registou uma ligeira descida na yield prime na ordem dos 25 pontos base.
Para Francisco Horta e Costa, director sénior de Capital Markets da CB Richard Ellis Portugal, “Apesar de um maior dinamismo na procura de imóveis para investimento, deveremos assistir ao longo dos próximos meses a uma estabilização das taxas de capitalização prime em Portugal, não se prevendo ainda uma correcção nas yields prime.”
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: CB Richard Ellis Portugal
Oferta de Escritórios em Lisboa | Zona 1 | Zona 2 | Zona 3 | Zona 4 | Zona 5 | Zona 6
CBRE: 'Evolução das Rendas e Yields no 1º trimestre de 2010 em Portugal'
CBRE: 'Arrendamento é alternativa de habitação para portugueses'
CB Richard Ellis: 'Investimento imobiliário na Europa atinge 19,1 mil milhões de euros no 1º trimestre de 2010
Os indícios de recuperação das rendas prime foram notórios principalmente no sector dos escritórios, onde subiram pelo segundo trimestre consecutivo, fixando-se em valores 1,7% acima dos registados no final de 2009. Embora as rendas prime se tenham mantido estáveis na maior parte dos mercados de escritórios, registaram-se subidas nos mercados da City de Londres e de Paris.
As rendas dos sectores industrial e de retail verificaram uma ligeira descida. Nos três sectores imobiliários em análise, as rendas prime para a região em termos totais estão próximas dos níveis registados há um ano.
No segundo trimestre as prime yields continuaram a registar uma pressão descendente e, consequentemente, terminaram este período 30-50 pontos base (p.b.) abaixo dos níveis de há um ano. Surpreendentemente, esta pressão foi menos acentuada no mercado de escritórios, onde, no segundo trimestre, as yields registaram um decréscimo de apenas quatro pontos base, comparativamente com os mais de 15 p.b. registados em cada um dos dois trimestres anteriores.
Nos sectores industrial e de retail, a variação das yields neste trimestre foi inferior a 10 p.b.. Cerca de um terço dos mercados dos sectores imobiliários em análise registaram decréscimos das prime yields no segundo trimestre.
Portugal
No segundo trimestre de 2010 o valor das rendas prime estabilizou em quase todos sectores do imobiliário terciário em Portugal. A única excepção registou-se nos Escritórios do Porto que devido à dimensão do mercado e escassez de Procura, o valor da renda prime registou um decréscimo de 3,4% face ao trimestre anterior.
Os Centros Comerciais mantiveram os valores das rendas prime, evidenciando a preferência dada pelos operadores a conjuntos comerciais de melhores localização e risco reduzido.
Mais uma vez, o segundo trimestre de 2010 confirmou a tendência de estabilização das taxas de capitalização prime, que se tem vindo a verificar desde o inicio de 2009.
Apesar da quebra geral dos níveis de investimento em todos os segmentos, o sector Industrial e Logística foi o único que registou uma ligeira descida na yield prime na ordem dos 25 pontos base.
Para Francisco Horta e Costa, director sénior de Capital Markets da CB Richard Ellis Portugal, “Apesar de um maior dinamismo na procura de imóveis para investimento, deveremos assistir ao longo dos próximos meses a uma estabilização das taxas de capitalização prime em Portugal, não se prevendo ainda uma correcção nas yields prime.”
