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terça-feira, 16 de Março de 2010

CI/LardoceLar: Fogos novos na AM Porto são 37% da procura

As estatísticas Confidencial Imobiliário/LardoceLar.com, para o mercado imobiliário da Área Metropolitana do Porto (AM Porto), no 3º trimestre de 2009, quando analisadas pela vertente da procura, ou seja, efectuada a análise através dos fluxos de saídas de fogos da base de dados, colocam o Porto no topo dos valores/m2 e Gaia com a maior expressão na procura.
O valor médio da procura, registado na AM Porto, foi de 1.237 €/m2, no 3º trimestre de 2009. No Porto a procura fez-se por 1.565 €/m2, Matosinhos destaca-se por se aproximar do Porto, com a procura a atingir o valor médio de 1.434 €/m2, encontrando-se, ainda, a Póvoa de Varzim e Vila do Conde, ligeiramente acima do valor médio metropolitano.

Os restantes concelhos registam valores da procura abaixo de 1.200 €/m2, sendo, no caso de Valongo e Gondomar, inferiores a 1.000 €/m2. O tempo médio de absorção na AM Porto foi de 11 meses, com este indicador a oscilar entre um máximo de 18 meses na Póvoa de Varzim e um mínimo de 8 meses em Valongo.

Procura Habitacional
A procura habitacional no segmento de fogos novos dirigiu-se para alojamentos com valor médio de 1.365 €/m2. Gaia, Matosinhos e Porto perfazem cerca de 70% da procura de fogos novos da área metropolitana, com Gaia a deter a maior fatia da procura, cerca de 28%, Matosinhos ultrapassou o Porto em 2,8 pontos percentuais, sendo estes dois concelhos, no seu conjunto, responsáveis por 40% da procura metropolitana de alojamentos novos.

O valor médio dos fogos novos em procura excede os 1.650 €/m2 em três concelhos da área metropolitana, que correspondem a Espinho, Porto e Matosinhos. No segmento de mercado da gama mais baixa, com valores médios dos alojamentos novos compreendidos no intervalo de 1.200 €/m2 a 1.000 €/m2, está 47% da procura da AM Porto.

Os fogos usados representaram 63% da procura habitacional da AM Porto, no 3º trimestre de 2009, com essa procura a incidir sobre fogos com um valor médio de 1.160 €/m2, com o Porto e Gaia a assumirem o maior peso neste mercado.

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Construção acentua tendência de descida no 4º Trimestre de 2009

No 4º trimestre de 2009 foram licenciados 7,0 mil edifícios, correspondendo uma variação média anual de -21,0%. Por comparação com o trimestre anterior, o número de edifícios licenciados registou um decréscimo de 10,0%.

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Euribor a 6 meses em mínimos históricos

As taxas Euribor recuaram hoje nos prazos mais longos, enquanto a taxa a 3 meses ficou inalterada. A Euribor a 12 meses recuou para 1,217%, enquanto a maturidade a seis meses desceu para 0,955%, e está a negociar em mínimos de sempre.

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Imorequerente apresenta empreendimento de 50 milhões

A promotora imobiliária Imorequerente apresentou o Garden Residence, um empreendimento residencial que representa um investimento de 50 milhões de euros e está inserido em 11.800 metros quadrados de área de jardim e espaços de lazer.

Este condomínio privado conta com 63 apartamentos, distribuídos por 10 blocos de três pisos cada, com tipologias de T2 a T5+1 e áreas entre os 176 e os 363 metros quadrados, estando a sua conclusão prevista para Setembro deste ano.

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Prémios IHRU 2010

Tem sido prática do IHRU distinguir, através da atribuição de um prémio de prestígio, os empreendimentos de habitação de interesse social e as obras de reabilitação no meio urbano que se destacam por constituírem experiências inovadoras e exemplares, susceptíveis de merecer o reconhecimento e a ponderação do sector.

No contexto do prémio IHRU acaba de ser criada uma variante relativa a trabalhos de produção científica que tem como objectivo incentivar o estudo e a investigação de matérias ligadas à habitação e à reabilitação urbana.

O Prémio IHRU, nesta variante, procura dar relevo a teses de mestrado que anualmente sobressaem pela qualidade e criatividade, bem como a teses de doutoramento que bianualmente se debruçam sobre a matéria nas seguintes áreas temáticas:

a) Reabilitação urbana
b) Reabilitação do edificado/técnicas construtivas
c) Habitação social e modelos de habitar
d) Dinâmica do mercado de habitação
e) Economia e gestão imobiliária/Arrendamento urbano
f) Fiscalidade relacionada com o parque imobiliário de habitação
g) Eficiência energética e condições de habitabilidade associadas aos edifícios

Quanto aos Prémios destinados à Construção e Reabilitação serão atribuídos nos moldes dos anos anteriores, sendo de sublinhar a possibilidade de, doravante, serem destacados Projectos de Referência nas seguintes vertentes: Mobilidade/Acessibilidade e Ambiente/Sustentabilidade.

 Prazos de candidatura: Construção e Reabilitação até 3 de Abril de 2010 | Trabalhos de investigação científica até 30 de Junho de 2010

Regulamentos: Construção e Reabilitação | Trabalhos de investigação científica

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C&W: 'Em 2009 o mercado industrial português teve um desempenho satisfatório'

Segundo o estudo Industrial Space Across the World 2010, publicado pela Cushman & Wakefield (C&W), as rendas dos espaços industriais desceram uma média de 5,5% em 2009. Pela primeira vez, nos 15 anos de história deste estudo, verificou-se uma compressão do valor das rendas em todas as regiões.

As rendas dos espaços industriais são um barómetro do desempenho da economia e estão intrinsecamente ligadas à procura dos consumidores e ao consequente aumento ou diminuição de produção industrial. Apesar de se ter registado uma descida acentuada durante 2009, no final desse ano surgiram sinais de estabilização e a Cushman & Wakefield prevê um aumento de algumas rendas no final de 2010, subida que será mais rápida ou mais lenta dependendo da recuperação global das exportações.

No ranking das 49 localizações mais caras do mundo, a zona do aeroporto de Heathrow em Londres continua a ser a localização industrial mais cara do mundo, com o custo de ocupação anual de cada metro quadrado de espaço industrial a alcançar os 200 euros.

Portugal desceu 5 lugares no ranking dos países, ocupando agora a 32ª posição. O valor anual de um metro quadrado de espaço industrial na área da Grande Lisboa é de 60 euros, contrastando com os 72 euros praticados em 2008.

A evolução negativa das rendas decorreu da situação global da economia e do mercado imobiliário, mais do que da própria natureza do sector industrial. O mercado industrial teve em 2009 um desempenho satisfatório, tendo-se aproximado de um maior equilíbrio entre a oferta e a procura., em grande parte devido ao reduzido número de novos projectos. Durante o ano de 2010 não será expectável nova quebra nos valores, tendo em conta a continuada ausência de novos projectos a entrarem no mercado.

Ana Gomes conclui "O Portugal Logístico, que em 2011 deverá trazer ao país os primeiros projectos apadrinhados por esta iniciativa do governo, terá com certeza um impacto nas rendas praticadas nesse ano embora seja também expectável que esses projectos venham a ser desenvolvidos ao ritmo da procura e não de forma especulativa."

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Para quando uma política estruturante no imobiliário?

O nosso imobiliário vive tempos de clara indefinição, de desconcertação e degradação. Vejamos algumas situações bem conhecidas: Queda física de edifícios; prazos excessivamente longos de licenciamento; insuficientes mecanismos de reabilitação; insuficiente manutenção e reposicionamento de imóveis de escritórios; portfolios imobiliários, detidos pela banca, na gaveta; imóveis detidos pelo Estado vazios e/ou não sujeitos a tributação por parte das autarquias; projectos de resorts na gaveta.

Estas situações são apenas alguns exemplos que resultam de uma ausência quase total de uma política estruturante no imobiliário nacional. Como tal, assistimos à degradação no centro das principais cidades do País, como são os casos lamentáveis do Porto e Lisboa.

A conjuntura económica que impacta a dinâmica (leia-se especulação) da promoção, investimento e arrendamento de imóveis, não justifica uma atitude de laissez-faire, à espera que os mecanismos do mercado voltem a actuar.

A questão é se vamos deixar tudo em declínio até que haja uma retoma da conjuntura económica e um maior apetite para o investimento, ou se vamos pôr a nossa casa em ordem, desenvolvendo uma política de imobiliário que prime pela qualidade, capaz de enquadrar o nosso stock de imóveis de forma coerente e com níveis de competitividade capazes de atrair promotores e investidores.

O que é preciso para haver uma política concertada que posicione o imobiliário como segmento produtor?

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segunda-feira, 15 de Março de 2010

Prémio IHRU vai distinguir investigação e teses de mestrado e doutoramento

Os prémios atribuídos pelo Instituto Nacional de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) vão distinguir este ano pela primeira vez trabalhos de investigação e teses de mestrado e doutoramento, anunciou aquele organismo.

O Prémio IHRU distingue anualmente empreendimentos de habitação de interesse social e obras de reabilitação em meio urbano que tenham caráter inovador. Este ano, a terceira edição do prémio já vai contemplar a variante de 'Produção Científica' para 'incentivar o estudo e a investigação de matérias ligadas à habitação e à reabilitação urbana'. Nesta variante, serão premiadas teses de mestrado que sobressaiam pela qualidade e criatividade, bem como teses de doutoramento que bianualmente se debrucem sobre a matéria.

