quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Paulo Fernandes: Perspectivas para o mercado imobiliário em 2011

O mercado imobiliário português, ao contrário de outros - como por exemplo o espanhol ou o americano - não atravessa uma crise ao mesmo nível, nem sofre os efeitos de uma “bolha imobiliária”, antes está limitado pela escassez de financiamento e por critérios de concessão de crédito mais apertados por parte das instituições bancárias.

Por outro lado, em 2010, o mercado assistiu a uma diminuição da procura de casa para compra e um significativo incremento da procura de casa para arrendamento. Aliás, tendência que já se verificou em 2009 e que continuará seguramente em 2011.

Fitamétrica. Curiosamente, a Rede Fitamétrica, tem garantido aos seus franqueados níveis de captação de novos clientes muito significativos. Diferença positiva e que se deve a um pacote de comunicação e divulgação da marca, tal como a uma estratégia que optou por manter ou incrementar os patamares de investimento em publicidade de anos anteriores, assim como, também é justo dizê-lo, graças à qualidade dos serviços prestados pelas nossas Lojas Franqueadas, pelo que o número de novos clientes se manteve estável e regular, se comparado o biénio 2009-2010.


Em 2011 os desafios serão maiores, muito mais exigentes e complexos.

Clientes. Para a maioria das mediadoras tradicionais será um ano decisivo, principalmente pela dificuldade que estas terão em comunicar e captar clientes compradores, dada a fraca capacidade que estas micro-empresas têm para investir em comunicação e publicidade.

Redes. As redes imobiliárias, apesar de lhes serem reconhecidos maior profissionalismo por parte dos seus clientes e do mercado em geral, acrescido da sua estrutura e das sinergias e economias de escala que geram, também terão, forçosamente, que se reinventar.

Concentração de Mercado. Seguramente, em 2011, continuaremos a assistir a uma concentração diminuição dos operadores imobiliários a operar em Portugal e também das Redes Imobiliárias – estas não estão imunes, basta olhar para os nossos vizinhos do lado, em Espanha.

Esta conjectura do mercado imobiliário apenas será ultrapassada com a revitalização da economia e não depende unicamente dos seus players.

Empreendedorismo. O país necessita de mais empreendedorismo, mais investimento privado, maior vontade dos nossos políticos em fazer mais com menos recursos. O mercado imobiliário, pilar fundamental da nossa economia nos últimos 35 anos, necessita de uma reforma legislativa absoluta e adequada ao mercado e à realidade actual, com leis que promovam o investimento, a reabilitação e a criação de emprego.

Fiscalização. Necessita também de um organismo de controlo verdadeiramente operante, não apenas licenciador e fiscalizador dos palyers existentes, mas antes fiscalizador da economia paralela (que é significativa) e dos agentes ilegais (que também são muitos) que operam no mercado e de um verdadeiro associativismo que não funcione por lobbies e interesses instalados de meia dúzia de “velhos do Restelo”, mas antes pelo real interesse do mercado e dos seus players.

Gostaria de dizer que perspectivo um ano de 2011 fantástico, com a economia a ser revitalizada pelo investimento. Mas não posso! Seria uma utopia.

Impostos. Tal só seria possível se fossem tomadas, entre outras, as seguintes medidas urgentes: a alteração da legislação tributária sobre o património Imobiliário, com a extinção de impostos como o IMT e o Imposto de Selo, já (inconsequentemente) apelidados como "estúpidos" por parte de vários governos e governantes.

A aplicação do regime normal de IVA sobre a construção e promoção imobiliária e a coragem legislativa na revisão da politica de terra e, principalmente, na verdadeira reformulação do Regime de Arrendamento Urbano.

Angariadores Imobiliários. Finalmente, a alteração ao Decreto-Lei 211/2004 que, embora com virtudes que trouxeram alguma requalificação ao sector, é altamente discriminatório para com os candidatos a Angariadores Imobiliários, no que diz respeito ao acesso a esta profissão, dado que - por exemplo - limita a contratação e a inscrição de pessoas que tenham dividas ao Fisco e à Segurança Social, não permitindo assim promover o emprego e a igualdade de oportunidades para todos os cidadãos, requisitos ou limitações que muito discutivelmente não encontramos noutras carreiras profissionais.

Portanto, 2011, será um ano marcante, em linha com os dois anteriores, cheio de obstáculos mas também de desafios. Desafio que convido todos a enfrentar e vencer.

Paulo Fernandes
Rede Fitamétrica


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Mercado Imobiliário: Perspectivas 2011

Os edifícios em destaque em 2010

Este ano ficou marcado pelo baixo número de novos edifícios concluídos. Mas, quando se trata de escolher o melhor projecto ou aquele que mais se destacou no mercado, os agentes imobiliários são unâmimes: praticamente todos elegeram o Edifício Báltico. Não só pela qualidade do empreendimento, construído pela Mota-Engil, mas principalmente pelo desempenho que teve no mercado imobiliário.

Cerca de seis meses antes de ficar concluído, este edifício de escritórios de 16 mil metros quadrados (m2) no Parque das Nações, foi totalmente ocupado pelos CTT, por uma renda de 3,6 milhões de euros anuais e com um contrato de 15 anos.

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Escritórios na Expo / Zona 5
Escritórios em Lisboa

Próximo exame de capacidade profissional dia 19 de Fevereiro de 2011

O InCi agendou novo exame de Capacidade Profissional, a ocorrer em Lisboa, Porto, Faro, Ponta Delgada e Funchal, para o dia 19 de Fevereiro de 2011. As inscrições online para os exames de mediação imobiliária e angariação imobiliária estão disponíveis até dia 21 de Janeiro de 2011.

Correcção do Exame Nacional de Angariação Imobiliária do dia 26 de Junho de 2010
Regime Jurídico das Actividades de Mediação e Angariação Imobiliárias
Capacidade profissional para acesso às actividades de mediação imobiliária e de angariação imobiliária

Regime Juridico | Partilhar no Facebook | Fonte: InCI

Luís Lima: 'Venda de casas deverá ter caído entre 7 e 8% em 2010'

Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), estima que este ano a venda de casas em Portugal tenha caído entre sete a oito por cento em relação a 2009.