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: CB Richard Ellis Portugal
Oferta de Escritórios em Lisboa | Zona 1 | Zona 2 | Zona 3 | Zona 4 | Zona 5 | Zona 6
CBRE: 'Evolução das Rendas e Yields no 1º trimestre de 2010 em Portugal'
CBRE: 'Arrendamento é alternativa de habitação para portugueses'
CB Richard Ellis: 'Investimento imobiliário na Europa atinge 19,1 mil milhões de euros no 1º trimestre de 2010
Mariana Seabra nomeada Associate Directors da JLL Portugal
A Jones Lang LaSalle nomeou Mariana Seabra, Directora do Departamento de Office Agency, e Rosa Marques, Directora do Departamento de Recursos Humanos, como Associate Directors da consultora em Portugal. Com estas duas nomeações, a Jones Lang LaSalle Portugal passa a contar com sete Associate Directors.Mariana Seabra integra a Jones Lang LaSalle desde 2008 no cargo de Directora do Departamento de Office Agency, tendo a seu cargo a dinamização do negócio de agenciamento e comercialização de edifícios de escritórios e a coordenação da sua equipa.
JLL: 'Sucesso de centros comerciais passa pela inovação'
Jones Lang LaSalle: "Retoma do mercado imobiliário só em 2011"
Mariana Seabra: 'Promotores devem adaptar-se à procura'
INE: Valor médio de avaliação bancária de habitação nos 1.161 €/m2
Valor médio de avaliação bancária de habitação continua a descer. Em Junho de 2010, o valor médio de avaliação bancária, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação situou-se para o total do País em 1161 euros/m2. A este valor correspondeu uma diminuição de -0,9% face ao mês anterior.
Em termos homólogos o valor médio de avaliação aumentou 1,8%, no total do País e, com excepção da Região Autónoma da Madeira onde se verificou uma diminuição do valor médio de avaliação (-3,3%), todas as restantes regiões registaram variações positivas, sendo que as mais intensas foram observadas no Norte (2,9%) e na Região Autónoma dos Açores (4,3%).
O valor médio de avaliação bancária dos apartamentos situou-se, em Junho, em 1.234
euros/m2, diminuindo 1,1% face ao mês anterior, no entanto, quando comparado com o mesmo mês do ano precedente o valor médio de avaliação registou um aumento de 1,6%.
No que se refere às moradias o valor médio de avaliação bancária para o total do País foi de 1.033 euros/m2, resultando num acréscimo mensal face ao mês anterior de 0,2% e num aumento de 1,0% em termos homólogos.
Áreas Metropolitanas
O valor médio de avaliação bancária nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, situou-se em 1.436 euros/m2 e em 1.096 euros/m2, respectivamente, inferiores em 0,5% e 2,1%, ao observado em Maio.
Os valores registados na Área Metropolitana de Lisboa foram superiores aos valores médios do País, quer para o total de habitação, quer para apartamentos e moradias (em 23,7%, em 16,1% e em 40,4%, respectivamente).
Na Área Metropolitana do Porto, apenas os valores de avaliação das moradias se situaram acima da média do Total do País (5,6%). Os concelhos de Lisboa (valor de avaliação de 2013 euros/m2) e do Porto (1398 euros/m2) mantiveram, em Junho de 2010, os valores médios de avaliação bancária de habitação mais elevados das Áreas Metropolitanas a que pertencem.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: INE
Valor médio de avaliação bancária de habitação nos 1.172 euros/ m2
Em termos homólogos o valor médio de avaliação aumentou 1,8%, no total do País e, com excepção da Região Autónoma da Madeira onde se verificou uma diminuição do valor médio de avaliação (-3,3%), todas as restantes regiões registaram variações positivas, sendo que as mais intensas foram observadas no Norte (2,9%) e na Região Autónoma dos Açores (4,3%).
O valor médio de avaliação bancária dos apartamentos situou-se, em Junho, em 1.234
euros/m2, diminuindo 1,1% face ao mês anterior, no entanto, quando comparado com o mesmo mês do ano precedente o valor médio de avaliação registou um aumento de 1,6%.
No que se refere às moradias o valor médio de avaliação bancária para o total do País foi de 1.033 euros/m2, resultando num acréscimo mensal face ao mês anterior de 0,2% e num aumento de 1,0% em termos homólogos.
Áreas Metropolitanas
O valor médio de avaliação bancária nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, situou-se em 1.436 euros/m2 e em 1.096 euros/m2, respectivamente, inferiores em 0,5% e 2,1%, ao observado em Maio.
