sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Preço das casas já cresce em todos os distritos com aumentos de 2% a 14%

O aumento do preço das casas é já uma realidade transversal a todo o país, com subidas a ocorrerem em todos os distritos de Portugal (Continental), comprovam os mais recentes dados da Confidencial Imobiliário, apurados no âmbito do Índice de Preços Residenciais.

Em termos homólogos, o aumento dos preços no 3º trimestre de 2016, varia entre um mínimo de 2% no distrito de Coimbra e 14% no de Lisboa. A dois dígitos, cresce ainda o distrito de Faro (11,1%), que lidera a lista logo a seguir a Lisboa e que é seguido pelo distrito de Braga, com uma valorização homóloga de 6,9%.

Gonçalo Nascimento Rodrigues: Desafios para a mediação imobiliária em 2017

2016 foi um excelente ano para a mediação imobiliária. Julgo que não conheço nenhum agente ou agência que não tenha registado um crescimento nas vendas. Não vejo ninguém queixar-se. O mercado está propício à venda com muitos compradores à procura de investir em imobiliário em Portugal. E 2017? Como será?

Existem alguns pontos que são importantes observar ao longo do ano, especialmente nestes primeiros meses:

Yields das obrigações do tesouro. Neste momento, estão num valor muito próximo dos 4%, tendo subido cerca de 50% no espaço de 1 ano. Caso as yields mantenham esta trajetória de subida, há que estar cauteloso relativamente ao comportamento dos investidores, sobretudo dos estrangeiros;

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Fonte: Out of the Box

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Comportamento do mercado de escritórios em 2016 em linha com 2015

Em 2016, a área de escritórios contratada totalizou 140.946 m2. Um valor que apesar de ser ligeiramente abaixo do registado de 2015 (144.513 m2), cerca de 2%, apresenta um crescimento da área média de escritórios contratada em Lisboa, de 562 m2 para 719 m².

Foram registadas 196 operações, correspondendo a menos 61 transacções do que em igual período do ano anterior. O Corredor Oeste (Zona 6) e o CBD (Zona 2), com 56 e 46 operações respectivamente, foram as zonas com mais registos, representando 18% e 20% da área transaccionada. No extremo oposto, a Zona Secundária (Zona 4) registou apenas 4 operações durante o ano 2016.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

2016 volta a ser um dos melhores anos da última década para o mercado imobiliário em Portugal

Segundo a JLL, 2016 voltou a ser um dos melhores anos da última década para o mercado imobiliário em Portugal, sendo apenas superado pelos níveis históricos atingidos em alguns segmentos no ano anterior.

Esta conclusão consta no estudo “Market 360°” da JLL que apresenta em cada semestre os indicadores para os segmentos de escritórios, retalho, habitação, hotelaria, promoção imobiliária e investimento.

A habitação e a hotelaria foram as áreas de maior crescimento em 2016, com uma evolução bastante positiva nos seus principais indicadores de performance, incluindo no volume de vendas, preço e lançamento de novos projetos.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Investimento imobiliário na Europa continuará a crescer em 2017

De acordo com os últimos dados revelados pela Cushman & Wakefield, o investimento imobiliário comercial na Europa continuará forte em 2017. Os principais riscos que a economia mundial enfrenta são essencialmente geopolíticos, facto que beneficiará o setor imobiliário pelo seu estatuto de porto seguro face ao aumento de risco esperado para o mercado de dívida pública.

No estudo “O Futuro do Investimento Imobiliário”, as previsões da Cushman & Wakefield apontam para um crescimento dos volumes de investimento imobiliário na Europa na ordem dos 6%, bem como para uma evolução positiva dos preços, esperando-se uma subida das rendas de entre 2% a 3% e nova contração de yields na ordem dos 30 a 40 pontos base.


Preço de casas volta a subir com vendas a crescerem 30%

Taxas de juro historicamente baixas e maior concessão de crédito à habitação estão de novo a impulsionar a compra de casa pelos portugueses. Preços vão continuar a subir.

"Neste ano deveremos crescer mais de 30% em vendas de casas, se o Estado não fizer recair mais nenhuma medida com impacto penalizador sobre o setor imobiliário", acredita Luís Lima, presidente da APEMIP - Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal.

