Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

Bruno Lobo: Fundos de investimento imobiliário em mercados emergentes

O sector imobiliário é actualmente uma indústria global. As empresas de maior dimensão nos vários ramos da indústria são internacionais e estão presentes em vários mercados simultaneamente.

A propriedade e financiamento do imobiliário é também cada vez mais internacional acompanhando a expansão e evolução dos mercados de capitais e indústria financeira.

Um dos principais factores na internacionalização da indústria foi a introdução dos fundos de investimento imobiliário (FII) nos anos 70 e 80 (1985 em Portugal). Inicialmente criados para adquirir e capitalizar empresas em diversos sectores, os fundos de investimento imobiliário tiveram um crescimento significativo nas últimas décadas em termos de activos sob gestão e sociedades gestoras em actividade.

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Fonte: Out of the Box

Rendas aumentam a partir de Outubro

A estagnação do mercado de arrendamento tem sido um dossier difícil de gerir pelos sucessivos governos, com mais de 255 mil casas com rendas antigas e com os investidores a queixarem-se dos parcos incentivos para investirem em reabilitação urbana e os proprietários a criticarem a falta de segurança para apostar mais no arrendamento.

Alterações visam acelerar a reabilitação urbana

Além do novo regime especial de reabilitação urbana, os proprietários têm os fundos do Jessica com uma capacidade de investimento de 335 milhões.

Com cerca de 700 mil fogos devolutos, uma nova lei para a reabilitação urbana, a disponibilização de vários instrumentos de financiamento e a quebra nos preços do imobiliário, estão reunidas as condições para os promotores apostarem mais no negócio da reabilitação urbana.

Terça-feira, 29 de Maio de 2012

C&W apresenta novo estudo sobre retalho a nível global

A globalização no mercado de retalho é uma tendência cada vez mais evidente. Se por um lado as bases deste setor ainda se encontram nos mercados maduros como as cidades de Nova Iorque, Paris ou Londres, os países emergentes têm sido os impulsionadores do crescimento desta indústria.

Existe uma oportunidade evidente nestes mercados, retratada pelo crescimento exponencial das famílias de classe média que contam com um poder de compra em forte evolução, e que estão a dar origem a uma nova população de potenciais compradores.


De acordo com o mais recente estudo publicado pela consultora imobiliária global Cushman & Wakefield (C&W), A global perspective on retail revival, o crescimento económico esperado para os mercados emergentes (em 2012 na ordem dos 6,3% face aos 2,1% previstos para as economias maduras) irá permitir uma evolução muito favorável no rendimento disponível das famílias.

Finanças garantem que notas de cobrança de IMI cumprem a lei

O Ministério das Finanças reitera que as notas de liquidação do IMI cumprem todos os requisitos da lei, sublinhando que foi interposto recurso da decisão do Tribunal Fiscal do Porto, hoje conhecida, que incide sobre um caso particular.

"A AT [Autoridade Tributária] confirma que as notas de cobrança de IMI [imposto municipal sobre imóveis] emitidas cumprem com todos os requisitos previstos na lei", lê-se numa nota enviada hoje à comunicação social por fonte oficial do Ministério das Finanças.

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Fonte: Jornal i

RAR gera prejuízos apesar da subida das vendas

O aumento das vendas do grupo foi suportado pelo crescimento do negócio de embalagens. O crescimento de 7,6% do volume de negócios, em 2011, foi insuficiente para impedir que o grupo RAR - que tem na produção de açúcar a sua actividade histórica, apesar de operar também nas áreas embalagem, imobiliário, serviços e turismo - fechasse o ano com 2,3 milhões de euros de prejuízos.

Luxus comercializa The Valley Condomínio

O empreendimento Condomínio The Valley, localizado Cascais, está a ser comercializado pela Luxus. Composto por 6 moradias e 24 apartamentos distribuídos por cinco edifícios, The Valley é promovido pelo grupo imobiliário espanhol Ingasur e representa um investimento de 23 milhões de euros.

Localizado numa das zonas mais valorizadas de Cascais, junto à Quinta da Marinha, o condomínio ocupa uma área de 12 750 m2 e foi idealizado tendo em especial atenção a valorização dos espaços verdes, o lazer e a privacidade.

Tribunal diz que notas de cobrança de IMI são ilegais

Uma juíza do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto (TAF) considera que as notas de liquidação de IMI que os proprietários recebem todos os anos em casa, a reclamar o pagamento do imposto, são ilegais. Em causa está o facto de essas notas de cobrança não serem acompanhadas de informação detalhada sobre o modo como se chega ao valor de imposto a pagar.

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Fonte: Negócios

Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

B. Prime fecha 3º ano de actividade com facturação de 650.000 euros

A B. Prime, que assinala o seu 3º ano de atividade, fechou o ano de 2011 com cerca de 650.000 Euros de faturação, tendo registado um crescimento substancial nas áreas transacionáveis da empresa, nomeadamente em agência e investimento que juntas alcançaram um crescimento de 20% face ao ano anterior, o que representou um aumento da quota de mercado para 10,15%.