Os valores registados na Área Metropolitana de Lisboa foram superiores aos valores médios do País, quer para o total de habitação, quer para apartamentos e moradias (em 23,7%, em 16,1% e em 40,4%, respectivamente).
Na Área Metropolitana do Porto, apenas os valores de avaliação das moradias se situaram acima da média do Total do País (5,6%). Os concelhos de Lisboa (valor de avaliação de 2013 euros/m2) e do Porto (1398 euros/m2) mantiveram, em Junho de 2010, os valores médios de avaliação bancária de habitação mais elevados das Áreas Metropolitanas a que pertencem.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: INE
Valor médio de avaliação bancária de habitação nos 1.172 euros/ m2
Fecicop divulga conjuntura da construção em Julho 2010
Os dados apurados em Junho, relativos à produção do Sector da Construção no primeiro semestre deste ano, revelam um cenário muito negativo, com todos os segmentos de actividade a registarem quebras expressivas.
As obras de engenharia civil e a construção de edifícios residenciais apresentam, no primeiro semestre, um retrocesso de 21,2% e 18,0%, respectivamente, face ao período homólogo do ano anterior. A construção de edifícios não residenciais regride um pouco menos, 8,9%, uma vez que a componente pública deste segmento regista incrementos de produção resultantes essencialmente das obras de melhoria do parque escolar.
A produção do sector da Construção continua a contrair-se de forma acentuada, em Junho, com os seus dois segmentos mais expressivos, a construção de edifícios residenciais e as obras de engenharia civil, a registarem variações homólogas negativas no primeiro semestre de 2010, que se aproximam dos 20% (-18,0% e -21,2%, respectivamente), e a construção de edifícios não residenciais a cair 8,9%.
Observando o índice relativo ao segmento da Engenharia Civil, é possível verificar que o valor apurado em Junho, 88,7, é o mais baixo desde Fevereiro de 2007. Com efeito, este índice terminou o primeiro semestre do ano 21,2% abaixo do registado em 2009, reflectindo bem os efeitos das medidas de contenção orçamental sobre a actividade do Sector.
A acompanhar esta redução de actividade, as adjudicações de obras públicas registam, no primeiro semestre deste ano, uma queda de 54,6% em termos homólogos, o que traduz uma redução, em termos mensais, de cerca de 258 milhões de euros, e que se irá reflectir no andamento futuro da produção do Sector.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Fecicop
Fecicop divulga conjuntura da construção em Junho 2010
As obras de engenharia civil e a construção de edifícios residenciais apresentam, no primeiro semestre, um retrocesso de 21,2% e 18,0%, respectivamente, face ao período homólogo do ano anterior. A construção de edifícios não residenciais regride um pouco menos, 8,9%, uma vez que a componente pública deste segmento regista incrementos de produção resultantes essencialmente das obras de melhoria do parque escolar.
A produção do sector da Construção continua a contrair-se de forma acentuada, em Junho, com os seus dois segmentos mais expressivos, a construção de edifícios residenciais e as obras de engenharia civil, a registarem variações homólogas negativas no primeiro semestre de 2010, que se aproximam dos 20% (-18,0% e -21,2%, respectivamente), e a construção de edifícios não residenciais a cair 8,9%.
Observando o índice relativo ao segmento da Engenharia Civil, é possível verificar que o valor apurado em Junho, 88,7, é o mais baixo desde Fevereiro de 2007. Com efeito, este índice terminou o primeiro semestre do ano 21,2% abaixo do registado em 2009, reflectindo bem os efeitos das medidas de contenção orçamental sobre a actividade do Sector.