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Fonte: DN

Licenças para recuperar casas voltam a subir passado cinco anos

Pela primeira vez nos últimos cinco anos, em 2016 assistiu-se a um aumento do número de licenças nas obras de reabilitação. Construtoras acreditam que 2017 pode ser o momento de viragem do sector.

O ciclo de profundo ajustamento que tem vindo a enfrentar o sector da construção começa a dar sinais de alívio. A braços com uma crise sem precedentes, enfrentando sucessivas quebras no investimento público (na ordem dos 55,6% desde 2011), agravadas com a situação que se vive nos mercados internacionais (onde uma grande parte das empresas portuguesas tinham uma presença histórica), as notícias dos últimos anos têm sido de insolvências, despedimentos e dificuldades.

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Fonte: Público

Portugal na ‘mira’ dos investidores internacionais

Portugal está entre os melhores destinos mundiais para investimento imobiliário. Estrangeiros procuram cada vez mais uma casa no nosso país.

O investimento estrangeiro disparou em Portugal nos últimos anos e a atratividade do mercado imobiliário português, sobretudo o de luxo, tem vindo a conquistar cada vez mais investidores vindos do exterior. Franceses, brasileiros e chineses são os que mais se rendem aos encantos do nosso país, mas não só. Portugal está nas ‘bocas’ do mundo.

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Fonte: JE

Escritórios e lojas obrigados a ter ficha técnica do imóvel

A ficha técnica, uma espécie de bilhete de identidade dos imóveis, vai passar a ser obrigatória não apenas para a habitação, como agora acontece, mas também para os edifícios não habitacionais, leia-se, lojas ou escritórios, entre outros.

Esta é uma das principais alterações constantes num novo diploma que o Governo tem em preparação e que regulará este tema. A Ficha Técnica do Imóvel (FTI) – que substituirá a actual Ficha Técnica da Habitação – será simplificada e deverá ser junta ao certificado energético e entregue sempre que o imóvel seja transaccionado.

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Fonte: Negócios

Índice de Produção na Construção atenua variação homóloga negativa

O índice de produção na construção apresentou uma taxa de variação homóloga de -2,0% em novembro (-3,0% no mês anterior). O índices de emprego e de remunerações diminuíram, respetivamente, 0,1% e 0,4%, (-1,7% e -4,0% em outubro).


Fonte: INE

Aprovada lista de prédios para efeitos de avaliação de IMI

Foi publicada a Portaria n.º 11/2017, que aprova uma lista de prédios identificados em anexo à portaria, a que se refere o n.º 4 do artigo 38.º do CIMI, para cuja avaliação é aplicável o método previsto no n.º 2 do artigo 46.º do mesmo código.


Fonte: Portal da Habitação

Luís Lima: Expetativas

2017 já arrancou, e o início de um novo ano é sempre sinónimo de balanços e projeções sobre os doze meses que se seguem no calendário. E de acordo com as perspetivas que se apresentam, Portugal reúne muitas condições para ter um ano positivo.

O ano que passou foi, todos sabemos, de afirmação para o sector imobiliário português, que se tem mantido numa reta crescente desde o final de 2013, numa retoma que está já estabelecida.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

26 mil m2 colocados nas Torres das Lisboa

A B. Prime e a Worx, consultoras imobiliárias responsáveis pela comercialização em regime de co-exclusividade das Torres E e G do complexo das Torres das Lisboa, atingiram 90% de ocupação dos imóveis.

Da autoria do Arquiteto Frederico Valsassina, o complexo das Torres de Lisboa é constituído por 4 edifícios principais de 16 pisos e 4 edifícios intermédios de 5 pisos. Para além da sede da Galp, acolhe empresas como a Manpower, Global Media Group, Sky, Medtronic, Mazars e o Bristish, entre outras.

A Torre E, alvo de profundas remodelações em 2014, disponibiliza apenas 700m2 de escritórios e 934m2 de um espaço com acabamentos para uso médico, ideal para acolher uma clínica ou laboratórios. A Torre G dispõe ainda de uma área disponível de 1635m2.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Aumento do preço das casas em Portugal é o mais elevado desde 2001

Desde 2001 que o preço das casas em Portugal não apresentava um aumento homólogo tão acentuado como o que foi registado em setembro de 2016, avança a Confidencial Imobiliário (Ci). De acordo com esta entidade, o preço das casas em Portugal (Continental) cresceu 7,5% nesse mês face a setembro de 2015, não só continuando o percurso de recuperação iniciado em meados de 2013 como acelerando bastante o seu ritmo.