Em declarações à Lusa, Luís Lima afirmou que "principalmente a partir de setembro houve um arrefecimento que vai fazer com que se feche o ano com menos sete a oito por cento de transações do que em 2009", embora esclareça que "só nos próximos dias haverá números finais". Estes dados provisórios de queda significa que se terão vendido em Portugal cerca de 139.500 casas, este ano.

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Seminário 'More – Mais Reabilitação, Cidades Mais Vivas'

O seminário “More – mais reabilitação, cidades mais vivas”, promovido pela Recer, visou contribuir para uma “reflexão abrangente sobre a temática da reabilitação urbana nas suas diferentes perspectivas – económica, técnica e política”.

Apresentações Video
Ricardo Pedrosa Gomes / Aecops
Carlos Alberto Ramos / Ordem dos Engenheiros
Augusto Mateus / ISEG (video 2)
André Caiado / Contacto Atlântico (video 2)
Francisco Rocha Antunes / Urban Land Institute (video 2)
Rui Alpalhão / Fundbox (video 2)
Manuel Salgado / CM Lisboa (video 2)
Mais videos

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

CBRE: '10 dicas para o arranque do imobiliário Corporate em 2011'

A CB Richard Ellis (CBRE) sugere 10 ‘Resoluções Imobiliárias Corporate’ para arrancar com uma estratégia imobiliária corporate bem-sucedida e para apoiar o funcionamento eficaz dos portfolios imobiliários em 2011.

Resolução Imobiliária Corporate Nº 1: “As técnicas de gestão da energia, tais como software de monitorização da energia, reinstalação eléctrica mais vantajosa e centros de dados energéticos e técnicas de arrefecimento hiper-eficientes podem gerar significativas economias nos custos de energia. Os programas LEED e de sustentabilidade estão também a demonstrar um positivo retorno do investimento, reduzindo os custos de funcionamento ao longo do tempo.”

Resolução Imobiliária Corporate Nº 2: “Qualquer redução dos compromissos a nível imobiliário resultará em encargos globais mais baixos em termos de rendas e custos de funcionamento associados. Para reduzir a área que a sua organização ocupa, procure eliminar espaço excedentário; optimize a utilização do espaço; encerre e subarrende o espaço faça cessar contratos ou venda imóveis não-produtivos; incorpore ou partilhe instalações; tire partido das fusões e aquisições; e impute custos imobiliários.”

Resolução Imobiliária Corporate Nº 3: “A maneira como o seu portfolio imobiliário está parametrizado tem impacto nos custos tanto a curto como a longo prazo. Os especialistas no mercado imobiliário podem ajudá-lo a analisar o alcance e o custo da mão-de-obra qualificada nos mercados locais, a desenvolver estratégias alternativas para os postos de trabalho (tais como espaço partilhado, teletrabalho e mobilidade), proporcionando oportunidades de economizar em custos de ocupação e aumentar a produtividade. A CBRE tem usado estratégias alternativas para reduzir o portfolio dos clientes em mais de 20%, conseguindo aumentar o número de colaboradores sem aumentar a área total da empresa”.

Resolução Imobiliária Corporate Nº 4: “Mesmo que o seu departamento imobiliário tenha implementado iniciativas operacionais de redução de custos, o seu departamento de instalações pode ter ainda bastantes oportunidades de economizar através de técnicas de gestão das cadeias de fornecimento, tais como aumentar o número de fornecedores, negociar acordos de níveis de serviço adequados e procurar descontos de volume ou contrapartidas em função da produtividade. Todas estas técnicas podem ser aplicadas para reduzir os custos de funcionamento das instalações.”

Resolução Imobiliária Corporate Nº 5: “O modo como a sua organização contabiliza o imobiliário e o seu valor de mercado pode resultar em poupanças significativas ou em capacidade de obtenção de capitais. Por exemplo, vale a pena avaliar quanto capital incorporado pode ser realizado através de operações de sale & leaseback. Se detém um imóvel há algum tempo e pretende arrendá-lo, há provavelmente investidores com interesse em comprá-lo. Uma estratégia de monetização eficaz será, num portfolio de imóveis para venda, juntar aos imóveis menos apetecíveis outros mais atractivos.”

Resolução Imobiliária Corporate Nº 6: “O sucesso de qualquer programa de redução de custos consiste em identificar as fontes de economia numa primeira fase. Em 2010, deve rapidamente certificar-se de que a sua organização implementou os processos adequados para garantir a contínua obtenção de benefícios.”

Resolução Imobiliária Corporate Nº 7: “O outsourcing pode conduzir a economias significativas e redução do número de colaboradores. Se uniformizar os processos através de metodologias de alavancagem, tais como o Lean Stigma, conseguirá reduzir etapas de trabalho, subsistemas e possibilidades de erro. Como alternativa, os sistemas de automação que usam tecnologia baseada na web permitem que os sistemas se integrem e podem fornecer dados de apoio à tomada de decisões com vista à identificação de oportunidades de poupança.”

Resolução Imobiliária Corporate Nº 8: “A actual crise do crédito está a causar um ponto de inflexão. Certifique-se de que renegoceia antecipadamente. Considere a possibilidade de comprar espaço em vez de o arrendar, especialmente se a sua organização pretende aí permanecer a longo prazo. Alternativamente, comprar o local arrendado pode ser mais compensatório do que subarrendar, se o proprietário quiser considerar esta possibilidade.”