A acompanhar esta redução de actividade, as adjudicações de obras públicas registam, no primeiro semestre deste ano, uma queda de 54,6% em termos homólogos, o que traduz uma redução, em termos mensais, de cerca de 258 milhões de euros, e que se irá reflectir no andamento futuro da produção do Sector.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Fecicop
Fecicop divulga conjuntura da construção em Junho 2010
Sexta-feira, 30 de Julho de 2010
Turismo Residencial: Tendências actuais e perspectivas de futuro
Ao nível das tendências actuais do turísmo residencial em Portugal, a CB Richard Ellis e neoturis revelaram no seu último relatório, que se verifica um forte decréscimo do volume de vendas de unidades turistico-residenciais. Este decréscimo deve-se, essencialmente, à retracção nos últimos meses, de todos os mercados emissores, sem excepção.Os promotores têm vindo a optar pela estratégia de add value nomeadamente com a inclusão de decoração, mobiliário, equipamentos, etc., em vez de reduzirem demasiadamente os preços.
O fim do Verão de 2009 foi marcado por alguns indícios, ainda que ténues, de recuperação do mercado o que levou ao aumento do interesse pela aquisição de algumas unidades. No entanto, o volume de vendas mantêm-se ainda reduzido.
A crise generalizada na economia, levou a um forte quebra da dinâmica de vendas de unidades turísticoresidenciais. Este cenário promoveu o “congelamento” de vários projectos de resorts, verificando-se inclusivamente, o retrocesso da decisão de desenvolvimento ou expansão de alguns empreendimentos.
No entanto, apesar deste abrandamento na promoção de resorts, alguns empreendimentos iniciaram já obras como são exemplo o Pinheirinho em Grândola, o Roncão del Rey no Alqueva ou o L’and Vineyards, em Montemor-o-Novo.
Com a recuperação da libra, Portugal torna-se mais atractivo enquanto destino turístico. Este factor levou a um aumento da entrada de turistas provenientes do Reino Unido que se reflectiu no crescimento de visitas e compras. Contudo, 2009 foi caracterizado pela quase ausência de transacções de imóveis turístico-residenciais.
Verifica-se uma dualidade no interesse das marcas de grande reconhecimento internacional pela gestão de unidades hoteleiras e turístico-residenciais em Portugal. Por um lado, verifica-se o abandono de alguns projectos como é o caso do Westin (Starwood) no Campo Real e do Luxury Collection (Starwood) no Colombo’s Resort.
Por outro lado, aumenta o interesse de marcas ainda não implantadas em Portugal por projectos diferenciadores como é exemplo do Banyan Tree no projecto Land Reserve, no Alqueva. Esta última tendência, manter-se-á num futuro próximo, aumentando o seu potencial de venda assim como o desenvolvimento de oferta adicional, por via do maior awareness dos destinos.
A deterioração dos saldos orçamentais e a acumulação da dívida pública têm aumentado o perfil de risco global, aumentando as dificuldades de financiamento bancário.
Relatório Mercado Turístico (versão integral)
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: CB Richard Ellis / neoturis
CBRE: 'Arrendamento é alternativa de habitação para portugueses'
Conferência Turismo Residencial: 'Caminhos para sair da crise'
CB Richard Ellis comercializa o empreendimento Amieiros.Exclusivo
Temas:
Turismo Residencial
Retoma na habitação marca primeiro semestre do ano
Os preços subiram em relação ao final de 2009, principalmente no último mês de Junho. Contudo, os agentes do mercado imobiliário alertam que os valores estão abaixo do praticado nos anos anteriores, quando o sector estava em alta. Saiba, ponto por ponto, o que de mais relevante marcou os primeiros seis meses do ano.
Preços sobem por causa das reabilitações. Para Miguel Bacalhau, director do departamento de estudos da Aguirre Newman, os preços por metro quadrado (m2) subiram cerca de 5% devido aos novos projectos de reabilitação que têm surgido nas zonas nobres e centrais da cidade.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Preços sobem por causa das reabilitações. Para Miguel Bacalhau, director do departamento de estudos da Aguirre Newman, os preços por metro quadrado (m2) subiram cerca de 5% devido aos novos projectos de reabilitação que têm surgido nas zonas nobres e centrais da cidade.