Os valores resultam do Índice de Preços Residenciais da Ci, apurado a partir dos dados de vendas efetivas reportadas por empresas de promoção e mediação imobiliária que integram o SIR-Sistema de Informação Residencial.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Luís Lima: Estabilidade

Na sua mensagem de Ano Novo, o Presidente da República, Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que 2017 tem de ser o ano do crescimento económico sustentado.

Um desejo que, creio, será extensível a todos nós, que ambicionamos que a nossa Economia comece, finalmente, a registar notas crescentes. Neste panorama, o sector financeiro tem um papel absolutamente fundamental, e infelizmente, estabilidade não é uma palavra que possamos associar ao estado da banca portuguesa, com dois dos seus principais bancos numa situação de incerteza quanto ao futuro que o rege, que acaba por gerar retração no que diz respeito ao apoio e financiamento ao investimento.

Cushman & Wakefield continua a crescer

A Cushman & Wakefield apresentou um resumo da atividade do mercado imobiliário nacional em 2016 e as suas perspetivas para 2017.

Segundo Eric van Leuven, diretor-geral da consultora em Portugal, “Em linha com a tendência a que vimos a assistir desde o ano passado, 2016 foi mais um bom ano para o sector imobiliário em Portugal. A atividade de investimento, principal motor do sector, manteve-se extremamente dinâmica, tendo sido transacionados até à data cerca de 1.300 milhões de euros de ativos comerciais. 

Por seu lado, o mercado de ocupação confirmou a aposta dos investidores no mercado português, refletindo de forma transversal uma procura saudável e dinâmica, que consolidou em 2016 com volumes que se alinham com os valores pré-crise”.

Bruno Lobo: Oportunidades de investimento

Os mercados imobiliários demonstraram este ano uma resiliência supreendente a um dos períodos mais turbulentos da história política recente. A recuperação das quedas resultantes dos vários choques políticos ao longo do ano demorou algumas horas no caso do resultado do referendo Italiano, um dia após o anúncio do resultado das eleições presidenciais Norte-Americanas e algumas semanas no caso do referendo Britânico de integração na União Europeia.

O modo como os mercados imobiliários Europeus recuperaram é indicativo da actual dinâmica positiva, isto apesar da suspensão temporária das transacções e posterior cautela inerente à incerteza resultante do novo contexto político e consequente impacto económico.

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Fonte: Outt of the Box

Portugal no topo das localizações mais procuradas na Europa

Segundo o portal themovechannel.com, Portugal está claramente no topo das preferências dos investidores. Do ranking elaborado pela mencionada página, das 50 localizações mais procuradas, 10 são em Portugal, ou seja, 20% do total. Cidades como Cascais, Funchal, Sintra, Ericeira, Torres Vedras, entre outras, encontram-se neste ranking.


Fonte: Out of the Box

CBRE cresce 25% em 2016 em Portugal

A CBRE divulgou o resumo da atividade de 2016, com um crescimento de 25% face a 2015, que já tinha sido o melhor ano de atividade da consultora.

Para o Diretor Geral da CBRE em Portugal, Francisco Horta e Costa, “estes resultados são fruto do trabalho árduo de uma equipa altamente qualificada, que soube interpretar as necessidades dos nossos clientes, num momento de forte dinâmica do mercado.”

“Ficamos muito satisfeitos por termos um crescimento superior a 100% em áreas não transacionais como a Gestão de Ativos Imobiliários e Arquitetura e Gestão de Projeto, mantendo a liderança no mercado em avaliações e, ao mesmo tempo, com um forte crescimento em transações”.

Massimo Forte responsável pelo desenvolvimento do CRS em Portugal

Nomeado com o objetivo de fazer crescer e desenvolver o CRS em Portugal, Massimo Forte, consultor e coach com grande experiência na área da mediação imobiliária irá ainda garantir a qualidade e a excelência dos cursos ministrados, assegurando que estes sejam a grande fonte de formação e informação para os Agentes Imobiliários de sucesso em Portugal.

O CRS (Council of Residential Specialists) foi fundado em 1976 nos Estados Unidos e trata-se de uma organização internacional, sem fins lucrativos, que reúne os principais mediadores imobiliários, especialistas no mercado residencial. Em 2010 chegou a Portugal pelas mãos da affiliate partner UCI Portugal e o apoio da APEMIP.