Resolução Imobiliária Corporate Nº 9: “No que diz respeito à gestão eficaz das suas instalações, a sua organização pode tirar proveito de soluções flexíveis de organização do trabalho, adoptando um ambiente de trabalho mais eficaz que esteja em sintonia com as necessidades do seu negócio e equipado para aumentar a produtividade e eficiência de custos. Estas estratégias podem incluir a optimização de utilização do espaço de forma a garantir que o capital é utilizado com mais eficácia, possivelmente através de um ambiente mais colaborativo em open space, usando tecnologia móvel e de apoio e criando políticas e práticas de trabalho que motivem os colaboradores e aumentem a sua produtividade.

Resolução Imobiliária Corporate Nº 10: “A difusão do êxito é primordial. Ao trabalhar com parceiros eficazes, também estará a apoiar o seu negócio.”



Início | Partilhar no Facebook | Fonte: CB Richard Ellis

Paulo Silva: 'Comportamento do consumo e dos mercados irá marcar o imobiliário de 2011'

Os promotores vão querer saber muito bem o que os espera antes de lançarem um empreendimento, enquanto os FII nacionais abertos vão ter problemas acrescidos, não apenas da concorrência externa, mas também da pressão dos inquilinos, afirma Paulo Silva, CEO da Aguirre Newman Portugal. Esta consultora vai continuar a apostar na especialização geográfica e tentar manter os níveis de produção de 2010.

Em termos globais 2010 foi melhor que os anos anteriores. Já estamos com mais de 400 milhões de euros registados em termos de volume de investimento imobiliário. Há que sublinhar que o mercado português tornou-se menos atractivo para os fundos de investimento internacionais e isto criou uma oportunidade para os fundos de investimento nacionais.


Estes poderão olhar para operações que não poderiam fazer no passado. Considero, no entanto, que se abriu uma janela de oportunidade que não teve o seguimento esperado, uma situação que pode ser explicada pelo perfil das operações que lhes foram apresentadas.

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Artigos e notícias sobre a Aguirre Newman

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

José Carlos Machado: Revisão do Regime do Arrendamento

O chamado Novo Regime do Arrendamento Urbano, aprovado em 2006, não resultou. Ainda em projecto, foi recebido com fortes críticas vindas de todos os sectores. Em sua defesa, fizeram-se apenas ouvir os respectivos autores, materiais e morais, e pouco mais.

O processo foi inquinado de base, desde logo no método: os seus mentores pegaram num anteprojecto, que, embora contendo soluções discutíveis, estava bem concebido, feito por quem sabia o que estava a fazer, descaracterizaram-no, e, uma vez semidestruído, coseram os bocados sobrantes com linha de má qualidade, consagrando algumas soluções aberrantes misturadas com outras ineficazes; e, por vezes, com redacção tecnicamente defeituosa.

Se há quatro anos éramos acusados de exagero nas críticas, hoje já ninguém se atreve a defender que esta lei não constituiu um falhanço quase total.

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Taxas Euribor estão em mínimos de dois meses

As taxas europeias voltaram hoje a cair nos prazos mais longos e situam-se no valor mais baixo desde finais de Outubro. A Euribor a seis meses desceu para 1,24%, enquanto o prazo a 12 meses recuou pela quarta sessão consecutiva, fixando-se em 1,519%. Em ambos os casos, este é o valor mais baixo do indexante em mais de dois meses. Já a taxa a três meses, que ficou nos 1,014% pela terceira sessão, também um mínimo de Outubro.

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Luís Lima: 'Um aviso à navegação que busca pechinchas'

Na semana passada, em Lisboa, ouvi o Dr. José Araújo e Silva, administrador da Caixa Geral de Depósitos, dizer, num fórum sobre o sector imobiliário, organizado pela própria CGD e em que tive o prazer de participar como orador, na semana passada ouvi, com muito agrado, o aviso que aquele administrador lançou a certos navegadores de águas turvas quando aconselhou os que sonham com baixas de preços no sector, a irem comprar a Espanha ou à Irlanda.

Na verdade, em Portugal (que soube defender-se dos perigos das bolhas imobiliárias, muito antes desta presente crise), os preços praticados no mercado imobiliário português não estão, nem estiveram no passado mais recente, inflacionados ao ponto de se sonhar com quebras de preços que alguns chegam a referir com percentuais da ordem dos dois dígitos e não apenas para as casas da primeira dezena.

Haverá, hoje, maior consciência da necessidade de conceder crédito à habitação, só a quem, pela disponibilização de capitais próprios, prove estar em melhores condições para o assumir, nomeadamente com taxas de esforço mais equilibradas para o próprio público consumidor, mas – também foi bom ouvi-lo – é importante saber-se que esta torneira não se fechou, como o Dr. Paulo Sousa, Director da CGD para estas áreas, referiu neste mesmo fórum.

Como tive oportunidade de referir no fórum, o mercado imobiliário é fundamental para a recuperação económica, gera riqueza e gera receita tributária. Mas este mercado, que precisa da banca, prescinde daqueles que tentam, por todos os meios, desvalorizá-lo. Esses podem, realmente, tentar pescar pechinchas noutras águas. A gente agradece.

Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP

Publicado dia 25 de Dezembro de 2010 no Expresso

Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Apemip / Expresso

Sonae vende imóveis no valor de 53 milhões

A empresa de Belmiro de Azevedo divulgou uma lista de 28 activos, entre os quais terrenos em Tróia, Lisboa e Porto e uma herdade no Alentejo.

A Sonae Capital colocou 28 activos imobiliários à venda - entre terrenos, moradias e estabelecimentos comerciais - num valor global de 52,8 milhões de euros. Uma lista de imóveis que decorre do processo de alienação de activos não-estratégicos. Desde que iniciou o programa de alienação de activos, em 2008, a Sonae Capital já encaixou 85 milhões de euros.

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C&W: 'Volume de investimento melhora no 3º trimestre'

O volume de investimento em imobiliário relativo a 2010 será ligeiramente superior ao de 2009, antecipa a consultora Cushman & Wakefield. O terceiro trimestre deste ano veio dar um impulso significativo. As transacções são, no entanto, muito inferiores às registadas no período pré-crise.