Continuar a ler...
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: DE
Quinta-feira, 29 de Julho de 2010
Empreendimento Real Marina Residence inaugurado em Setembro
O Grupo Hotéis Real inaugura novo empreendimento Real Marina Residence, com 80 apartamentos T1, T2 e T3, totalmente mobilados, equipados, que representam um investimento de mais 18 milhões de euros.
Em pleno Parque Natural da Ria Formosa, o Real Marina Residence é uma das apostas do Grupo Real. Segundo um dos administradores, António Pereira, “a garantia de 4% de rendimento, durante 5 anos, é uma boa opção para quem procura um empreendimento de férias de qualidade e pretende rentabilizar o seu investimento imobiliário.
Este empreendimento vem complementar a oferta hoteleira de qualidade na região, depois da mais recente inauguração do Grupo Hotéis Real, em Junho de 2010, o Real Marina Hotel & Spa.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Grupo Hotéis Real
Em pleno Parque Natural da Ria Formosa, o Real Marina Residence é uma das apostas do Grupo Real. Segundo um dos administradores, António Pereira, “a garantia de 4% de rendimento, durante 5 anos, é uma boa opção para quem procura um empreendimento de férias de qualidade e pretende rentabilizar o seu investimento imobiliário.
Este empreendimento vem complementar a oferta hoteleira de qualidade na região, depois da mais recente inauguração do Grupo Hotéis Real, em Junho de 2010, o Real Marina Hotel & Spa.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Grupo Hotéis Real
Temas:
Empreendimentos
Residências Portas da Rocha: Último bloco arranca em 2011
Grupo Imobiliário Fozpalace vai arrancar, no próximo ano, com a construção da última fase do empreendimento Residências Portas da Rocha, situado a apenas 50 metros da Marginal de Portimão, no Algarve.
O Residências Portas da Rocha foi recentemente candidato a Melhor Edifício Residencial em Imobiliário nos Prémios Construir, o que atesta a qualidade do complexo habitacional, que oferece a melhor relação qualidade/preço para habitar ou arrendar no segmento médio/alto em todo o Algarve.
Este quinto e último bloco terá uma área bruta de construção de seis mil metros quadrados e 48 apartamentos e ficará ainda mais próximo da praia, o que leva o promotor a depositar grandes esperanças no futuro sucesso de comercialização, à semelhança do que vem acontecendo com os restantes blocos do empreendimento.
As habitações estão equipadas com mecanismos que reduzem o consumo de energias tradicionais, fazendo um aproveitamento das energias alternativas. São utilizados painéis solares que aquecem a água das piscinas e as águas domésticas e que permitem uma redução bastante significativa da factura da água e, por sua vez, dos custos de condomínio.
Este empreendimento, concebido pelo gabinete dos arquitectos Domingos Rodrigues Correia e Paulo Machado, dispõe ainda de um health club com piscina climatizada, sauna, jacuzzi, sala de jogos e vários aparelhos para exercício físico num luxuoso SPA, que estará a funcionar nos primeiros dias de Agosto.
Um dos grandes factores atractivos é as amplas varandas/terrações, com cerca de 39 metros quadrados e jaccuzi embutido, que permitem momentos de grande fruição do clima solarengo do Algarve.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Grupo Imobiliário Fozpalace (press release)
Empreendimentos no Barlavento Algarvio: Carvoeiro, Portimão e Lagos
O Residências Portas da Rocha foi recentemente candidato a Melhor Edifício Residencial em Imobiliário nos Prémios Construir, o que atesta a qualidade do complexo habitacional, que oferece a melhor relação qualidade/preço para habitar ou arrendar no segmento médio/alto em todo o Algarve.