A atividade do CRS tem estado focada na formação para profissionais da Mediação Imobiliária, que pretendem ter acesso a uma formação e experiência credenciadas, mantendo o compromisso com a qualidade e a excecional honestidade no serviço que prestam aos seus clientes.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Analistas contrariam alerta do FMI para risco de nova “bolha” imobiliária

Os economistas do FMI realçaram este mês que está na hora de reforçar toda a vigilância sobre preços dos imóveis, que têm vindo a atingir valores pré-crise. O alerta surgiu depois de Portugal registar a 15.ª maior subida anual entre mais de 60 países analisados.

“Entre 2007-08, os preços dos imóveis colapsaram, marcando o início da crise. Agora, o índice de preços de habitação do FMI mostra que estamos quase de volta a preços pré-crise”, explicava o estudo do Fundo Monetário Internacional.


Fonte: SOL

Prédios de luxo já não pagarão imposto de selo referente a 2016

O ano de 2017 nasce com um novo figurino para a tributação sobre o património de luxo. O imposto do selo fica pelo caminho e dá lugar ao AIMI (adicional ao IMI), um imposto mais global, que, em vez de tributar prédio a prédio, é calculado com base no património global de cada proprietário. Quem já pagava o selo até pode ficar a ganhar face ao passado (será preciso analisar caso a caso) e vê este imposto desaparecer não apenas em 2017, mas já em 2016, pelo que, na prática, acaba por poupar uma prestação.


Fonte: Negócios

Sobretaxa do IMI. Investidores deverão ficar

A poucos dias do começo de 2017, a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) prevê que, “se não houver asneiras”, os investidores estrangeiros não deixarão de investir em Portugal por causa do adicional ao imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

De acordo com Luís Lima, presidente da associação, a receita do adicional aplicado a imóveis avaliados por mais de um milhão de euros "deve ser diminuta e as consequências e a imagem podem ser negativa".

Quando fala em investimento estrangeiro, o presidente da APEMIP fala sobretudo de investidores brasileiros que têm estado a comprar essencialmente na zona norte do país.

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Fonte: Jornal i

Sector imobiliário diz que receita do adicional ao IMI pode ser "diminuta"

O presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) prevê que a receita do adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) deverá ser diminuta e diz que se, "não houver mais asneiras", os investidores estrangeiros vão continuar a apostar em todo o país.

Luís Lima considera que a receita do adicional aplicado a imóveis avaliados por mais de um milhão de euros "deve ser diminuta e as consequências e a imagem podem ser negativa".


Fonte: Público

Valor médio de avaliação bancária aproxima-se dos 1100 euros/m2

O valor médio de avaliação bancária para o total do País fixou-se em 1091 euros/m2 em novembro, registando um aumento de 10 euros/m2 face ao observado em outubro (variação de 0,9%). Comparado com o período homólogo, verificou-se um aumento de 4,6% (variação de 3,8% no mês anterior).


Fonte: INE

CML entregou a 1000ª chave de habitação municipal

A Câmara Municipal de Lisboa entregou a chave da 1000ª habitação atribuída durante o mandato do atual Executivo. A cerimónia decorreu no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho, a partir das 10h30, diante de todas as pessoas que encheram o espaço.

Momento especial, como salientou a Vereadora Paula Marques, não só para as novas famílias que entraram para o universo de moradores de habitação pública municipal, como para todas as pessoas da CML que trabalham nesta área e cujo esforço é essencial para gerir os esforços que a autarquia está a desenvolver nesta área.

Prestações de crédito à habitação voltam a cair em janeiro para mínimo de 6 anos

Os clientes com crédito à habitação voltam a pagar menos este mês ao banco. Num empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos indexado à Euribor a seis meses com um ‘spread’ (margem de lucro do banco) de 1%, esse cliente vai passar a pagar já este mês 467,59 euros, menos 3,79 euros face à mensalidade que pagava desde a última revisão, em julho.


Fonte: DV

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Requalificação urbana nas prioriedades da CM Loulé

A requalificação de escolas e do espaço público, saneamento e acessibilidades estão entre as prioridades do município de Loulé para o próximo ano, pelo menos de acordo com as Grandes Opções do Plano aprovadas recentemente e que estão inseridas num orçamento de 127 milhões de euros.