A actividade de investimento imobiliário em 2010 manteve um dinamismo reduzido face aos anos pré-crise, afirma a Cushman & Wakefield. À semelhança de 2008 e 2009, os valores transaccionados ficaram muito aquém dos volumes que desde 2003 se registavam no nosso mercado.

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Valor médio de Avaliação Bancária de Habitação diminuiu

Em Novembro de 2010, o valor médio de avaliação bancária para o total do País, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, fixou-se em 1131 euros/m2, correspondendo a uma variação de -0,2% face ao mês anterior.

Preços em Lisboa sobem. Os aumentos verificados na região de Lisboa e nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira não foram suficientes para compensar as variações negativas registadas nas restantes regiões. A região do Algarve destacou-se pela diminuição de 20 euros no preço por m2 em relação ao valor observado em Outubro (variação de -1,3%).

Em termos homólogos, o valor médio de avaliação no total do País diminuiu 2,2%, reflectindo as variações
negativas da maioria das regiões NUTSII. As variações negativas mais intensas foram observadas na região de Lisboa (-1,7%) e nas regiões do Norte e do Centro (ambas com -1,6%). A estas variações corresponderam diminuições de 24 euros, 16 euros e 15 euros, respectivamente.

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Cushman & Wakefield: 'Balanço do Mercado de Investimento Imobiliário em Portugal em 2010'

Segundo a consultora imobiliária global Cushman & Wakefield (C&W), a actividade de investimento imobiliário em 2010 manteve um dinamismo reduzido face aos anos pré-crise. À semelhança de 2008 e 2009, os valores transaccionados ficaram muito aquém dos volumes que desde 2003 se registavam no nosso mercado.

Ainda assim, o 2º semestre registou uma actividade considerável, tendo em conta o enquadramento económico e a própria situação adversa no mercado ocupacional. O 3º trimestre do ano foi especialmente activo, sobretudo ao nível dos fundos de investimento imobiliário, tendo contribuído para um valor de fecho de ano que deverá ultrapassar ligeiramente o registado em 2009.

As estimativas provisórias de fecho de ano para o volume de investimento em activos imobiliários em Portugal (excluindo eventuais transacções de fundos nacionais durante o mês de Dezembro) rondam os €585 milhões.

Ao contrário do esperado no fecho do 1º semestre, altura em que a crise de confiança internacional fazia prever um ano de estagnação em termos de actividade de investimento, o volume de investimento em 2010 irá ser ligeiramente superior ao registado em 2009.

Após a forte quebra verificada na actividade de investimento em 2008, os anos de 2009 e 2010 têm vindo a registar crescimentos modestos, que indiciam uma maior liquidez canalizada para o sector imobiliário, em oposição à situação vivida em 2008.

Luís Rocha Antunes. De acordo com o partner e director do departamento de investimento da consultora C&W, “No início do ano chegámos a ter a expectativa que o volume de transacções atingisse os 800 milhões de euros, mas a meados do ano a forte desaceleração do mercado reduziu consideravelmente as nossas primeiras estimativas.

Não obstante o cenário difícil que se adivinha para o país em 2011, é possível que a esperada recuperação da credibilidade internacional do país em termos de finanças públicas, bem como a tendência de ajustamento de preços, que cada vez mais tem sido reconhecida pelos proprietários, contribua para uma nova subida de volumes de investimento já em 2011.”

O volume médio transaccionado por negócio durante o ano situou-se nos €10,8 milhões, muito inferior à média dos últimos dez anos, na ordem dos €18 milhões. Para este facto contribuiu a maior actividade no mercado dos fundos de investimento imobiliário nacionais, que tradicionalmente realizam negócios de pequena e média dimensão.

A redução da actividade por parte dos investidores estrangeiros manteve-se em 2010, com apenas 37% de capitais de origem internacional investidos no nosso mercado.

O sector de retalho manteve a sua primazia em termos de capital investido, tendo recebido cerca de 60% do total de investimento em 2010, com uma parcela importante deste montante canalizada para centros comerciais, mais de €200 milhões. Seguiu-se o sector industrial, que nos últimos anos tem vindo a ser alvo de um cada vez maior interesse por parte dos investidores institucionais.

Em 2010 foram canalizados para este sector €140 milhões, correspondentes a 25% do total investido no mercado. Os activos de escritórios verificaram em 2010 uma menor procura, tendo recebido apenas 13,5% do total de fundos. No mercado residencial foram investidos apenas 3% do montante global, retratando uma menor dinâmica dos Fundos de Investimento Imobiliário em Arrendamento Habitacional.

Desde meados de 2007, os efeitos da crise internacional foram sentidos em Portugal ao nível do valor dos activos imobiliários, tendo-se iniciado nessa altura uma trajectória ascendente dos yields prime, à semelhança do sucedido no resto da Europa.

Em 2010, o início do ano trouxe boas expectativas de evolução do mercado imobiliário, provocando uma descida ténue dos yields prime para escritórios e centros comerciais. Em Abril, as más notícias sobre as economias do Sul da Europa, mais concretamente sobre Portugal, provocaram uma regressão neste optimismo cauteloso.

Hoje, a incerteza quanto ao momento em que se irá dar a inversão na curva de crescimento das economias levou a uma retoma de maior cautela por parte de investidores e financiadores. Após a ligeira descida no 1º trimestre, os yields mantiveram-se estáveis durante o ano e assim se prevê que se mantenham nos próximos meses. No final de 2010 os yields prime de mercado em Portugal situavam-se nos 7% para escritórios, 6,25% para retalho e 8,25% para industrial.

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal

O Blog Imobiliário em Portugal deseja a todos um Feliz Natal :)

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Medium comercializa Empreendimento Vila Parque

O Empreendimento Vila Parque, localizado Vila Nova Famalicão constitui uma excelente opção, nomeadamente devido à sua localização central, espaços verdes, qualidade e inovação ao nível da construção.