Este quinto e último bloco terá uma área bruta de construção de seis mil metros quadrados e 48 apartamentos e ficará ainda mais próximo da praia, o que leva o promotor a depositar grandes esperanças no futuro sucesso de comercialização, à semelhança do que vem acontecendo com os restantes blocos do empreendimento.
As habitações estão equipadas com mecanismos que reduzem o consumo de energias tradicionais, fazendo um aproveitamento das energias alternativas. São utilizados painéis solares que aquecem a água das piscinas e as águas domésticas e que permitem uma redução bastante significativa da factura da água e, por sua vez, dos custos de condomínio.
Este empreendimento, concebido pelo gabinete dos arquitectos Domingos Rodrigues Correia e Paulo Machado, dispõe ainda de um health club com piscina climatizada, sauna, jacuzzi, sala de jogos e vários aparelhos para exercício físico num luxuoso SPA, que estará a funcionar nos primeiros dias de Agosto.
Um dos grandes factores atractivos é as amplas varandas/terrações, com cerca de 39 metros quadrados e jaccuzi embutido, que permitem momentos de grande fruição do clima solarengo do Algarve.
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Grupo Imobiliário Fozpalace (press release)
Empreendimentos no Barlavento Algarvio: Carvoeiro, Portimão e Lagos
Temas:
Empreendimentos
Observatório Imobiliário de Lisboa: Mais Informação sobre os projectos de investimento em licenciamento
O Observatório Imobiliário de Lisboa resultou de um protocolo estabelecido entra a CML, APPII – Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários e a AICE – Associação dos Industriais da Construção de Edifícios, envolvendo ainda a Ci - Confidencial Imobiliário.Este Observatório constitui-se como organismo de reflexão conjunta entre as várias partes interessadas na actividade imobiliária na cidade sendo que o seu objectivo principal consiste na promoção do investimento na cidade de Lisboa.
Mais Informação sobre os projectos de investimento em licenciamento
A consciência de que a transparência do mercado é um factor determinante para o conhecimento do mesmo e, assim, para a sua maturidade e capacidade de atracção de investimento, fez com que a Câmara Municipal de Lisboa aprofundasse o nível de informação sobre o licenciamento municipal nesse concelho.
Assim, no quadro do Observatório, a Confidencial Imobiliário passou a ter a responsabilidade pelo tratamento da informação dos novos pedidos de licenciamento municipal que a autarquia recepciona, alargando a informação que já era antes disponibilizada e que se prendia com as licenças de construção que eram emitidas.
A prossecução desse objectivo está em curso, com reuniões de trabalho entre as partes, tendo como objectivo que tais elementos passem a ser disponibilizados trimestralmente. Recentemente a Ci disponibilizou os relatórios trimestrais sobre o licenciamento municipal de projectos de investimento: 4º trimestre de 2009 e 1º trimestre de 2010.
Conforme se poderá constatar, a significativa redução da actividade imobiliária na cidade de Lisboa é preocupante. No relatório de Janeiro de 2010 foi destacada a queda de 75% no número de fogos novos licenciados, num total de 208, distribuídos por 38 projectos, enquanto que em 2008 o total de fogos licenciados foi de 845 distribuídos por 54 projectos.
Em 2009 as obras em edifícios existentes subiram 7%, com aumentos na Baixa e Zona Histórica, passando de 335 processos em 2008 para 360 em 2009, enquanto que no imobiliário comercial a queda foi de 42% na promoção nova e de 74% nos edifícios existentes.
Do relatório de Maio há a destacar que o 1º trimestre de 2010 quase não registou actividade em edifícios residenciais, pois apenas foram licenciados 7 projectos com um total de 80 fogos, o que representa uma quebra de 22% face ao 4º trimestre de 2009. No que se refere aos edifícios existentes o comportamento foi ainda mais negativo, com uma descida homóloga de 54% e de 21% face ao trimestre anterior.