A B. Prime que desde sempre apostou no segmento de escritórios prevê para este ano alargar o seu leque de oferta, a comunicar oportunamente.

Desde a sua génese, a B. Prime apostou num nicho específico, o segmento de escritórios nas suas várias vertentes, nomeadamente Corporate – Tenant Representation, Investimento, Agência, Arquitetura e Project Management, embora apoiando os seus clientes noutras áreas como a de Retail ou Indústrial.



Esta consultora imobiliária é atualmente responsável pela comercialização de mais de 35.000 m2 de escritórios, em exclusividade e coexclusividade, em diferentes eixos da cidade de Lisboa.

Luís Lima: O tempo dos FIIAH, finalmente

O interesse das instituições de crédito, pelos já criados Fundos de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional (FIIAH), está finalmente a despertar e a ganhar velocidade de cruzeiro, podendo ser determinante para travar graves inconvenientes resultantes de incumprimentos relacionados com os encargos com o crédito à habitação.

As atuais circunstâncias económicas e financeiras do país encarregaram-se de promover esta vocação para a gestão de arrendamentos urbanos, numa tendência que objectivamente interessa às famílias e à banca. Os clientes com dificuldades para satisfazer os compromissos assumidos com a casa própria, podem entregá-la a esses fundos e optar por arrendar outro imóvel, ou até o mesmo, mas por valores inferiores aos das prestações em falta.

Procura de escritórios e lojas diminuiu 50% num ano

A procura de espaços para pequenos negócios desceu 50% desde maio de 2011, apontou à Lusa o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).

Luís Lima afirmou que a crise no mercado imobiliário afeta sobretudo escritórios e lojas, enquanto no caso do arrendamento de casas para habitação há maior procura do que oferta "devido às dificuldades de acesso ao crédito" para comprar.

Juros dos empréstimos à habitação vão voltar a descer

A taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação desceu em abril. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), os juros da prestação da casa fixou-se em 2,509% em abril, o que representa uma queda de 0,099 pontos percentuais relativamente a março.

Saiba porque é que a prestação da casa a descer ainda mais. O relatório do INE mostra ainda que "a prestação média vencida fixou-se em 291 euros, menos 2 euros que no mês anterior". Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita foi inferior em 0,057 pontos percentuais à do mês anterior, fixando-se em 4,368%.

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Fonte: Dinheiro Vivo

Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

Desinvestimento em Construção pode aumentar despesa pública em 1,5 mil milhões de euros

Se o Estado transferir para projetos de investimento financiados pelo QREN o valor dos subsídios que terá de pagar aos novos desempregados da Construção, e que pode atingir 1,5 mil milhões de euros, não só conseguirá aumentar o número de postos de trabalho no Setor, como provocará um impacto positivo no PIB nacional e, consequentemente, no défice público.

Esta é a principal conclusão da mais recente análise da AECOPS no âmbito da nova série informativa sobre o setor da Construção a que deu início no passado mês de abril e que tem por objetivo retratar diversas realidades de teor económico subjacentes à atividade.

Na segunda parte do referido trabalho, a Associação analisa, a partir da evolução recente do desemprego proveniente da Construção, como é que duas variáveis determinantes para a produção do Setor, designadamente, o investimento público e o crédito à construção e habitação, podem conduzir em diferentes sentidos a atividade e, bem assim, a economia no seu todo. Em resultado de tal análise, quatro cenários são perspetivados.

APEMIP tem academia certificada pela DGERT

A Academia APEMIP foi acreditada pela Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), que certificou a APEMIP Serviços como entidade formadora certificada, num passo que para a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, é «importante para assumir-se como a verdadeira escola de formação da mediação imobiliária».

Segundo o presidente da APEMIP, Luís Lima, «trata-se de mais uma conquista da APEMIP na aquisição de mais competências, espelho da credibilidade e do trabalho que esta Associação tem vindo a desenvolver, através de um percurso com base na luta por um associativismo justo que corresponda aos desejos e ambições do sector».

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Fonte: VI

Paulo Pinheiro: Autódromo do Algarve já tem 50% das casas vendidas

A Parkalgar, empresa detentora do Autódromo Internacional do Algarve (AIA), em Portimão, já comercializou metade dos 160 apartamentos turísticos do empreendimento Vista do Falcão Residences. Dos apartamentos já vendidos, apenas dez foram comprados por portugueses.

"Acreditamos fazer as escrituras durante o Verão, pois metade dos apartamentos têm contratos de promessa compra/venda assinados", avança o director do AIA, Paulo Pinheiro, em entrevista ao Diário Económico.