Segundo a empresa Medium Mediação Imobiliária, actualmente com a comercialização exclusiva deste produto, "a individualidade deste empreendimento assenta na qualidade do traço arquitectónico, na amplitude dos espaços verdes e da sua priveligiada localização na cidade de Vila Nova de Famalicão."

Empreendimento Vila Parque | Vila Nova Famalicão

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Empreendimento Villas Natura
Empreendimentos em Vila Nova de Famalicão

Euribor escorregam em todos os prazos

As taxas europeias caíram hoje em todas as maturidades. A Euribor a seis meses recuou hoje para minímos de Otubro e situou-se nos 1,248%, enquanto o prazo a 12 meses deslizou para 1,526%. Já a taxa a três meses caiu para 1,015%, o valor mais baixo em dois meses.

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Crédito habitação bonificado: Estado vai ajudar mais em 2011

Desempregados perdem apoio em Maio e vão ter de pagar valor em atraso mais os juros. Os portugueses com crédito bonificado vão pagar menos na prestação ao banco no próximo ano, porque a comparticipação do Estado nos créditos bonificados vai aumentar.

É que a bonificação do Estado vai passar a incidir sobre uma taxa de juro mais elevada, de 1,758%, que compara com os 1,491% em vigor. Esta alteração serve apenas para os primeiros seis meses de 2011, depois a taxa é novamente revista pelo banco.

A concessão de crédito bonificado terminou em 2002, mas ainda há 400 mil famílias a beneficiar deste regime.

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Grupo Invictus ultrapassa os 70 M€ de facturação em 2010

Grupo prevê atingir os 100 milhões de euros até ao final de 2010, duplicando o volume de facturação relativamente ao período homólogo.

O Grupo Invictus, que actua como revendedor no mercado imobiliário, registou, entre Janeiro e Setembro de 2010, um volume de facturação superior a 70 milhões de euros. O balanço de nove meses de actuação demonstra um crescimento de 50 por cento relativamente ao período homólogo.

Até ao final de 2010, o Grupo prevê atingir os 100 milhões de euros, precisamente o dobro face a 2009. Em franco crescimento, o grupo tem verificado um aumento significativo na procura por parte do cliente final.

Os resultados positivos resultam da aposta no conceito inovador no sector imobiliário. A actuação do revendedor passa pela compra de um número avultado de fracções de imóveis residenciais, em empreendimentos novos, prontos a habitar, de segmento médio-alto e alto.

Ao comprar em grandes quantidades, o grupo consegue obter uma margem que reverte essencialmente para o cliente final. Desta forma, os imóveis são recolocados no mercado a preços muito mais acessíveis e que podem chegar a 20 por cento de desconto relativamente ao preço inicial. Tendo em conta a restrição no acesso ao crédito à habitação, a actuação do Grupo Invictus é uma mais-valia para quem pretende comprar casa.

Actualmente, o grupo conta com cerca de 50 empreendimentos em comercialização, a nível nacional. O Grupo Invictus destaca-se no mercado imobiliário português como líder em revenda de apartamentos novos. Desde Abril, está também presente em Espanha, com a abertura de uma delegação em Vigo.

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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Porto: Construção e Arrendamento no 1º Semestre de 2010

Rendas 2,5% mais baixas. Ao longo do 1º semestre de 2010, as rendas de habitação na cidade do Porto continuaram o percurso de decréscimo iniciado em meados de 2009. Desde o 3º trimestre desse ano têm caído sucessivamente, atingindo no 2º trimestre de 2010 uma taxa de variação média anual de -1,2%.

Esses dados advêm do índice de rendas apurado pela Confidencial Imobiliário, calculado com base na informação do portal LardoceLar.com. De acordo com o Índice Ci-Rendas, na cidade do Porto, ao longo do último ano, a taxa de variação trimestral das rendas tem oscilado entre os -0,9% e os -1,4%.

Também em termos homólogos a nota tem sido de perda, com o 2º trimestre de 2010 a apresentar uma variação homóloga de -4,1%, a mais baixa de sempre desde o início deste Índice. Este resultado vem agravar aquele se havia observado no 1º trimestre de 2010, período no qual a homóloga havia sido a mais baixa registada até então, situando-se nos -2,5%.

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IHRU divulgou Plano de Actividades para 2011

Plano de Actividades para 2011 do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) está disponível para consulta.

O IHRU tem uma actividade multifacetada visando os objectivos definidos pelo Governo de renovaçao da Política de Habitação e promoção da Reabilitação Urbana, em articulação com a Política de Cidades, e de preservação da memória da arquitectura e melhoria do conhecimento científico sobre o património arquitectónico.

Plano de Actividades 2011

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Ricardo Guimarães: 'A certificação da qualidade é uma opção estratégica essencial para a Confidencial Imobiliário'

A Ci - Confidencial Imobiliário recebeu recentemente o Certificado de Conformidade relativa à Gestão das Actividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (ID&I), sendo uma das primeiras empresas em Portugal a obter este tipo de acreditação.

A entrega do certificado realizou-se no âmbito do evento «Fast, Open and Global – New Perspectives on Innovation», integrado na iniciativa “Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial” da COTEC, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

A Ci - Confidencial Imobiliário é uma entidade independente, especializada na produção e difusão de indicadores de análise do mercado, detendo índices e bases de dados exclusivas sobre a oferta e vendas de fogos, com destaque para o SIR – Sistema de Informação Residencial. Do seu acervo salienta-se, ainda, o Índice Ci que é a mais antiga série sobre imobiliário em Portugal, com mais de 20 anos.

Este índice mede a valorização dos imóveis residenciais. Pela sua credibilidade e independência, é referenciado por entidades como o Banco Central Europeu, o Banco de Portugal e o Governo Português. Já com actividade no Brasil e em Espanha, a Ci tem como visão tornar-se um standard internacional na informação estatística para os profissionais do mercado residencial.