Relatório 2009 | Relatório 1º Trimestre 2010
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: CI-Iberica
Estatísticas Imobiliário
Artigos e notícias Confidencial Imobiliário
Quarta-feira, 28 de Julho de 2010
Luís Lima: 'Quando o mar bate na areia, quem não paga perde tudo'
O papel insubstituível da mediação imobiliária no equilíbrio e no bom funcionamento do mercado é indissociável do atempado pagamento da comissão da mediação, e, os “esquecimentos” ou atrasos verificados nestes pagamentos põem em causa o próprio mercado e a própria Economia.
Numa opção, claramente primária e aparentemente fácil, poderá haver, face ao espectro das dificuldades que pairam sobre o mercado, promotores tentados a relegar para as calendas gregas o pagamento da comissão devida à mediação, comissão cujos valores dominantes oscilam entre os 3 e os 5%.
Ao pouparem, ilegitimamente e, por vezes, de má fé, a percentagem da mediação, estão, na pequena gula dessas dívidas, a por em causa a própria comercialização da quase totalidade dos respectivos empreendimentos, comercialização cada vez mais dependente dos bons serviços da mediação.
O tempo em que tudo ou quase tudo se vendia neste mercado imobiliário, até sem qualquer intervenção mediadora, o que aconteceu até mesmo quando o negócio era mediado, esse tempo, que correspondeu a um determinado momento do crescimento, algo desordenado do país, já lá vai há muito.
Hoje, pelo muito empenho que a mediação imobiliária tem no contributo que pode e deve dar ao desenvolvimento sustentado do sector, não é possível tolerar esse “crédito malparado” que resulta da falta de pagamento das comissões devidas pela promoção à mediação imobiliária.
O encontro da oferta com a procura, neste mercado imobiliário maduro, é cada vez mais uma tarefa que exige profissionais apetrechados com os saberes certos para a levar a bom porto esse objectivo. Estes profissionais são, precisamente, os mediadores imobiliários que prestam serviços pagos.
Quando estes deixam de ser prestados – o que acontece num cenário de não pagamento dos mesmos –, a situação tende para a desregulação que não beneficie ninguém, muito menos quem julga que vai salvar-se por deixar de pagar uma comissão que é naturalmente devida.
O “lucro” da comissão sonegada – às vezes dividido pelo cliente seduzido pelo inesperado, mesmo que sonhado, desconto, - transforma-se, para o promotor, no pesadelo dos empreendimentos imobiliários que envelhecem sem que haja quem os promova junto da procura, gerando um cenário de abandono que também atinge o conivente cliente.
Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP
Publicado dia 28 de Julho de 2010 no Público Imobiliário
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Apemip / Público
Numa opção, claramente primária e aparentemente fácil, poderá haver, face ao espectro das dificuldades que pairam sobre o mercado, promotores tentados a relegar para as calendas gregas o pagamento da comissão devida à mediação, comissão cujos valores dominantes oscilam entre os 3 e os 5%.
Ao pouparem, ilegitimamente e, por vezes, de má fé, a percentagem da mediação, estão, na pequena gula dessas dívidas, a por em causa a própria comercialização da quase totalidade dos respectivos empreendimentos, comercialização cada vez mais dependente dos bons serviços da mediação.
O tempo em que tudo ou quase tudo se vendia neste mercado imobiliário, até sem qualquer intervenção mediadora, o que aconteceu até mesmo quando o negócio era mediado, esse tempo, que correspondeu a um determinado momento do crescimento, algo desordenado do país, já lá vai há muito.
Hoje, pelo muito empenho que a mediação imobiliária tem no contributo que pode e deve dar ao desenvolvimento sustentado do sector, não é possível tolerar esse “crédito malparado” que resulta da falta de pagamento das comissões devidas pela promoção à mediação imobiliária.
O encontro da oferta com a procura, neste mercado imobiliário maduro, é cada vez mais uma tarefa que exige profissionais apetrechados com os saberes certos para a levar a bom porto esse objectivo. Estes profissionais são, precisamente, os mediadores imobiliários que prestam serviços pagos.