As áreas abrangidas são a reabilitação urbana, a reabilitação do edificado e técnicas construtivas, a habitação social, dinâmica do mercado de habitação, economia e gestão imobiliária/arrendamento urbano, a fiscalidade relacionada com o parque imobiliário de habitação e a eficiência energética dos edifícios.

O prémio incluiu a atribuição de um montante de 1000 euros a cada uma das duas melhores teses de mestrado ou trabalhos de investigação publicados e 5000 euros à melhor tese de doutoramento.

Em 2009 o Prémio IHRU distinguiu, entre outras obras, a reabilitação da Igreja de São Salvador das Almas e da Rua Roque de Barros, em Viana do Castelo, a recuperação do conjunto Castelo e Museu de Sines e a construção de 10 fogos de promoção municipal para idosos em Santa Luzia (Funchal).

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Laforêt abre nova loja em Esposende

Esposende já tem um amigo no imobiliário. Situada em Esposende, a mais recente agência da rede Laforêt em Portugal, disponibiliza-lhe uma excepcional equipa de profissionais, liderada por Eduardo Oliveira. Com uma ampla experiência no sector imobiliário, este Gestor exerceu, durante os últimos dois anos, o cargo de Director Comercial na Agência Laforêt Barcelos.

Localização da Loja: Rua Engenheiro Losa Faria, n.º151 A, Loja 2

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Confederação defende que reabilitação urbana tem de ser prioridade

O presidente da Confederação Portuguesa da Constução defende que a reabilitação urbana deve ser uma prioridade, mas lembra que é necessário mudar as regras do mercado de arrendamento, de modo a dar mais incentivos para a reabilitação de imóveis.

A Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário defendeu que a reabilitação urbana tem de ser uma prioridade nacional, contudo, para isso o Governo tem de proceder a uma profunda reforma dos incentivos e regras do mercado de arrendamento.

À TSF, o presidente desta confederação diz que «não há nenhuma dinamização do mercado de arrendamento, não há incentivo ao senhorio, não há nenhuma confiança aos investidores e não se capta investimento para o mercado habitacional».

Continuar a ler | Partilhar no Facebook | Fonte: TSF

VIP Hotels entra no imobiliário de luxo

A VIP Hotels começou a diversificar o seu negócio e decidiu entrar no imobiliário de luxo. A empresa portuguesa juntou-se ao Hotel Lutécia (em Lisboa) e ao Sabir Hoteis Figueira da Foz, numa sociedade detida em partes iguais, e estão agora a investir 75 milhões de euros num empreendimento de luxo às portas de Lisboa.

O condomínio - situado no Prior Velho, junto ao aeroporto da Portela - será composto por um bloco habitacional de 63 apartamentos e ainda por um hotel de cinco estrelas com 300 quartos e um spa de dois mil metros quadrados, que os moradores poderão usufruir.

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Empreendimentos.com.pt: Consulte a oferta de Empreendimentos no Concelho de Lisboa

CBRE: Mercado de investimento imobiliário europeu continua a crescer

Segundo o mais recente estudo apresentado pela CB Richard Ellis (CBRE), Global MarketView, o mercado de investimento imobiliário europeu continua a fortalecer-se, podendo observar-se no quarto trimestre de 2009 uma melhoria a nível de expectativas, actividade e pricing.

O volume total de investimento na Europa aumentou para cerca de 28 mil milhões de euros no quarto trimestre de 2009, o valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2008, que corresponde a um período anterior ao colapso da Lehman Brothers e um aumento de 51% em termos trimestrais.

(...) “Na Europa, importa destacar que o valor total das transacções de investimento aumentou em cada um dos 3 últimos trimestre de 2009, o que mostrou uma tendência consistente e não um resultado isolado. Na Europa as yields do mercado de investimento mantiveram-se em queda, mas apenas para imóveis prime.

O volume de transacções aumentou significativamente no segundo semestre do ano transacto relativamente ao primeiro semestre, e esta melhoria parece manter-se em 2010. Porém, em muitos mercados as rendas ainda se mantêm em pressão descendente.

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Rede Veigas lança produto 'Veigas Outlet - Casas a Preços Únicos'

A Veigas Imobiliária, a maior rede imobiliária nacional acaba de lançar no dia 1 de Março o novo produto “Veigas Outlet – Casas a Preços Únicos”, com o objectivo de prestar um serviço adequado e responder às necessidades actuais dos seus clientes.

“Veigas Outlet - Casas a Preços Únicos”, é um produto pioneiro e inovador em Portugal. A marca fez a analogia com os outlet do sector da moda, um universo ao qual os consumidores já estão habituados, pelas boas oportunidades apresentadas durante todo o ano.

A marca reportou ícones deste universo para o cenário do mercado imobiliário, como os charriots e os cabides, que se vêem em todas as agências Veigas, numa campanha, que pelo seu carácter diferenciador, chamará a atenção dos consumidores.

Os imóveis em Outlet são provenientes de baixas de preço por parte do cliente e do património imóvel da banca e do fisco, com valores até 30% abaixo do preço do mercado, sendo excelentes oportunidades de negócio, quer para quem quer comprar, quer para pequenos investidores.

Para o lançamento do produto “Veigas Outlet - Casas a Preços Únicos”, a Veigas Imobiliária lançou uma campanha publicitária que visa reforçar a sua imagem de marca junto dos consumidores. A campanha publicitária iniciou-se a 1 de Março e actualmente é amplamente divulgada em televisão, ATM, portais imobiliários e acções de marketing de rua.

(...) Para além da nova campanha publicitária, a Veigas Imobiliária reforça ainda a sua presença com o lançamento do novo site da marca e a presença em vários portais imobiliários nacionais, mantendo assim a sua estratégia de proximidade com o consumidor.

Desde Janeiro que a rede de agências Veigas Imobiliária está presente com aproximadamente 10 mil imóveis, nos canais LardoceLar (http://www.lardocelar.com/), semanário SOL (http://www.imobiliario.sol.pt/), Bolsa Caixa Imobiliário (http://www.bci.cgd.pt/), casas.com.pt (http://www.casas.com.pt/) e Oje (http://www.oje.pt/).

Segundo Paulo Veigas, director-geral da Veigas Imobiliária, «a Veigas Imobiliária tem procurado responder da melhor forma às necessidades dos seus clientes, garantindo as melhores soluções. Acreditamos que o produto “Veigas Outlet - Casas a Preços Únicos” vem ajudar e resolver muitos dos problemas económicos actuais de algumas famílias, encontrando neste produto, imóveis abaixo do preço do mercado, com uma excelente relação qualidade-preço. Desta forma, estamos preparados para providenciar sempre a melhor resposta ao cliente.

Actualmente existe em Portugal um excedente de imóveis devido à força crescente da construção nova nos últimos anos e ao accionamento das hipotecas dos bancos e do fisco, acompanhada pelo abrandamento da procura, tornando a oferta superior em larga escala. O “boom” ainda está para vir nos próximos 5 anos, fazendo do produto “Veigas Outlet - Casas a Preços Únicos” um produto para ficar.»

Partilhar no Facebook | Fonte: Rede Veigas (Press Release)

Euribor caem em todos os prazos

A Euribor a seis meses desceu hoje para 0,956%. No mesmo sentido, a Euribor a três meses deslizou para 0,646%, fixando assim um novo mínimo histórico. Também a Euribor a doze meses regrediu, mas para 1,219%.

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Regime de Arrendamento: Denúncia de Contrato (Senhorio)

Saiba mais sobre o Regime de Arrendamento actualmente em vigor:

Senhorio: Arrendamento para Habitação

Que fundamentos pode o senhorio invocar com vista à denúncia do contrato de duração indeterminada?
O senhorio pode denunciar o contrato de duração indeterminada com os seguintes fundamentos:

1. Necessidade de habitação pelo próprio, ou pelos seus descendentes em primeiro grau.
O direito de denúncia depende, neste caso, do pagamento do montante equivalente a um ano de renda. Terão ainda que estar verificados dois requisitos: ser o senhorio proprietário, comproprietário ou usufrutuário do prédio há mais de cinco anos, ou, independentemente deste prazo, se o tiver adquirido por sucessão; não ter o senhorio, há mais de um ano, na área dos concelhos de Lisboa ou do Porto e seus limítrofes ou no respectivo concelho quanto ao resto do País casa própria ou arrendada que satisfaça as necessidades de habitação própria ou dos seus descendentes em primeiro grau.

O senhorio que tiver diversos prédios arrendados só pode denunciar o contrato relativamente àquele que, satisfazendo as necessidades de habitação própria e da família, esteja arrendado há menos tempo.

A denúncia é feita nos termos da lei de processo com antecedência não inferior a 6 meses sobre a data pretendida para a desocupação.

A indemnização devida pela denúncia deve ser paga no mês seguinte ao trânsito em julgado da decisão que a determine.

O senhorio deve dar ao local a utilização invocada no prazo de seis meses e por um período mínimo de três anos. Salvo caso de força maior, o não cumprimento destes prazos torna o senhorio responsável por todas as despesas e demais danos, patrimoniais e não patrimoniais, ocasionados ao arrendatário, não podendo o valor da indemnização ser inferior ao de dois anos de renda, e confere ao arrendatário o direito à reocupação do locado.