Toda a actividade desenvolvida pela Ci decorre de iniciativas de ID&I, tendo um posicionamento único no mercado nacional. Depois de ter protagonizado um projecto apoiado pela Agência para a Inovação e outro com o apoio do QREN, no quadro do Sistema de Incentivos à I&DT, a Ci consolidou esse trajecto certificando a actividade de ID&I pela Norma NP EN 4457:2007, tendo a SGS sido a entidade certificadora. Para além dessa norma, a Ci certificou-se em simultâneo na Norma ISO 9001:2008.

Opção Estratégica
Segundo Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário, “a certificação da qualidade é uma opção estratégica essencial para a Confidencial Imobiliário, numa altura em que se afirma como uma fonte de referência para o mercado imobiliário, nomeadamente num momento em que serve quase todos os principais bancos nacionais e em que tem como objectivo expandir a sua actividade para novos mercado internacionais”.



Depois de projectos que envolveram a Faculdade de Ciências – U.P., em matéria de competências para a georeferenciação dos imóveis, e a Faculdade de Economia – U.P., tendo em vista as metodologias de índole estatística e econométrica, a Ci tem uma nova carteira de iniciativas de ID&I que assegurarão a continuidade do seu percurso, que assenta integralmente nesse tipo de projectos para consolidar a sua posição no mercado e atingir novos segmentos.

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Gonçalo Nascimento Rodrigues: 'O Impacto da Regulação no Imobiliário'

Muito se tem falado da necessidade de haver maior regulação sobre os mercados financeiros por forma a travar alguma da especulação que neles se encontra. Muitos atribuem (grande) parte das culpas da actual crise à falta de regulação e supervisão adequadas a muitos fundos de investimento e produtos financeiros.

Que impacto pode ter no sector imobiliário, uma regulação mais apertada?
Deixo-vos hoje dois exemplos.

Solvency II. A directiva Solvency II é um conjunto de requisitos legais aplicados a companhias de seguros na União Europeia. Para além de outros aspectos, vem prever e legislar sobre a necessidade de capitais face ao risco dos produtos nos quais as seguradoras estão investidos. Ou seja, mais risco, necessidade de mais capital para fazer face a alterações de mercado.

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Ricardo Gomes à frente da AECOPS até 2013

O actual presidente da AECOPS foi reconduzido no cargo que tem vindo a desempenhar no órgão directivo desta instituição desde 2008.

Ricardo Pedrosa Gomes, que voltará uma vez mais a conduzir os destinos da Associação, foi sufragado no processo eleitoral que, tendo decorrido na parte da manhã do dia 20 de Dezembro, elegeu os novos corpos gerentes para o triénio 2011-2013.

Na mesma ocasião e para além dos restantes membros dos vários órgãos directivos da Associação, foram também escolhidos os corpos sociais das comissões directivas das quatro delegações regionais da AECOPS, nomeadamente, da Delegação Regional do Alentejo, da Delegação Regional do Algarve, da Delegação Regional do Centro e da Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo.

A cerimónia da tomada de posse dos membros dos novos corpos sociais da Associação decorrerá no próximo dia 22 de Dezembro, pelas 14H30, nas instalações da sede da Aecops em Lisboa.
 
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Realstone alarga actividade no território nacional

A Realstone, marca do grupo Onebiz dedicada ao investimento imobiliário, abriu três novas unidades na Trofa, Caldas da Rainha e Funchal.

Estas duas últimas, da responsabilidade de Nelson Machado e Jorge Gouveia, respectivamente, representam o acentuar da estratégia de "cross-selling" empresarial do grupo, já que ambos detêm negócios próprios com as marca Exchange, Imo24 e Square.

A RealStone é uma rede de lojas de investimentos imobiliários, que adquire imóveis com custos significativamente inferiores aos valores praticados pelo mercado ("sale & leaseback").

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Início | Partilhar no Facebook | Fonte: VI

Promotora Habiserve encaixa dez milhões com venda de casas

A empresa iniciou mudanças na gestão e na estratégia de vendas para superar um ano marcado por dificuldades financeiras. A promotora Habiserve já encaixou dez milhões de euros com a venda de fracções em empreendimentos, sobretudo de habitação.

De acordo com os irmãos Nuno e Paulo Duarte, administradores que asseguram a direcção do grupo, o resultado deve-se a uma nova orientação da empresa, que passou por uma substituição da equipa de gestão e vendas por pessoas mais jovens e que são premiadas de acordo com os resultados que apresentam.

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CBRE: Recuperação das Rendas e da Procura no Imobiliário Industrial

Segundo o mais recente relatório MarketView da CB Richard Ellis (CBRE) os mercados industriais estão actualmente em recuperação em todo o mundo, ainda que em fases muito diferentes, com o destaque para a Ásia que tem um posição de liderança no arrendamento deste tipos de espaços.

Todas as regiões registaram aumentos do investimento no primeiro semestre de 2010, com maior incidência na Europa, Médio Oriente e África (EMEA), onde as vendas de unidades industriais e logísticos subiram 90% comparativamente aos níveis de 2009, prevendo-se uma continuação deste ritmo em 2011.

A primeira análise global da CBRE ao nível dos investidores e ocupantes do sector logístico industrial mostra que Tóquio surge como o mercado mais caro do mundo para centros de logística/distribuição, seguido de Londres e São Paulo.

Richard Holberton, Director do Departamento de Research da região EMEA da CBRE, afirmou: “À medida que a recuperação se torna mais firme e notória na região EMEA, prevê-se um aumento da procura de imóveis industriais e logísticos prime em toda a Europa. As rendas globais da região deverão cair -2,2% em 2010, e abrandar para os 0,6% em 2011.

Tendo em conta a falta de instalações prime flexíveis, cada vez mais procuradas por empresa industriais, bem como operadores logísticos modernos e sofisticados -, pensamos que, a médio prazo, as rendas poderão vir a aumentar até 2% à medida que nos aproximamos de 2012.”

“A diminuição da procura de imóveis industriais e logísticos em 2008 e 2009 conduziu a um decréscimo superior a 10% no nosso Índice Global de Rendas, levando as rendas de volta para os níveis de 2003-2005,” afirmou Raymond Torto, Global Chief Economist da CBRE.