Num orçamento marcado pelo “rigor e transparência”, a Câmara Municipal de Loulé anunciou a aposta em investimentos estruturantes, que possam “contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes, seja nos equipamentos a construir, na área ambiental, educativa, na reparação de vias, na intervenção urbana, entre outras”.


Fonte: Construir

Vinte autarquias vão aplicar IMI a triplicar em 2017 a prédios devolutos

Lisboa, Cascais, Sintra, Porto e Almada estão entre as câmaras que sinalizaram ao fisco que querem ter IMI a triplicar, o qual só pode ser aplicado às casas devolutas ou em ruínas.

Ter uma casa em ruínas ou vazia por mais de um ano pode transformar-se numa fatura pesada em termos de imposto municipal sobre imóveis (IMI). As autarquias podem, nestes casos, aplicar uma taxa do imposto três vezes mais alta do que o normal e, em 2017, há 20 câmaras que o vão fazer.

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Fonte: DN

Preços das casas vão subir em todo o país

Há cada vez menos oferta de habitação em Portugal Continental quer no mercado de compra/venda quer no de arrendamento”, conclui o mais recente Portuguese Housing Market Survey, inquérito mensal produzido pelo RICS (Royal Institution of Chartered Surveyors) e pela Confidencial Imobiliário (CI), empresas que gerem informação sobre o sector.

Uma redução da oferta de imóveis que já está a ter impacto nos preços de venda. “Nos próximos 12 meses, antecipa-se mesmo a possibilidade de uma subida elevada de preços em Lisboa, esperando-se que, a nível nacional, os preços cresçam, cerca de 4% ao ano nos próximos cinco anos”, conclui-se ainda.

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Fonte: Expresso

Finanças cortam nas rendas a particulares

O Estado tem espaços subaproveitados nas instalações dos seus vários ministérios e o das Finanças, localizado na Praça do Comércio, em Lisboa, não é exceção. Porém, paga rendas a privados na ordem dos €74,1 milhões anuais (números incluídos no relatório do 3º trimestre do SIIE-Sistema de Informação dos Imóveis do Estado para arrendamentos em todo o país).

Para resolver esta incoerência orçamental, o ministro das Finanças determinou por despacho que seja criada uma comissão “com a missão de avaliar e apresentar medidas concretas que promovam a utilização mais racional de todos os espaços do edifício-sede do Ministério das Finanças que, no seu âmbito, não excluam a possibilidade de alojamento de entidades públicas instaladas em edifícios arrendados pelo Estado”.


Fonte: Expresso

CBRE e Método Imobiliária comercializam Edifício Leonel

A CBRE em parceria com a Método Imobiliária anunciam a comercialização exclusiva do histórico Edifício Leonel, situado na Rua do Carmo, umas das mais importantes ruas comerciais da baixa lisboeta.

Com acabamentos de luxo e elevados padrões estéticos, os apartamentos disponíveis, com tipologias T1 e T2, têm áreas entre 90 e 129 m2, com um estacionamento por apartamento. Integralmente recuperado após o incêndio do Chiado, este edifício é da autoria do famoso arquiteto português Álvaro Siza Vieira.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Mercado imobiliário: Saiba onde deve investir em 2017

Em comum, estas cidades apresentam ingredientes que sustentam o crescimento: uma economia ampla, baixa oferta, boas infraestruturas e qualidade no ensino superior.

Hugo Machin e Tom Walker, ambos Co-Head do Global Real Estate Securities assumem que a volatilidade no ramo do Imobiliário vai caracterizar o ano que se aproxima.

No entanto, ainda há cidades e empresas sólidas onde apostas a longo prazo permitem ultrapassar as instabilidades anunciadas, segundo comunicado da Schroders.

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Fonte: JE

Lisboa classifica alojamento local como "habitação"

O Plano de Director Municipal em Lisboa integra o alojamento local na categoria de habitação. Mais um argumento para a “guerra de condomínios”, depois da falta de acordo dos tribunais neste assunto.

"Uso habitacional compreende as áreas afectas à residência unifamiliar e colectiva, incluindo instalações residenciais especiais (estabelecimentos de alojamento local e residências destinadas a estudantes ou a idosos, que, em função da dimensão da área e dos serviços prestados, manifestem especial compatibilidade com o uso habitacional)", pode ler-se no instrumento em que assenta a gestão do território municipal.