Reis Campos: 'Sector da construção sector enfrenta o risco de colapso imediato'

O sector da construção e obras públicas diz estar numa situação de "colapso imediato". O alerta surge numa fase em que os dados do Instituto Nacional de Estatística revelam uma quebra de 32% na actividade registada do sector no primeiro trimestre do ano, uma das mais acentuadas dos últimos anos.

O presidente da Confederação Portuguesa do Sector Imobiliário (CPSI) afirma que a queda nas encomendas é superior aos dados do INE. As empresas "limitam-se a gerir o dia-a-dia", diz Reis Campos, que refere dados de Março que revelam 50,4% de queda nos concursos promovidos, 43,8% nas adjudicações e 30% nos fogos licenciados.

Chamartín Imobiliária contrata Worx e Aguirre Newman

A Chamartín Imobiliária, através da sua área de negócios Corporate Solutions, acaba de instruir as consultoras WORX – Real Estate Consultants e Aguirre Newman para a promoção e mediação imobiliária de um leque de edifícios de escritórios emblemáticos de Lisboa, que integram o portefólio do grupo.

Os objectivos deste acordo passam por reforçar a projecção destes imóveis no mercado e dar a conhecer o potencial e as suas características distintivas junto de um público mais alargado, incluindo multinacionais, que suporta a sua decisão no apoio de consultoras imobiliárias credenciadas, procurando a melhor solução de arrendamento em termos de qualidade e preço.


Os edifícios Monumental, Duque d’ Ávila 114, República 81, Torres de Lisboa, Pessoa, Escritórios do Tejo e Sintra Business Park que representam um investimento de cerca de 250 milhões de euros da Chamartín Imobiliária, passam a contar com mediação da Worx – Real Estate Consultants e Aguirre Newman, mantendo-se a gestão dos activos sob a responsabilidade da unidade de negócios Corporate Solutions.


C&W: Mercado imobiliário nacional com anuncia quebra de 4%

O mercado imobiliário em 2011 teve uma quebra estimada de 400 pontos base face a 2010, situando-se nos 0,46%, face aos 4,26% conseguidos em 2010. Estes são dados do índice Investment Property Databank (IPD), cujo portfólio se estima representar cerca de 65% do mercado de investimento imobiliário nacional.
  • O setor de retalho protagonizou o pior resultado do ano, sendo o único com retorno global negativo, (-1,62%), quando em 2010 teve uma rentabilidade próxima dos 4%.
  • Os ativos de escritórios no portfólio IPD foram os segundos mais afetados em termos de desempenho, registando um retorno total de 2,38%, face aos cerca de 3,5% conseguidos em 2010.
  • O setor industrial teve um desempenho semelhante ao verificado para o setor de escritórios, atingindo um retorno total de 2,31%, mas registou a 2ª maior quebra do portfólio, comparando com uma rentabilidade em 2010 de 6,2%.
  • A categoria de ‘outros ativos’, que engloba os imóveis residenciais do portfólio, e de outros setores como a hotelaria, parques de estacionamento ou equipamentos, teve o desempenho mais favorável de todo o portfólio, com um retorno total de 3,71%, representando ainda assim uma quebra face a 2010, ano em que registou uma performance positiva de 5,48%.

Office Flashpoint: abril confirma crescimento, com absorção a crescer mais de 20%

A Jones Lang LaSalle divulgou os dados mais recentes do Office Flashpoint, revelando os dados referentes ao mercado de escritórios de Lisboa em abril de 2012.

O mês de abril confirmou o percurso de crescimento do mercado iniciado no mês anterior, que inverteu a tendência de retração do mercado de escritórios de Lisboa sentida nos dois meses anteriores. Assim, em abril, foram arrendados 7.988 m² de escritórios em Lisboa, mais 21,25% do que no mês anterior (6.587 m²) e também 20,42% mais do que em igual mês do ano passado.

Com a performance do mês de abril, o acumulado do ano 2012 é agora de 21.195 m² de absorção. A Jones Lang LaSalle continua a evidenciar bastante dinamismo neste segmento, garantindo a colocação de 4.710 m² do volume total de escritórios arrendados em Lisboa desde início do ano (e até final de abril), o que representa uma quota de mercado de 22%.

Menos pessimismo sobre evolução dos preços de habitação

Os resultados do Portuguese Housing Market Survey (PHMS) de abril revelam que o saldo de respostas sobre os preços das casas apresentou uma ligeira melhoria, subindo pela primeira vez desde novembro.

Ainda que se tenha mantido negativo em -50 (indicando que 50% dos respondentes observou mais quedas do que aumentos de preços), assinala uma recuperação face aos -56 pontos registados em março e aos -70 pontos anotados há 5 meses atrás.

Não obstante, o mercado de compra e venda de habitação continua, de acordo com este research produzido pelo RICS e pela Confidencial Imobiliário (Ci), a exibir fragilidade, quer em termos de preços, quer em termos de atividade e expectativas.