Quando estes deixam de ser prestados – o que acontece num cenário de não pagamento dos mesmos –, a situação tende para a desregulação que não beneficie ninguém, muito menos quem julga que vai salvar-se por deixar de pagar uma comissão que é naturalmente devida.
O “lucro” da comissão sonegada – às vezes dividido pelo cliente seduzido pelo inesperado, mesmo que sonhado, desconto, - transforma-se, para o promotor, no pesadelo dos empreendimentos imobiliários que envelhecem sem que haja quem os promova junto da procura, gerando um cenário de abandono que também atinge o conivente cliente.
Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP
Publicado dia 28 de Julho de 2010 no Público Imobiliário
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Apemip / Público
CB Richard Ellis e neoturis divulgam estudo sobre Mercado Turístico e Residencial
O relatório de mercado turístico da CB Richard Ellis e da neoturis, lançado em Julho de 2010, revela que em 2009 Portugal, recebeu um total de 10,4 milhões de passageiros de voos internacionais, o que representa uma quebra de 5,4% em relação a 2008. Os decréscimos ocorreram em todos os tipos de voos, com perdas de 19 mil, 228 mil e 346 mil passageiros nos voos tradicionais, low-cost e charters. A crise generalizada na economia, levou a um forte quebra da dinâmica de vendas de unidades turístico-residenciais em 2009. Este cenário promoveu o “congelamento” de vários projectos de resorts, verificando-se inclusivamente, o retrocesso da decisão de desenvolvimento ou expansão de alguns empreendimentos.
O relatório estima que, na globalidade do ano de 2009, registaram-se cerca de 37 milhões de dormidas, o que espelha uma quebra de 6,4% face a 2008. Este decréscimo é consequência directa do comportamento manifestado pelo mercado externo, que caiu 10,7% no mesmo período, ou seja, menos 2,8 milhões de dormidas.
Turismo Residencial
Relativamente ao Turismo Residencial Nacional, verificou-se um forte decréscimo do volume de vendas de unidades turistico-residenciais desde 2008. Este decréscimo deve-se, essencialmente, à retracção nos últimos meses, de todos os mercados emissores. Esta tendência já se verifica desde o segundo trimestre de 2008, tendo-se acentuado em 2009.
A crise generalizada na economia, levou a uma forte quebra da dinâmica de vendas de unidades turístico-residenciais. No entanto, tem-se verificado um aumento da entrada de turistas provenientes do Reino Unido que se reflectiu no crescimento de visitas e compras. Contudo, 2009 foi caracterizado pela quase ausência de transacções de imóveis turístico-residenciais.
Na opinião de Eduardo Abreu, sócio da neoturis, “o decréscimo da procura turística em 2009 era expectável e foi graças à substituição das férias de Portugueses fora de Portugal por férias em território nacional que os resultados não se deterioram mais. O desafio é, no curto prazo, quebrar o círculo vicioso com início em 2008 de diminuição das taxas de ocupação e preços praticados”.
Para Francisco Sottomayor, director de promoção da CB Richard Ellis, “os dados agora apresentados justificam a forma cautelosa como os promotores imobiliários passaram a encarar os seus investimentos em Turismo Residencial. A necessidade de voltar a pensar o desenho do produto e de trabalhar de novo os economics dos projectos em função das novas condições do mercado vai seguramente dar origem a projectos mais sustentáveis.”
Relatório Mercado Turístico (versão integral)
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: CB Richard Ellis / neoturis
CBRE: 'Arrendamento é alternativa de habitação para portugueses'
Conferência Turismo Residencial: 'Caminhos para sair da crise'
CB Richard Ellis comercializa o empreendimento Amieiros.Exclusivo
Temas:
Turismo Residencial
Subscrever:
Mensagens (Atom)