“Os EUA e a região EMEA registaram a redução de rendas mais significativa durante este período, com decréscimos de 14% e 12%, respectivamente. Já as regiões do Pacífico e da Ásia resistiram melhor às dificuldades, e apresentaram ambas decréscimos de apenas 5%”

No segundo trimestre de 2010, odecréscimo das rendas industriais abrandou nas regiões EMEA, Américas e Pacífico e já está em marcha a subida das rendas na Ásia, com aumentos das rendas superiores a 6% desde o final de 2009.

Raymond Torto acrescentou ainda que: “Tendo em consideração o aumento da procura e dos níveis de produção nos mercados mundiais emergentes, antecipamos uma estabilização dos valores de renda prime neste sector, ou mesmo o início da subida gradual destas ainda antes do final do ano.”

Para o quarto trimenstre de 2010 o relatório da CBRE, Global Industrial MarketView prevê um crescimento anual das rendas modesto, de 0,8%. Para as regiões EMEA e Amércas, após o período de estabilização das rendas que se tem vindo a verificar, estima-se um crescimento global das mesmas, na ordem dos 1,5% em 2011.

A redução da disponibilidade de imóveis modernos e flexíveis em localizações prime, em conjunto com o crescimento global do consumo, deverá conduzir a um aumento de rendas de 2,9% em 2012, de acordo com as projecções do estudo da CBRE.

Global Industrial MarketView | Logistics

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Antena 1 entrevista Luís Lima

Luís Lima foi recentemente reeleito presidente da direcção nacional da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal.

Nesta entrevista conduzida pelo jornalista Daniel Belo, Luís Lima afirma que o mercado imobiliário está a passar por uma fase muito má. Os meses de Setembro, Outubro e Novembro de 2010 foram os piores desde 2004/2005, registando-se uma grande redução do negócio imobiliário.


Luís Lima revela que o mercado médio/alto é o único que existe neste momento, tendo em conta que as pessoas que faziam parte do mercado baixo estão a recorrer ao arrendamento.

Ouvir Entrevista

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Rendibilidade dos activos imobiliários atrai novos investidores

Depois da crise do ‘subprime’, os investidores estão a voltar a investir no mercado imobiliário europeu, que actualmente está a transaccionar a desconto face à maioria dos activos.

A Henderson Global Investors comprou recentemente, em nome dos seus investidores, um supermercado com uma licença de ‘leasing' a 14 anos à cadeia líder de supermercados no Reino Unido Tesco, com uma revisão das rendas ao fim de cinco anos e uma rendibilidade anual de 7% do investimento.

Uma obrigação da Tesco com um cupão semelhante rende, em média, 4% ao ano. Apesar de ser normal um certo diferencial das ‘yields', em resultado da natureza ilíquida dos imóveis para fins comerciais, esta grande diferença é sintomático de uma aparente anomalia de preços, sobretudo numa altura em que tantos investidores clamam por rendimentos dos seus investimentos.

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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Torre de 60 metros no Colombo pronta em tempo recorde

A Torre Ocidente ficou pronta em pouco mais de um ano, concluindo assim o complexo de escritórios das Torres do Colombo, um projecto com mais de 15 anos.

Faltavam 68 dias para a conclusão prevista da obra quando chegámos à Torre Ocidente. Era final de Setembro e, nos escritórios do estaleiro, uma folha de papel pregada na parede assinalava, dia a dia, quanto tempo restava.

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Construção de novas moradias do Aroeira Village arranca em 2011

Vai arrancar, no início de 2011, a construção de quatro novas vivendas no condomínio semi-privado Aroeira Village, junto à Herdade da Aroeira.

As seis primeiras moradias estão na recta final de construção e já foram vendidas cinco unidades, disse ao OJE Marco Cardoso, director da Era Charneca da Caparica. Este conjunto de 10 vivendas V3 compõe o Aroeira Village I, a primeira fase do empreendimento.

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Início | Partilhar no Facebook | Fonte: OJE

Luís Lima: As vindimas municipais imobiliárias

O Poder Local não prescinde da árvore das patacas que dá pelo nome de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Já não basta o que basta, em matéria de tributação do património e, este ano, a esmagadora maioria dos Municípios portugueses volta a aplicar a taxa máxima de IMI.

O regime de tributação do património imobiliário, actualmente em vigor, concede aos Municípios o poder de agravar ou desagravar a taxa do IMI e o resultado é o que se vê , mesmo sabendo-se que os grandes beneficiários do sistema – o Poder Local – nunca como agora tiraram bons rendimentos do betão.

É que, embora mais próximo das populações, o Poder Local vive num permanente estado de benefício da dúvida no que toca a assumir responsabilidades pelo maior ou menor peso fiscal sobre os contribuintes. Impostos é coisa ruim que apenas responsabiliza os do Governo Central.

E, no entanto, na hora de decidir o que fazer quanto ao montante da fatia fiscal que lhes cabe, os Municípios optam, com raras excepções, pelos valores máximos possíveis, carregando no bolso dos munícipes que também são contribuintes municipais, embora raramente se vejam como tal.

Como já em tempos disse, é preciso saber podar as árvores no tempo certo para que estas voltem a dar frutos de forma harmoniosa, às vezes até mais do que davam. Esta é que é a poda que falta a essa fértil árvore das patacas do IMI, uma árvore que pode, de repente, deixar de dar frutos.

Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP

Publicado dia 15 de Dezembro de 2010 no Diário Económico
Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Apemip / Diário Económico

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Casas.com.pt: Mais informação, melhor angariação

Com a nova versão do portal Casas.com.pt a sua empresa e os seus colaboradores podem saber mais sobre a oferta de imóveis existente no mercado. Este portal, que ao longo do último ano registou uma média mensal de 170 mil visitantes, é uma ferramenta que pode ser muito útil para o trabalho do dia-à-dia de dos profissionais do sector.