Da denúncia não pode resultar uma duração total do contrato inferior a cinco anos.


2. Para demolição ou realização de obra de remodelação ou restauro profundos.
A invocação deste fundamento obriga o senhorio mediante acordo e em alternativa:

a) ao pagamento de todas as despesas e danos, patrimoniais e não patrimoniais, suportados pelo arrendatário, não podendo o valor da indemnização ser inferior ao de dois anos de renda;

b) a garantir o realojamento do arrendatário no mesmo concelho, em condições análogas às que este já detinha, por período não inferior a cinco anos;

c) a assegurar o realojamento temporário do arrendatário no mesmo concelho com vista a permitir a reocupação do prédio, em condições análogas às que este já detinha.

Na falta de acordo, fica o senhorio obrigado ao pagamento de todas as despesas e danos, patrimoniais e não patrimoniais, suportados pelo arrendatário, não podendo o valor da indemnização ser inferior ao de dois anos de renda.

A denúncia é feita mediante acção judicial, com antecedência não inferior a 6 meses sobre a data pretendida para a desocupação.

A indemnização devida pela denúncia deve ser paga no mês seguinte ao trânsito em julgado da decisão que a determine.

Salvo caso de força maior, o não início da obra no prazo de seis meses torna o senhorio responsável por todas as despesas e demais danos, patrimoniais e não patrimoniais, ocasionados ao arrendatário, não podendo o valor da indemnização ser inferior ao de dois anos de renda, e confere ao arrendatário o direito à reocupação do locado.

Da denúncia não pode resultar uma duração total do contrato inferior a cinco anos.

Definições: Obra de remodelação ou restauro profundos


As obras a realizar no locado serão de remodelação ou restauro profundos quando obriguem à desocupação do locado. As obras deste tipo são ainda qualificadas como estruturais ou não estruturais, sendo estruturais quando originem uma distribuição de fogos sem correspondência com a distribuição anterior.
O senhorio que pretenda realizar obras de remodelação ou restauro profundos pode seguir uma de duas vias: denunciar o contrato ou suspender a sua execução pelo período da sua duração. A suspensão do contrato é, todavia, obrigatória quando as obras não sejam estruturais, ou quando, sendo estruturais, se preveja a existência de local com características equivalentes às do locado após a obra.


3. Mediante comunicação ao arrendatário com antecedência não inferior a cinco anos sobre a data em que pretenda a cessação.
A possibilidade de denúncia do contrato não depende, neste caso, da invocação de qualquer fundamento, bastando que o senhorio comunique ao arrendatário que pretende a cessação do contrato com a antecedência mínima de cinco anos. A denúncia deve ser confirmada, sob pena de ineficácia, por comunicação com a antecedência máxima de quinze meses e mínima de um ano relativamente à data da sua efectivação.

Carta do senhorio a denunciar o contrato de arrendamento de habitação ou não habitação a cinco anos de distância da data pretendida para a cessação


Exmo(a). Sr(a).


Venho por este meio denunciar o contrato de arrendamento entre nós celebrado em ....... , relativamente ao (prédio, loja, ou andar) situado em ......, pelo que ele terminará em ........ (cinco anos depois do recebimento da comunicação).


Com os meus cumprimentos,



Consulte o Dossier Novo Regime de Arrendamento

Fonte: Arrendamento Urbano, Guia Prático
Daniela Maia e Rute Barreira
Edição Vida Imobiliária


Nota: O Novo Regime do Arrendamento Urbano aplica-se aos contratos celebrados após a sua entrada em vigor (28.6.2006) bem como às relações contratuais constituídas que subsistam nessa data, sem prejuízo do previsto nas normas transitórias.

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sexta-feira, 12 de Março de 2010

Onde vale a pena comprar casa

Há um aspecto essencial quando se pensa em investir no mercado imobiliário: localização. Esta será talvez a chave do negócio. As pessoas querem viver ou trabalhar no local? Se sim, será meio caminho para conseguir rendibilizar o investimento

"Teoricamente", actualmente é possível fazerem-se bons negócios no mercado imobiliário. Esta é a perspectiva de vários responsáveis do sector. A questão, muitas vezes, é a de saber onde investir. A localização é decisiva.

Encontrar a casa de sonho é para muitos a única premissa essencial para decidir comprar uma habitação. Mas a verdade é que muitas vezes um impulso pode transformar uma casa de sonho, num pesadelo. Principalmente se a quiser vender mais tarde. Por isso, há algumas questões em ter em conta quando se investe num imóvel.

O Negócios falou com vários intervenientes no mercado imobiliário que deixaram algumas luzes. Em termos de localização, as zonas centrais das cidades são regra geral apostas em ter em conta. Isto porque a procura por casas e escritórios nestas zonas é elevada.

No centro de Lisboa, ou do Porto, por exemplo, a venda ou o arrendamento de um imóvel será mais fácil do que fora do centro. "As zonas onde há menor risco, e por isso maior liquidez, são as zonas mais centrais de Lisboa. São zonas que continuam a ter muita procura", realçou Jorge Botas, responsável da consultora imobiliária, B. Prime.

Continuar a ler | Partilhar no Facebook | Fonte: JdN

Procura casa em Lisboa ou no Porto? Duas opções: LardoceLar.comCasas.com.pt
Saiba mais sobre os preços de casas em Lisboa e no Porto.

Isenção de IMI para munícipes afectados pelo temporal

Medida da Câmara Municipal do Funchal vale por dois anos e é dirigida a proprietários de habitações parcialmente destruídas. Durante dois anos os proprietários de habitações afectadas pelo temporal de 20 de Fevereiro não vão pagar o Imposto Municipal Imobiliário (IMI).

A decisão foi aprovada por unanimidade na reunião do executivo camarário desta quinta-feira. Quanto à moradias que despareceram "o trâmite legal é dar baixa do artigo matricial", conforme explicou o vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Bruno Pereira. Os interessados devem dirigir-se à Câmara e preencher o formulário do pedido de isenção, para que seja conferida isenção de IMI.

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Conferência Imobitur: 'Imobiliário & Cidades, O desafio do Futuro'

Conferência Imobitur: 'Imobiliário & Cidades, O desafio do Futuro'
25 e 26 de Março de 2010

O momento é de desafio… a construção das nossas cidades está parada, com uma redução drástica do investimento privado em imobiliário. Em 2010 estaremos eventualmente no nível de produção de novas
habitações mais baixo dos últimos 20 anos. É o momento, para autarquias, promotores, investidores e construtores procurarem respostas!

O investimento público, mesmo num momento sensível como o actual, é uma resposta essencial. O programa de investimento regional de requalificação do espaço público está em curso, com um volume de investimento co-financiado que atinge os 380 milhões de euros… a resposta para manter o emprego e a actividade do sector da construção em toda a região Norte.

Com o aumento do preço do crédito e a redução da construção, este pode ser o momento do binómio Requalificação Urbana / Arrendamento. A revitalização do centro das cidades é um processo complexo, que precisa da dinamização dos actores culturais e científicos e do Turismo de centro de cidade. O equilíbrio de uma construção amiga do ambiente e o respeito pelo património tem que constituir um objectivo único, com uma articulação e aproximação das entidades reguladoras envolvidas no processo!

Partilhar no Facebook | Fonte: Imobitur

Euribor a 3 meses cai pela terceira vez e renova mínimos

A Euribor a três meses desceu hoje para 0,649%, enquanto os prazos mais longos voltaram a subir. A Euribor a seis meses, a taxa mais usada no crédito à habitação dos portugueses, subiu hoje para 0,958%, enquanto a Euribor a doze meses avançou para 1,221%.

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Angra do Heroísmo reduz IMI em 30%

A câmara municipal de Angra do Heroísmo, nos Açores, decidiu reduzir em 30 por cento, no próximo ano, o Imposto Municipal sobre Imóveis para “aumentar os incentivos para a fixação rural e no centro histórico da cidade”.

“Pretendemos descriminar positivamente as zonas mais retraídas para potenciar a fixação de jovens nas freguesias da Serreta, Altares, Raminho e Doze Ribeiras bem como no centro histórico”, explicou a presidente da autarquia, Andreia Cardoso.

Falando numa conferência de imprensa anunciou ainda uma redução de 50 por cento das taxas de licenciamento para operações urbanísticas e edificações na zona classificada como Património da Humanidade.

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quinta-feira, 11 de Março de 2010

Euribor sobem nos prazos mais longos

As maturidades a 6 e 12 meses regressaram hoje os ganhos, ao passo que a Euribor a 3 meses caiu para 0,65%, um novo mínimo histórico. A Euribor a seis meses, a mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação, subiu hoje para 0,957%, enquanto no prazo a 12 meses avançou para 1,218%.

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Prémio Square Arquitectar 10

A próxima edição do Prémio Square Arquitectar 10, uma co-organização com a ADENE, deverá ter como tema a sustentabilidade/eficiência energética e a Reabilitação Urbana.

O Square Arquitectar 10 constitui o prémio com maior sucesso em Portugal para jovens arquitectos, tendo registado cerca de 100 inscritos na sua 2ª edição em 2009, podendo ser um forte contributo para a dinamização do espírito criativo, para a promoção de jovens talentos na área da arquitectura, e para a sensibilização da população em geral no que diz respeito aos temas da sustentabilidade/eficiência energética.