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Fonte: Negócios

Município de Beja adere ao "Reabilitar para Arrendar - Habitação Acessível"

O Município de Beja celebrou um protocolo de cooperação institucional com o IHRU, IP, para implementação e promoção do programa de financiamento "Reabilitar para Arrendar - Habitação Acessível" naquele município.

Constituindo a reabilitação urbana uma prioridade de intervenção da autarquia, assumindo-se como fator de desenvolvimento da cidade e da economia, no sentido da sua máxima promoção, a Câmara Municipal de Beja compromete-se, ao abrigo do protocolo, a apoiar os promotores, proprietários e projetistas nos processos de licenciamento das obras de reabilitação dos imóveis candidatos ao programa.


Fonte: Portal da Habitação

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Decisões e Soluções quer chegar a 200 agências em dois anos

Este ano, a consultora imobiliária financeira aumentou 51% a faturação da venda de imóveis e 78% a da construção e obras. Os seguros crescem 88%.

Já com mais de uma centena de agências espalhadas por todo o país, das quais 27 inauguradas este ano, a Decisões e Soluções tem planos para chegar às 200 agências nos próximos dois anos. O crescimento recordista de 2016 vai alavancar a expansão da consultoria imobiliária financeira, refere o diretor geral, PauloAbrantes.

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Fonte: DV

Concessão de crédito para comprar casa abranda em Outubro

As instituições financeiras diminuíram o ritmo de financiamento para a compra de casa em Outubro, com a concessão de novo crédito à habitação a cair para 456 milhões de euros, segundo os dados divulgados esta terça-feira, 13 de Dezembro, pelo Banco de Portugal. Mas, não foi apenas na habitação que abrandou o ritmo de concessão de crédito às famílias portuguesas. O novo crédito baixou em todas as categorias.

As novas operações de crédito à habitação atingiu 456 milhões de euros, em Outubro, um montante inferior aos 512 registados um mês antes.

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Fonte: Negócios

José Santos: Excesso de construção ao Excesso de utilização

Excesso de construção. Há uns anos (2007-2009) assistimos à quantidade construção nova que parecia não ter fim, principalmente fora dos centros das cidades, as paisagens de verde com árvores eram trocadas por gruas, cinzento do betão e laranja do tijolo.

Pelo lado dos promotores as contas eram fáceis de fazer: terrenos mais baratos fora dos centros das cidades pois os existentes nos centros devido à localização e pouca quantidade custavam mais pelo que tornava o produto final mais caro (habitação/escritórios/lojas/etc.), as licenças eram mais rápidas e mais simples, melhores acessos logo mais rápido a sua conclusão, muita procura, entre outros aspetos.

Pelo lado dos compradores as contas também eram fáceis de fazer: claramente preferiam pagar menos por uma casa nova e maior mesmo que essa ficasse a 30 km ou demorasse 2 horas a ir para o seu local de trabalho.

Luís Lima: Exemplos que vêm de fora

Na passada semana, mais precisamente entre os dias 5 e 7 de dezembro, marquei presença na sétima edição do Encontro Internacional de Turismo de Cabo Verde (VII EITU), que decorreu na cidade da Praia, numa iniciativa da Câmara de Turismo de Cabo Verde (CTCV) promovida em parceria com o Governo e a Associação Nacional de Municípios Cabo-verdianos.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Oferta de habitação para venda ou arrendamento continua a diminuir

O número de casas colocadas no mercado de compra e venda ou de arrendamento continua a diminuir em Portugal Continental, mostra o mais recente Portuguese Housing Market Survey.

O relatório mensal produzido pelo RICS e pela Confidencial Imobiliário, referente a outubro, mostra também que, a par da redução da oferta, a procura por este tipo de produto tem vindo a aumentar, o que pressiona os preços em alta.

Neste mês, a procura por compra e venda de casas continuou a crescer nas 3 regiões analisadas de Lisboa, Porto e Algarve, a par de uma quebra nas instruções de venda, sendo este o 3º mês consecutivo em que o volume de ofertas desce. Consequentemente, os preços continuam a aumentar, o que ainda não afeta as vendas, segundo os inquiridos, antes pelo contrário: acreditam que as vendas vão continuar a aumentar no curto prazo, e os preços vão crescer a curto e longo prazo.


Fonte: Vida Imobiliária