Na próxima edição do Prémio Square Arquitectar 10, o desenvolvimento do projecto contará com o envolvimento directo da ADENE e da Ordem dos Arquitectos.

Partilhar no Facebook | Fonte: Rede Square

Câmara Municipal de Gaia assina protocolos com a Caixa

A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia vai comprar à Caixa Geral de Depósitos (CGD), através de um protocolo assinado entre as duas entidades, 23 casas para o realojamento de famílias muito carenciadas.

O município quer comprar aos bancos casas que foram penhoradas pelas instituições financeiras, evitando assim construção nova e incentivando o arrendamento social.

Além disso, foi também estabelecido que a partir de agora, todos os moradores na Urbanização de Vila D' Este que pretendam efectuar obras nas suas casas vão poder beneficiar de condições bancárias especiais. De entre os privilégios destacam-se o alargamento do montante e do prazo de financiamento e ainda a redução do spread.

«Gaia é uma cidade inovadora, progressiva e dinâmica, com uma obra notável nos últimos anos. E hoje continua também a ser uma cidade em movimento, arranjando soluções para contornar a crise», afirmou Faria de Oliveira, Presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), durante a assinatura dos protocolos de colaboração com duas entidades empresariais municipais: a Gaia Social e a Cidade Gaia - Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU).

O protocolo entre a CGD e a SRU prevê a criação de uma linha de crédito especial para todos aqueles que pretendam adquirir ou efectuar obras em prédios situados em zonas de intervenção do processo de reabilitação do Centro Histórico. «É uma forma de se potenciar a reabilitação da zona, desburocratizando-se o sistema.

Apesar da crise, estamos de consciência tranquila porque não deixamos de batalhar e prosseguir o caminho traçado. Prova disso mesmo é o facto de termos captado cerca de mil milhões de euros de investimento público e privado para o concelho», destacou, por sua vez, Luís Filipe Menezes, Presidente da Câmara Municipal.

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Sotheby’s lidera na excelência do serviço Imobiliário

A Sotheby’s International Realty conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, o prémio “Best in Category for Real Estate Franchisee Satisfaction” da Franchise Busines Review. Os Franchisee Satisfaction Awards, como o nome indica, medem os níveis de satisfação dos franchisados de empresas dos mais variados ramos de actividade, e são entregues anualmente pela Franchise Busines Review.

“Estamos muito honrados por receber este reconhecimento, pelo terceiro ano consecutivo”, afirma Michael R. Good, Presidente e Director Executivo da Sotheby’s International Realty Affiliates LLC. “Este prémio demonstra que continuamos a oferecer aos nossos frachisados todo o apoio, ferramentas e recursos de que necessitam”. “O facto deste prémio ser baseado no feedback directo dos franchisados torna-o muito importante”.

Continuar a ler | Partilhar no Facebook | Fonte: Revista Imobiliário

Estradas de Portugal vende imóveis para cortar 10% da dívida

A empresa está a reavaliar o património e espera encaixar 80 milhões de euros com a venda do edifício-sede, terrenos e outros prédios ainda este ano. A Estradas de Portugal (EP) prevê encaixar receitas de 80 milhões de euros com a venda de património imobiliário ainda este ano.

O Diário Económico apurou que esta é a verba indicativa inscrita no orçamento da empresa pública liderada por Almerindo Marques para o exercício de 2010 -e representa um esforço acrescido para conseguir verbas com activos que não geram receitas, agora que se prevê uma ligeira reanimação do mercado imobiliário em Portugal.Caso seja realizada na íntegra, esta verba permitiria abater em cerca de 10% o endividamento bancário da empresa no final de 2008 (910 milhões de euros), último ano em que a EP tem contas publicadas.

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Arrendamento de habitações em Portugal reduzido

Em Portugal apenas 13% do mercado imobiliário se refere a aluguer de habitação, quando em França, Alemanha, Holanda, Áustria e Suécia o arrendamento já ultrapassa os 40% do mercado imobiliário.

Portugal é dos países da União Europeia com menor taxa de arrendamento, o que os promotores imobiliários atribuem à Justiça, referindo a morosidade na resolução de eventuais conflitos, mas também à falta de incentivos ao arrendamento.

A taxa de arrendamento em Portugal é de apenas 13%, quando em vários países da UE o aluguer de habitação representa mais de 40% do mercado imobiliário.

Os promotores imobiliários referem que estes números se ficam a dever à difícil relação entre o negócio e os lentos caminhos da Justiça, sublinhando também a descrença na Justiça que retrai muitos investigadores. Em consequência muitos edifícios ficam à mercê do tempo.

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quarta-feira, 10 de Março de 2010

Esposende cria SIMPLEX no serviço de Gestão Urbanística

A Câmara de Esposende implementou esta terça-feira o “despacho na hora”, um projecto que pretende “agilizar” alguns serviços municipais, anunciou o presidente da autarquia.

Este novo procedimento, segundo o social-democrata João Cêpa vai funcionar ao nível da Divisão de Gestão Urbanística (DGU) e possibilita, por exemplo, a “emissão da licenças de construção no dia da entrega dos projectos”.

Este projecto é “um verdadeiro simplex”, frisou o autarca ao defender que “as câmaras municipais têm obrigação de implementar medidas que permitam simplificar e agilizar os procedimentos”.

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Produção na Construção atenuou variação negativa

A produção na construção apresentou em Janeiro de 2010 uma variação de -7,2% em termos homólogos. Esta redução foi, no entanto, menos intensa em 0,6 pontos percentuais que a observada no período anterior. Relati-vamente ao mês homólogo o emprego e as remunerações diminuíram 7,5% e 4,2% respectivamente.

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Luís Mário Nunes: 'ComprarCasa é hoje a maior rede imobiliária ibérica'

Luís Mário Nunes, director-geral da rede em Portugal, definiu como objectivos para este ano o aumento do número de lojas e a criação de um portal ibérico.

Em entrevista ao Público, Luís Mário Nunes refer que "Não foi um ano fácil para ninguém. Foi um ano que exigiu de todos nós uma maior capacidade de inovação, de elasticidade mental e de processos."

"Todavia, em termos de resultados comerciais, acabou por ser um ano bastante interessante, tanto mais que crescemos 22 por cento em número de lojas e terminámos com uma facturação, em termos de negócio intermediado, a rondar os 180 milhões de euros."

"Além disso, e de acordo com as informações que possuímos, intermediámos cerca de 1.600 operações, das quais 300 de arrendamento, um número que poderá ser superior, isto porque na grande maioria das situações as operações de arrendamento, dada a elevada procura, acabam por não entrar no nosso software de gestão."

"Temos perfeita consciência de  que fizemos mais arrendamentos, mas como a procura existe e a oferta é escassa neste subsector, na maioria dos casos angariámos um imóvel para arrendamento e quase
imediatamente o colocamos no mercado."

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Cushman & Wakefield prevê um volume de transacções de investimento na ordem dos 360 mil milhões de euros

O investimento imobiliário no Mundo vai subir cerca de 30%, de acordo com uma análise da consultora Cushman & Wakefield (C&W). No estudo Global Investment Atlas 2010, que analisa o volume de transacções de investimento imobiliário comercial em 56 países, prevê-se que em 2010 o volume global de investimento no mundo suba 30%, atingindo o valor de 360 mil milhões de euros.

Em 2009, o volume global de transacções de investimento desceu 23% relativamente ao ano anterior, chegando aos 270 mil milhões de euros, o valor mais baixo desde 2003.

A recuperação na região EMEA, que foi iniciada pelo Reino Unido, está a alastrar para ocidente, onde o volume de transacções de investimento subiu no final do trimestre na maior parte dos sectores e os yields desceram no inicio do ano de 2010.

"Prevemos um volume de transacções da ordem dos 115 mil milhões de euros - comparável com os níveis de transacção de 2004 - o que representará uma subida de 44%" acrescenta Luís Rocha Antunes, partner e director de investimento da Cushman & Wakefield em Portugal.

"No entanto, apesar de podermos facilmente identificar de onde o interesse surge, não torna mais fácil encontrar edifícios que correspondam ao pretendido pelos investidores, devido à escassez de vendas forçadas (vendas não desejadas/previstas pelos promotores e proprietários, mas exigidas pelos credores), visto que os bancos continuam a saber gerir os desafios que enfrentam.

Neste sentido, os investidores terão de se adaptar aos preços actuais de mercado, e aceitar o facto de que deixou de haver produto disponível no mercado a preços muito baixos."

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AICE promove Seminário sobre Arrendamento

A análise do fenómeno do arrendamento em Portugal e a comparação com os restantes mercados europeus vai estar esta quarta-feira em destaque num Seminário promovido pela Associação dos Industriais da Construção de Edifícios (AICE) e que vai reunir diversos especialistas nesta matéria.

De acordo com a associação, o mercado de arrendamento nacional está muito longe dos índices registados nos países mais desenvolvidos da Europa. De acordo com dados fornecidos pela UEPC (União Europeia dos Construtores Promotores) o arrendamento já representa mais de 40 % da actividade imobiliária de países como Alemanha, França, Holanda, Áustria e Suécia, enquanto em Portugal não ultrapassa os 13%.

A iniciativa analisará um conjunto de medidas governamentais de apoio ao mercado de arrendamento, tomadas com sucesso em países como a França e Espanha e a sua aplicabilidade ao caso português.

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Luís Lima: 'Retoma escreve-se com “r” de reabilitar'

Regresso ao tema - que aqui já abordei - das gruas do nosso contentamento, para lembrar que todos quantos têm uma palavra a dizer na fileira da construção e do imobiliário, devem insistir na urgência da reabilitação / regeneração dos centros urbanos, como um dos caminhos para a própria retoma da Economia portuguesa. A palavra retoma escreve-se com "r" de reabilitar.

O tema ganha, neste fechar de Inverno, em que as águas de Março começaram a cair violentamente em Fevereiro, uma outra dimensão pelos sinais que a Natureza tem vindo a enviar aos homens que, não raras vezes, a ignoraram, na hora de certas construções. A oportunidade da reconstrução das nossas cidades, não só reanimará o sector e a Economia, como poderá servir de redenção dos erros do passado.

Solução rápida e imediata para a criação de certo tipo de emprego, a reabilitação / regeneração dos centros urbanos, imperativo ético da nossa geração para com as gerações vindouras, como sempre sublinho quando abordo este tema, tarda em ganhar velocidade de cruzeiro, pela ausência de incentivos efectivamente eficazes para que esta vertente seja uma real alternativa para a fileira da Construção e do Imobiliário.

Já não falo na crónica proliferação de impostos e taxas que se abatem sobre o imobiliário, para alimentar o verdadeiro maná do Poder Local. Apenas lembro, a ausência de incentivos à reabilitação dos centros urbanos, pela simples simplificação dos respectivos processos e pela capacidade de harmonizar o que tem de ser mantido com o que de novo tem de nascer.

Luís Lima
Presidente da APEMIP

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Lisboa sofre indirectamente porque deixa de ser interessante

Em 2010, os investidores vão preferir mercados maduros, como Paris ou Londres, diz o estudo Emerging Trends in Real Estate. 

A consultora PriceWaterHouseCoopers (PWC) e a Urban Land Institute (ULI) apresentaram no final da semana passada o estudo "Emerging Trends in Real Estate Europe 2010" que tem por objectivo mostrar quais as tendências de negócio no mercado imobiliário em 2010.

O Diário Económico falou com os dois responsáveis máximos por este estudo em Portugal: Francisco Rocha Antunes, presidente da ULI em Portugal e Jorge Figueiredo, partner da PWC, que explicaram o que se pode esperar para Portugal e principalmente para Lisboa, que caiu cinco posições no ‘ranking' das cidades mais atractivas para investir. A capital está agora em 18º lugar num total de 27 cidades europeias.

Francisco Rocha Antunes refere que o "estudo permite concluir que o mercado já não está a cair a pique, que há uma melhoria, mas que continua a haver uma preocupação muito grande com os fundamentos da economia. Sabemos que vamos passar por um período demorado e por uma recuperação lenta".

Jorge Figueiredo acrescenta que "há um optimismo muito cauteloso porque ainda há uma grande preocupação com a economia real, o desemprego e a diminuição do consumo e ainda com a banca e tudo o que está relacionado com a captação de fundos para projectos".


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terça-feira, 9 de Março de 2010

Euribor a 6 e 12 meses regressam às quedas

As taxas Euribor baixaram hoje nos prazos mais longos, enquanto a taxa a 3 meses ficou inalterada nos 0,652%. A Euribor a seis meses desceu para 0,956%, enquanto a maturidade a 12 meses recuou para 1,216%.

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INE publica Índice de Custos de Construção de Habitação

Em Janeiro de 2010, o índice de custos de construção de habitação nova, no Continente, registou uma variação homóloga de 0,8%, superior em 0,4 pontos percentuais à verificada em Dezembro. A taxa de variação homóloga do índice de preços de manutenção e reparação regular da habitação, no Continente, manteve-se em 0,5%.

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Empreendimentos de Norte a Sul de Portugal

Mais de 1.550 Empreendimentos disponíveis para consulta online
Viana do Castelo, Arcos de Valdevez e Caminha, Braga, Famalicão, Guimarães e BarcelosViseu e TondelaAveiro, Ílhavo, Murtosa e VagosSantarém, Benavente, Tomar e Rio Maior, Troia, Setúbal, Sesimbra, Seixal e AlmadaVilamoura, Albufeira, Tavira, Cabanas de Tavira e Carvoeiro...

Mais Empreendimentos | Partilhar no Facebook

Grupo Obriverca aposta em condomínio Omnia IV

Na sequência do sucesso registado pelos empreendimentos residenciais Omnia, localizados em Alverca, junto à saída Norte de Lisboa, o Grupo Obriverca está agora a apostar na comercialização do novo condomínio fechado Omnia IV.

Vocacionado para um segmento residencial de elevada qualidade, o condomínio conta com 78 apartamentos de tipologias T2,T3 e T4 — e “está implantado numa ampla envolvente verde, onde se destacam várias espécies arbóreas que permitem integrar a área construída e humanizar as diferentes perspectivas em seu redor”, revela o Grupo Obriverca em comunicado de imprensa.

“De traço contemporâneo, o projecto caracteriza-se por uma modernidade sofisticada, aliada a espaços de lazer, como piscina e jardins”, conta com a arquitectura paisagista assinada pelo gabinete Topiaris, e Representa um investimento global de 12 milhões de euros.

O Condomínio Omnia IV compreende ainda piscina, jardins, além de outros espaços comuns e zonas sociais, encontrando-se implantado numa área de 19.958,00 m2, 75 % dos quais ocupados por espaços verdes e oespaços comuns e zonas sociais.

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Empreendimentos.com.pt: Consulte a oferta de Empreendimentos no Concelho de Vila Franca de Xira

segunda-feira, 8 de Março de 2010

Square imobiliária anuncia crescimento de 25%

A rede Square fechou o ano de 2009 com um total de 35 unidades franchisadas a nível nacional e aproveitou a ocasião para apresentar os resultados relativos à sua actividade e as novidades para 2010.

No passado dia 6 de Fevereiro a Square Imobiliária reuniu a sua rede de franchising para a Convenção anual. No encontro, sob uma gigantesca impressora – rotativa, Nuno Seabra e João Cunha – respectivamente Presidente e Administrador da Rede, referiram os sucessos da rede em 2009, “um ano que apesar de atribulado por uma forte crise, foi superado pela SQUARE”, tendo a marca sido a “que mais subiu no top 50 de todas as marcas de Franshising”, e tendo entrado para o “Top 10 das melhores marcas” no modelo.

No Convenção foram ainda apresentados os principais objectivos para a rede e as principais medidas para assegurar o seu contínuo crescimento. “Tirar partido das nossas capacidades e do seu fortalecimento em 2009, para reinventarmos o futuro”, afirmou Nuno Seabra.

“O ano de 2009 registou um abrandamento significativo do crescimento da rede, fruto de uma economia manifestamente fragilizada e com índices de confiança muito baixos. Serviu no entanto para reforçarmos as nossas competências, sendo de destacar que foi um ano de implementação de um novo software de gestão e um novo site baseado numa plataforma de marketing relacional. 2009, foi ainda o ano em que apostámos também no lançamento de um programa de formação multimédia – Square Pro, permitindo uma evolução permanente e acompanhada dos nossos consultores imobiliários.”, destacou Nuno Seabra.

Foram ainda apresentados os resultados da principal rede de mediação imobiliária nacional, a qual registou um volume de negócios consolidado de 76 milhões de euros em 2009, ou seja, um crescimento de 25% face aos resultados de 2008.

Finalmente, foram atribuídos os prémios de rede de 2009. Os prémios Square visam distinguir os colaboradores e as unidades franqueadas que se destacam pela sua performance e contributo para o negócio da rede:

Prémio Melhor Loja: Square Expo (Volume de Negócios) e Square Coimbra (Maior número de Transacções); Prémio Melhor Consultor Imobiliário: Pedro Coelho da Square Expo (Volume de Negócios) e Fátima Gonçalves da Square Graça (Número de Transacções), e; Prémio Franqueado do Ano: Square Amadora


Partilhar no Facebook | Fonte: Rede Square (Nota Imprensa)

Grupo Invictus investe 12 milhões na Aldeia da Chaminé

O Grupo Invictus investiu cerca de 12 milhões de euros na aquisição de mais de uma centena de fracções no empreendimento Aldeia da Chaminé, no Montijo. Este condomínio é composto por 19 lotes e integra apartamentos de tipologia T2 e T3.

Estes apartamentos “possuem acabamentos de luxo, estando equipados com o avançado sistema de domótica que permite o controlo de várias funcionalidades, proporcionando maior conforto e segurança aos moradores”. As áreas cobertas das fracções variam entre os 115 e os 160 metros quadrados e dispõem de ar condicionado, estores eléctricos e sensores de segurança com alarme. Os apartamentos integram anda garagem.

De acordo com o comunicado, este condomínio possui “uma arquitectura contemporânea, com uma ampla xzona de lazer com jardim e espaços comerciais”. Encontra-se localizado perto das principais vias rodoviárias com ligação a Lisboa e numa zona repleta de serviços.

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Empreendimentos.com.pt: Consulte a oferta de Empreendimentos no Concelho do Montijo

CI/ LardoceLar.com: Algarve com variação homóloga de -3,0%

Na região do Algarve o Índice Confidencial Imobiliário/LardoceLar.com registou no início de 2010 uma desvalorização. A taxa de variação homóloga em Janeiro de 2009 era de 10,7%, passados 12 meses o ritmo de desvalorização verificado fez com que se registe um valor de -3,0%. A queda sentiu-se quer no segmento de fogos novos como no de usados.

A desvalorização sentida ao longo do ano passado reflecte-se agora na taxa de variação média anual que passou para terreno negativo, conduzindo a uma taxa de -1,5% em Janeiro deste ano. Segundo este indicador os fogos novos mantêm uma valorização acima dos usados, sendo de 1,3% no primeiro caso e de -3,4% no segundo.

Procura no Algarve
A procura no Algarve, durante o 3º trimestre de 2009, distribuiu-se de forma equilibrada entre fogos novos e usados, com ligeira vantagem para os primeiros. O tempo médio de absorção foi de 13 meses em ambos os segmentos do mercado, sendo o valor médio da procura na região de 1.831 €/m2.A procura de habitações no Algarve está menos concentrada quando comparada com outras zonas do país.

Os quatro concelhos mais representativos da região são, Albufeira, Olhão, Portimão e Faro, somando cerca de 68% da procura.Ao realizar-se uma análise por segmentos de mercado verifica-se que, Albufeira e Olhão são os mais representativos da procura de fogos novos, enquanto que, Faro e Portimão representam 41% da procura de alojamentos usados.A procura atinge os valores mais elevados em Albufeira, contando os fogos novos com um valor médio de 3.539 €/m2.

Lagos e Loulé apresentam valores que rondam os 2.000 €/m2, estando os restantes concelhos abaixo desta fasquia, com Olhão a atingir o valor mais baixo, de 1.390 €/m2.No segmento de fogos usados a procura, no Algarve, registou o valor médio de 1.580 €/m2. O concelho de Tavira atinge o valor mais elevado, de 2.044 €/m2, sendo seguido por Albufeira onde a procura nos fogos usados fez-se por 1.901 €/m2. O concelho de Olhão ocupa o fundo da tabela, registando, neste caso, o valor 1.130 €/m2.
 
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Euribor a 6 meses regressa às subidas

As maturidades europeias registaram hoje uma evolução mista. O prazo a 6 meses subiu pela primeira vez em cinco sessões para 0,957%, enquanto a maturidade a 12 meses aumentou para 1,218%. Já o prazo a três meses recuou para 0,652%, continuando a negociar em mínimos históricos.

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Regime de Arrendamento: Renovação de Contrato (Senhorio)

Saiba mais sobre o Regime de Arrendamento actualmente em vigor:

Senhorio: Arrendamento para Habitação

Em que termos opera a renovação automática do contrato?
O contrato celebrado com prazo certo renova-se automaticamente no seu termo e por períodos mínimos sucessivos de três anos, se outros não estiverem contratualmente previstos. Excepcionam-se os contratos celebrados para habitação não permanente ou para fim especial transitório.
Qualquer das partes tem a faculdade de opor-se à renovação.

Como pode o senhorio opor-se à renovação?
O senhorio pode impedir a renovação automática mediante comunicação ao arrendatário com uma antecedência não inferior a um ano do termo do contrato.
Carta do senhorio a opor-se à renovação do contrato celebrado com o prazo certo (habitacional ou não)

Exmo(a). Sr(a).


Venho comunicar-lhe que me oponho à renovação do contrato entre nós celebrado em .......... e relativamente ao (prédio, loja ou andar) situado em ........., o qual terminará, assim, em .........


Com os meus cumprimentos,

Consulte o Dossier Novo Regime de Arrendamento

Fonte: Arrendamento Urbano, Guia Prático
Daniela Maia e Rute Barreira
Edição Vida Imobiliária


Nota: O Novo Regime do Arrendamento Urbano aplica-se aos contratos celebrados após a sua entrada em vigor (28.6.2006) bem como às relações contratuais constituídas que subsistam nessa data, sem prejuízo do previsto nas normas transitórias.

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Lisboa quer receber alta roda imobiliária

A Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), candidatou Lisboa a cidade anfitriã dos Encontros de Dezembro da FIABCI, uma federação de organizações da fileira da Construção e do Imobiliário, que congrega profissionais de 60 países.

Esta federação Internacional, cuja representação portuguesa pertence à APEMIP, organiza anualmente, além do Congresso (este ano marcado para a Indonésia, em Maio), uns encontros de referência mundial, denominados Congresso e o December Meetings.

Neste encontro – a que a APEMIP candidata Lisboa – são anunciados os projectos vencedores do Workshop “Prix d'Excellence”, saídos de uma selecção de construções classificadas entre as melhores em todo o Mundo, e reúnem os diversos comités da organização, bem como a Assembleia Geral.

São três dias chave para este verdadeiro "clube de negócios" mundial, um organismo com o estatuto de uma Organização Não-Governamental (ONG) que, também, é consultor especial da Nações Unidas com assento no Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC).

A eventual escolha de Lisboa para palco deste encontro, num leque de cidades candidatas que incluem ainda Bruxelas (Bélgica) e Hanoi (Vietnam), dará grande visibilidade ao Mercado imobiliário português, num quadro de clara internacionalização deste sector.

O olhar multidisciplinar destes encontros de Dezembro, a reunir mediadores, gestores e administradores de imóveis, avaliadores, arquitectos, urbanistas e outros profissionais cujos saberes, também são úteis ao sector, e a projecção internacional do evento, são as mais valias que justificam a nossa candidatura.

Com tradução simultânea em Alemão, Espanhol, Francês, Inglês e Japonês, além da língua do país anfitrião, se diferente destas, os encontros de Dezembro do FIABCI, este ano marcados para os dias 2, 3 e 4, mobilizam mais de meia centena de profissionais.

Numa pré-avaliação da candidatura de Lisboa, estiveram, recentemente em Portugal, o presidente e a vice-presidente do Comité Europeu da FIABCI, respectivamente Jean-Pierre Weyermann e Karen Pikielny, que reconheceram, com a distanciação e diplomacia que os cargos exigem, potenciais vantagens numa candidatura de uma cidade da Europa do Sul.

Jean-Pierre Weyermann manifestou-se muito, agradavelmente surpreendido, com a cidade de Lisboa, com a qualidade da oferta do imobiliário turístico de Portugal e, em especial, com os binómios preço / qualidade do nosso mercado, um vector muito competitivo no objectivo chave da internacionalização da nossa Economia.

Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP

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sexta-feira, 5 de Março de 2010

Euribor regressam às quedas em todos os prazos

As taxas Euribor desceram hoje em todos os prazos, no rescaldo da reunião de ontem do BCE, que decidiu mais uma vez manter a sua taxa de referência no mínimo histórico de 1%. A Euribor a seis meses desceu para 0,956%, enquanto o prazo a três meses recuou para 0,653%. Ambos os prazos estão a negociar em mínimos históricos. Já a maturidade a 12 meses deslizou hoje para 1,216%.

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Procura emprego em Lisboa, Oeiras, Cascais ou Sintra?

Todos os dias, muitas empresas do sector imobiliário publicam novos classificados!
Consulte centenas de oportunidades de emprego disponíveis em Lisboa, Oeiras, Cascais, Sintra, Loures, Lourinhã, Mafra e Torres Vedras.

Divulga imóveis no LardoceLar? Então saiba que a sua empresa também pode divulgar as oportunidades de emprego disponíveis, sem qualquer custo. Conheça mais uma vantagem do serviço PROi.

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Imobitur apresenta programa da I Conferência Internacional

A Imobitur apresentou recentemente o programa detalhado da 1ª edição da Conferência Internacional, voltando ao formato de conferências integradas. Sob o tema «Imobiliário & Cidades – O Desafio do Norte», o evento realiza-se nos dias 25 e 26 de Março e tem os apoios da CCDR-Norte, da ULI – Urban Land Institute, da EGP-Escola de Gestão do Porto, além do apoio institucional do INCI, a APEMIP e a AICCOPN.

No dia 25, o tema a debate será «Gerir território em tempos de crise - A realidade Arco Metropolitano», que integrará um primeiro painel sobre economia e um segundo sobre a construção do território. No segundo dia, o tema de base é «A reabilitação das cidades e a competitividade da região», no âmbito do qual se reflectirá sobre as novas oportunidades de financiamento e sobre o papel do turismo em todo o processo.

O evento integra ainda um conjunto de eventos complementares, entre os quais o Seminário APEMIP, a Apresentação do Estudo internacional Emerging Trends in Real Estate, da ULI, e um seminário co-organizado pela Porto Vivo –SRU e pela Agência de Energia do Porto.

Partilhar no Facebook | Fonte: Imobitur

CBRE aponta para duas realidades no mercado industrial e logístico

O novo estudo da CB Richard Ellis demonstra que se está a “assistir ao emergir de duas realidades distintas no mercado industrial e logístico, com consequências futuras para os ocupantes do sector”, devido ao facto de as estratégias empresariais serem feitas, actualmente, para o curto prazo, enquanto que “as exigências dos operadores logísticos das Europa, Médio Oriente e África (EMEA) são cada vez maiores”.

Neste âmbito, a consultora imobiliária afirma que “a flexibilidade dos imóveis e dos contratos de arrendamento no mercado imobiliário industrial e logístico tornou-se vital”.

O estudo aponta para uma redução da actividade do arrendamento no mercado logístico, registando-se um decréscimo nas rendas de cerca de 5% na Europa Ocidental, em 2009. “Face a estas condições de mercado, e perante um panorama económico de incerteza, as empresas sentiram a necessidade de rever com maior frequência as decisões estratégicas e o seu plano”, pode ler-se no documento, que justifica assim o aumento da “importância da flexibilidade do espaço e dos custos associados”.

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Desenvolvimento imobiliário: 'Lisboa cai cinco posições no ranking europeu'

Lisboa caiu este ano cinco posições no ranking europeu de desenvolvimento imobiliário, ficando em 18º lugar no relatório Emerging Trends, que coloca Munique e Hamburgo como as duas melhores cidades para o investimento imobiliário.

O relatório "Emerging Trends in Real Estate Europe 2010" coloca Lisboa em 17º lugar no ranking relativo às perspetivas de desempenho dos investimentos imobiliários e na 21ª posição em relação a propriedades em carteira e novas aquisições.

Com base em entrevistas e inquéritos realizados a cerca de 600 entidades líderes do sector imobiliário na Europa, incluindo investidores, promotores, financiadores e intermediários, a PricewaterhouseCoopers conclui que em termos individuais, Munique e Hamburgo são as líderes do topo do ranking europeu de investimento imobiliário em 2010, posições que já ocupavam em 2009.

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Veigas Imobiliária lança campanha de imóveis em Outlet

A Veigas Marvila, actua no mercado imobiliário de Lisboa, e encontra-se neste momento com imóveis de topo a preços outlet. Esta é uma oportunidade única de encontrar imóveis únicos a preços. Os imóveis em outlete encontram-se em preços bastante competitivos, face ao demais imóveis

Continuar a ler | Partilhar no Facebook | Fonte: Veigas Marvila

quinta-feira, 4 de Março de 2010

Galerias Alto da Barra com escritórios renovados

No passado dia 25 de Fevereiro foram inaugurados os recém remodelados escritórios das Galerias Alto da Barra. Localizados num edifício misto de centro comercial e escritórios, em Oeiras, foram alvo de uma modernização dos espaços pela Imopólis.

Segundo o Chief Executive Officer da Imopólis SGFII S. A., Manuel Mota, os escritórios passaram a ser “dotados de espaços mais modernos, com maior conforto e eficientes a nível energético”. Em formato open space e com áreas que variam entre os 89m2 e 481m2, permitem uma maior flexibilidade em termos de ocupação espacial.

Continuar a ler | Partilhar no Facebook | Fonte: Revista Imobiliária

Remax arranca amanhã com nova época de saldos

A campanha RE/MAX Outlet envolve 1.100 imóveis com descontos mínimos de 6% para venda ou arrendamento. Esta campanha decorre até ao final do mês de Março e os imóveis envolvidos podem ser consultados nas agências da RE/MAX em Portugal e no site da imobiliária.

"Os descontos praticados oscilam entre os 2.000 euros de mínimo, em imóveis até 70 mil euros, a descontos mínimos garantidos de 6% em imóveis acima desse valor", adianta a imobiliária.

A RE/MAX Outlet será apresentada esta sexta-feira, dia 5 Março, na FIL, no Parque das Nações, que acolhe durante este fim-de-semana a maior feira internacional de Outlet.

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Vilamoura recebe conferência internacional sobre construção sustentável

Na conferência Portugal SB10 – International Conference on Sustainable Building, que decorrerá no Centro de Congressos do Hotel Hilton Vilamoura entre 17 e 19 de Março, serão debatidas soluções de baixo custo e elevado desempenho para a construção sustentável.

A conferência, que decorre em simultâneo com a 2.ª Exposição Técnica Nacional no Domínio Construção Sustentável (TESC’10), contará com a participação de um conjunto de oradores convidados de renome internacional, como Charles Kibert, Raymond Cole, Nils Larsson, Thomas Lützkendorf, Kaarin Taipale e Ronald Rovers.

De acordo com a organização, é esperado um elevado número de participantes nacionais e internacionais, ligados a áreas tão diversas como projecto, consultoria, imobiliário, empresas com actividade no âmbito dos materiais, edifícios, soluções e equipamentos, e ainda universidades, centros de investigação e desenvolvimento e autarquias.

Mais informação: Conferência Portugal SB10
 
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ANET apela à reabilitação urbana

A Associação Nacional de Engenheiros Técnicos (ANET) apresentou um conjunto de propostas referente à reabilitação urbana, ao mercado de arrendamento e ao relançamento da economia. Segundo o comunicado enviado ao Construir, a associação presidida por Augusto Ferreira Guedes considera que não é com “uma política de subsídios públicos que se fará a reabilitação do edificado”.

Para a ANET, “só com uma política de simplificação administrativa e envolvimento de toda a sociedade se conseguirá dar um novo sentido à reabilitação”, que considera que devia “ser considerada um objectivo estratégico e um desígnio nacional”, para o qual deveriam ser canalizadas “todas as boas vontades”.

A associação acrescenta que, “em termos de estímulo da economia, combate ao desemprego e sem recurso a fundos do Estado, não haverá muitas mais iniciativas com esta força e capacidade mobilizadora do orgulho individual e colectivo”.

Continuar a ler | Partilhar no Facebook | Fonte: Construir

Euribor a 3 meses regista mínimo histórico em dia de reunião do BCE

No dia em que o BCE decide sobre os juros na zona euro, a Euribor a três meses foi a única a cair. A taxa Euribor a seis meses ficou estável nos 0,957%, depois de dois dias de quedas. Já a maturidade a três meses recuou para 0,654%, um novo mínimo de sempre. Desde o dia 19 de Fevereiro que a taxa não sobe. Em sentido contrário, o prazo a 12 meses aumentou para 1,218%. É a primeira subida em três dias.

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Reconstruir sempre e ininterruptamente

A maior fatia das 700 empresas que já fecharam portas neste ano de 2010, diz respeito a actividades ligadas à construção e ao imobiliário. Foram 182 pedidos de insolvência (154 da construção e 28 de imobiliário) contra os 177 pedidos feitos para a área do comércio, grosso e retalho.

Não sei, com rigor, a quantos postos de trabalho correspondem estas insolvências, mas sei que, em 2009 o sector da construção perdeu mais de 60 mil empregos, isto é, quase metade dos que tinha perdido em acumulado desde 2002. É um cenário que merece a nossa reflexão.

Sendo o segmento residencial aquele que emprega mais mão-de-obra neste sector, parece evidente que a reabilitação/regeneração dos centros urbanos, indispensável para travar a própria degradação prematura do património construído, é um dos caminhos a seguir com maior urgência.

Isto, sem esquecer que em matéria de reabilitação dos centros urbanos – onde existe mais de um milhão de fogos a carecer de obras profundas – estamos muito longe dos valores da Europa, onde este segmento é, actualmente, um dos mais significativos para a fileira da Construção e do Imobiliário.

O investimento nesta área reproduz-se mais rapidamente, e pode absorver uma parte significativa do desemprego, nomeadamente do desemprego menos qualificado, que é, como se sabe, mais difícil de solucionar e aquele que, tendencialmente se eterniza em longa duração.

As grandes obras públicas – importantes se estruturantes e como solução alternativa para a ausência do investimento do sector privado – não são assim tantas e, apesar da respectiva grandeza, não conseguem absorver tanta mão de obra já lançada para o desemprego.

Um sector como o da Construção e do Imobiliário que representa 18% do PIB, quase metade do investimento nacional e mais de 750 mil postos de trabalho, tem de ser, nestes tempos de aumento significativo da taxa de desemprego, mais e mais bem apoiado.

Recorde-se que, mesmo que os recursos públicos para minimizar os efeitos sociais desta realidade fossem imensos, o que não acontece, a eternização das situações de desemprego também contribui para a desvalorização do trabalho, enquanto valor estruturante das sociedades, perigo que não é desprezível.

E é sempre bom lembrar que, a retoma da nossa economia também passa pelo incremento do consumo interno, e este depende da capacidade das famílias e, obviamente, de uma menor taxa de desemprego, a exigir, simultaneamente, menor esforço público na área da segurança social.

Neste contexto, só posso concluir, reafirmando que temos de estar sempre a reconstruir e a perspectivar as nossas cidades e o nosso futuro – no sentido real e no sentido figurado do verbo reconstruir. Reconstruir sempre mais e mais e ininterruptamente.

Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP

Publicado dia 3 de Março de 2010 no Público Imobiliário

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quarta-feira, 3 de Março de 2010

Novo serviço Predial Online

O Ministério da Justiça disponibiliza um novo serviço online que determina uma nova fase no relacionamento com as conservatórias/serviços do registo predial. Agora cidadãos, empresas, advogados, câmaras de comércio e indústria, notários e solicitadores passam a poder:

1. Promover todos os actos de registo predial através da Internet, os quais podem ter descontos até 20%. Na área "Registos Online" pode pedir o registo, proceder ao depósito electrónico de documentos, efectuar os pagamentos devidos e efectuar o suprimento de deficiências do pedido de registo. Quando o pedido de registo seja submetido por um advogado, câmara de comércio e indústria, notário ou solicitador, estas entidades podem proceder ao depósito electrónico obrigatório do documento particular autenticado utilizado no negócio em simultâneo com o pedido de registo predial, devendo, nesse caso, utilizar a área "Registos Online".

2. Efectuar, através da área "Depósito de Documentos", o depósito electrónico obrigatório do documento particular autenticado pelos advogados, câmaras de comércio e indústria, notários e solicitadores que utilizem este instrumento na celebração de negócios sobre imóveis (este depósito não deve ser realizado nesta área, mas antes na área "Registos Online", se o pedido de registo for promovido em simultâneo com o depósito do documento particular autenticado). Neste site também é possível proceder ao depósito facultativo da autorização de cancelamento de hipoteca.

3. Pedir e consultar a Certidão Permanente de registo predial através da área "Certidão Permanente", obtendo informação permanentemente actualizada sobre imóveis com valor de certidão.

4. Preencher e enviar por via electrónica o anúncio destinado a publicitar os elementos essenciais do negócio que pretende realizar, por forma a que as entidades com direito legal de preferência possam manifestar a intenção de exercer ou não esse direito. As entidades com direito legal de preferência passam a ter de manifestar a intenção de exercer a preferência neste sítio, ficando as pessoas e empresas dispensadas de obter e pagar certidões negativas de exercício de direito de preferência junto dessas entidades antes de celebrar o negócio. Este sítio é de acesso restrito, pelo que aos elementos que aqui forem indicados apenas terão acesso as entidades com direito legal de preferência, as conservatórias, o requerente e as pessoas ou entidades a quem este venha a facultar o código de acesso.

4. Consultar, através da área "Publicações", as publicações de notificações editais no âmbito dos processos de justificação e de rectificação e as publicações das decisões do processo de justificação.  


Serviços Online

Certidão Permanente
Aqui poderá requerer e consultar certidões permanentes de registo predial
Criar | Consultar

Registos Online
Aqui poderá pedir os actos do registo predial online e em simultâneo efectuar ou não o depósito electrónico de documento particular autenticado
Criar | Consultar

Depósito de Documentos
Aqui poderá realizar o depósito electrónico de documento particular autenticado e de consentimento do credor ao cancelamento do registo de hipoteca quando não pretenda pedir de imediato o registo do acto
Criar | Consultar

Anúncio para o exercicio do Direito Legal de Preferência
Área disponível para inserção de anúncio e consulta do seu estado
Novo Anúncio | Consulta de Estado de Pedido

Publicações
Área disponível para consulta de publicações
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Casa Pronta
O serviço Casa Pronta, disponibilizado pelos serviços do Ministério da Justiça, permite realizar de forma imediata todas as formalidades necessárias à compra e venda de casa (prédios urbanos), com ou sem recurso a crédito bancário, à transferência de um empréstimo bancário para compra de casa de um banco para outro ou à realização de um empréstimo garantido por uma hipoteca sobre a casa, num único balcão de atendimento.
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Luís Lima: 'O pecado da gula'

A mediação é a via mais racional e mais eficaz para encontrar convergências, seja no plano político-diplomático, seja no plano comercial.

Livremente, com a intervenção de um profissional devidamente habilitado para tal, as partes interessadas num acordo justo, cruzam, mais facilmente, os respectivos interesses. Quando há mediação, em qualquer esfera, há acordo em mais de 80% dos casos.

A mediação imobiliária é, de facto, a melhor e mais eficaz via para aproximar, em tempo útil, a oferta da procura, o que pode ser vital para certa oferta: o mediador imobiliário é quem melhor conhece as tendências do mercado, isto é, aquilo com que a procura sonha, e, o que, na realidade, a procura pode adquirir, em determinado contexto geográfico temporal.

Pretender o contrário, como alguns, particulares e até o Estado, ainda pretendem, são resquícios de um tempo e de uma mentalidade que julgavam poder dispensar a mediação por, supostamente desnecessária, pesada e até - pasme-se - contrária aos interesses das partes envolvidas numa transacção imobiliária. Como se o negócio acertado fosse aquele que não era mediado, preferencialmente sob a forma de variante do pecado da gula.

Infelizmente, ainda há quem caia nestas tentações, e, acabe a ceder bens imobiliários a preços muito inferiores aos que receberia, se tivesse optado pelo recurso à mediação profissional. Em mercados competitivos, onde os direitos dos consumidores são, rigorosamente vigiados e defendidos, mais de 85% das transacções imobiliárias fazem-se com o recurso à mediação e, na maioria esmagadora dos casos, através da primeira empresa de mediação contactada pelos interessados.

Luís Lima
Presidente da APEMIP

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Euribor a 6 e 12 meses em mínimos de sempre

A cerca de 24 horas dos governadores do Banco Central Europeu (BCE) decidirem sobre os juros na zona euro, as taxas Euribor recuaram nos prazos mais longos. A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada no crédito à habitação em Portugal, caiu para 0,957%, enquanto a taxa a 12 meses recuou para 1,214%. Ambos os prazos estão a negociar em minimos de sempre.

Por outro lado, a Euribor a 3 meses, a mais usada nos empréstimos às empresas, já não mexe há três dias e está nos 0,655%. No entanto, também este é um mínimo histórico.

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Investimento em imobiliário de retalho cresce cerca de 60% na Europa no quarto trimestre de 2009

Os investidores voltaram ao imobiliário de retalho no parte final do ano passado, indica um estudo da consultora Jones Lang LaSalle. Os volumes de investimento em imobiliário de retalho na Europa durante o quarto trimestre de 2009 ascenderam a 4,5 mil milhões de euros, no total de 100 operações, o que representa um crescimento de 60% face aos 2,9 mil milhões de euros relativos a 66 negócios que tiveram lugar no trimestre precedente, revela a Jones Lang LaSalle.

Contudo, os volumes anuais em 2009 totalizaram 12,3 mil milhões de euros, um decréscimo de 32% comparativamente aos 18,2 mil milhões de euros registados em 2008.

(...) Pedro Lancastre, director de Capital Markets em Portugal, comenta: "Apesar de terem estado no mercado Português alguns produtos de retalho de grande dimensão em 2009, o ano terminou sem que nenhuma dessas operações fosse concluída. Por essa razão, o volume de investimento em Portugal neste segmento bateu o recorde pela negativa, tendo-se transaccionado apenas cerca de 32 milhões de euros, correspondentes a 9% do total transaccionado no mercado".

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terça-feira, 2 de Março de 2010

Euribor a 6 e 12 meses regressam às quedas

As taxas Euribor baixaram hoje nos prazos mais longos, enquanto a taxa a 3 meses, a referência nos empréstimos às empresas, ficou inalterada no mínimo recorde de 0,655%. Na maturidade a seis meses, a mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação em Portugal, a taxa desceu para 0,958%, ao passo que o prazo a 12 meses caiu para 1,215%.

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INE: 'Taxa de Juro no crédito à habitação manteve tendência de redução'

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, em Janeiro, no valor médio de 1,919%, novo mínimo de toda a série disponibilizada , o que representou uma redução mensal de 0,067 pontos percentuais e acumulada de 4,057 pontos percentuais desde Dezembro de 2008.

A prestação média vencida situou-se em 252 euros, valor inferior em 117 euros ao de Dezembro de 2008 e correspondeu também ao valor mínimo da sérieb. Quanto aos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita recuou 0,025 pontos percentuais, fixando-se em 2,058%.

Continuar a ler | Partilhar no Facebook | Fonte: INE

CBRE divulga desempenho no mercado imobiliário nacional em 2009

O CB Richard Ellis em Portugal terminou o ano com a concretização da maior transacção imobiliária de 2009. Pedro Seabra, Presidente do Grupo CB Richard Ellis, comentou que “2009 foi o segundo ano consecutivo em que o mercado de imobiliário comercial ficou marcado pela ausência de transacções, como resultado da crise financeira que “explodiu” em 2008.

Mas nem tudo são más notícias, já que no último trimestre sentimos o regresso dos investidores institucionais ao mercado, nacionais e estrangeiros, e fechámos mesmo no final do ano a maior transacção do ano e a única de relevo com um investidor estrangeiro.

Pedro Seabra destaca a participação do Departamento de Agência de Escritórios na colocação de aproximadamente 30 mil m2 de escritórios em 2009, nos mercados de Lisboa e Porto. Este departamento tem actualmente em comercialização cerca de 65.000m2 de escritórios.

O Departamento de Agência de Comércio incrementou a actividade em áreas como o Comércio de Rua e a representação de Insígnias. As condições adversas do mercado não influenciaram a tendência de crescimento do Departamento Agência Industrial e Logística verificada em 2008 aumentando o número de operações efectuadas e mantido a área colocada num total de cerca de 50.000m2.

O Departamento Residencial colocou cerca de 100 imóveis. Em Lisboa manteve algumas das instruções do ano anterior, e apostou fortemente em produtos de qualidade, nas zonas prime e centro de Lisboa, e na linha do Estoril. Do trabalho realizado no Porto é de salientar o início de comercialização do empreendimento Porta do Parque em Junho de 2009. Na área de Segunda Habitação fez-se uma aposta no Turismo Residencial de qualidade no Algarve que resultou na assinatura de duas novas instruções: o Éden Resort e o Vale do Lobo Resort.

No Mercado Nacional de Investimento Institucional a CB Richard Ellis esteve envolvida na maior transacção imobiliária ocorrida em 2009 neste segmento, bem como noutras operações relevantes ocorridas no mercado. A equipa de investimento esteve envolvida em cerca de 10 transacções com um valor conjunto superior a 250 milhões de euros, mas apenas se concluíram cerca de €100 milhões em 2009 representando transacções de 48.000m2 de ABL.

Partilhar no Facebook | Fonte: CB Richard Ellis (Press Release)