No portal Casas.com.pt, em poucos minutos e com poucas pesquisas, é possível identificar facilmente os imóveis que existem para venda ou arrendamento numa determinada zona, com uma característica específica.

Vai angariar um apartamento T2 em Matosinhos, com garagem, piscina e vista mar?
As pesquisas seguintes ajudam a entender a utilidade deste portal:
Resultado? Com uma pesquisa simples e rápida, é possível identificar os únicos 25 imóveis (entre mais de 4.200) que o podem ajudar num processo de angariação ou venda. E se adicionar o nome da empresa concorrente nas suas pesquisas?

Saiba mais sobre o mercado, a oferta de apartamentos, moradias e terrenos na sua zona de actuação, as empresas concorrentes e sua carteira de imóveis... e saiba, também, o que realmente procuram os seus potenciais clientes! Conheça as pesquisas mais frequentes dos 170 mil potenciais clientes que visitam este site todos os meses!

Início | Partilhar no Facebook | Fonte: Caixatec

Negócios Imobiliários

C&W mandatada para gestão de edifícios Explorer e Espace no Parque das Nações
A consultoraimobiliária global Cushman & Wakefield (C&W) anunciou hoje que foi mandatada pela Pramerica Real Estate Investors para a gestão dos seus dois novos edifícios no Parque das Nações – Espace e Explorer.

Os dois edifícios, concebidos pelo arquitecto Mário Sua Kay, situam-se numa das artérias principais do Parque das Nações, a Alameda dos Oceanos, junto ao rio, à FIL, ao Centro Comercial Vasco Gama e do interface da Estação Oriente.

O edifício Espace conta com 10.000 m2 de área bruta locável (ABL) e 250 lugares de estacionamento, enquanto que o Explorer totaliza 5.000 m2 ABL e 108 lugares de parque. O edifício Explorer inclui ainda um jardim-de-infância e um restaurante.

A Cushman & Wakefield assegurará a gestão da exploração dos dois edifícios a nível operacional e a nível locativo, incluindo a gestão dos serviços disponibilizados aos arrendatários, gestão técnica e financeira de investimentos e obras, facturação e cobrança de rendas, gestão de contas bancárias, verificação de contas correntes e elaboração de relatórios do activo.

De acordo com Bruno Silva, director do departamento de gestão imobiliária da Cushman & Wakefield, “Estes edifícios diferenciam-se da demais oferta do Parque das Nações pelo seu desenho, luminosidade natural, flexibilidade de áreas, acabamentos, existência de áreas exteriores de lazer e, sobretudo, por incluírem serviços de restauração e creche que poderão proporcionar maior agilidade e qualidade de vida aos colaboradores das empresas ocupantes”.

CB Richard Ellis apresenta novas lojas nos centros comerciais Vivaci
A CB Richard Ellis colocou novas lojas nos centros comerciais VIVACI. A insígnia UnderBlue marca presença desde o passado mês de Outubro no centro VIVACI Caldas da Rainha e Guarda. A marca Suits&Shoes está disponível no VIVACI Maia desde o mês de Novembro.
 
Os centros comerciais VIVACI são propriedade do Grupo FDO. Localizados nalguns dos principais centros urbanos do País são pólos dinamizadores dessas cidades onde lojas e serviços coabitam com o comércio local e que contribuem para um aumento da oferta de emprego nessas zonas.

Nos centros comerciais VIVACI podemos encontrar as últimas tendências na área da moda e acessórios, uma praça da restauração com ampla oferta, um supermercado, salas de cinema na área de lazer e entretenimento através da marca VIVACINE Cinemas, para além de uma diversificação da oferta na área de serviços.

Ana Jaca, Consultora do Departamento de Agência de Retail da CB Richard Ellis refere, “Os centros VIVACI reúnem no mesmo espaço uma oferta comercial e serviços de elevada variedade e qualidade. Faz parte da nossa missão continuar a trabalhar para actuar nesta diferenciação dos VIVACI, trazendo novas lojas como é exemplo a Underblue e a Suits&Shoes.”

Marchon selecciona B.Prime para coordenar projecto chave-na-mão
A B. Prime foi a consultora imobiliária seleccionada pela multinacional Marchon Eyewear, para coordenar um projecto chave-na-mão para a instalação da nova sede, da empresa, em Portugal.

Depois da conclusão do processo de arrendamento da nova sede da Marchon Eyewear em Portugal a B. Prime foi agora, igualmente, seleccionada como empresa responsável por operacionalizar a instalação dos escritórios desta multinacional norte-americana.

A B. Prime coordenou um projecto chave-na-mão, em que desenvolveu o projecto de arquitectura, construção civil, especialidades e mobiliário neste processo de instalação da sede da Marchon, no Parque das Nações.

De acordo com Alessandra Nathan, Export Sales Manager e Country Manager para Portugal, da Marchon: “Uma vez que não temos ainda uma presença efectiva das nossas equipas em Portugal tivemos de escolher um parceiro em quem confiássemos para que a conclusão deste projecto fosse feita dentro dos orçamentos e prazos existentes. A B. Prime soube responder, na íntegra, a todas as nossas exigências.”

Segundo Jorge Bota, Managing Partner da B. Prime: “Coordenar um projecto chave-na-mão desta sede que é igualmente um showroom, foi um desafio. Tivemos de conciliar a funcionalidade com o Design, de modo a podermos responder à excelência da imagem das marcas que a Marchon representa.”

Worx coloca Future Healthcare no Edifício República 50
A Worx foi a consultora responsável pela colocação da Future Healthcare no Edifício República 50, localizado no centro de Lisboa e propriedade da Silcoge. A empresa prestadora de serviços de saúde irá ocupar aproximadamente 1.000 m2.

A Future Healthcare, S.A. é uma empresa especializada no sector da saúde, que desenvolve produtos e serviços inovadores - planos de saúde, seguros de saúde e crédito para saúde, que aumentam a protecção dos seus clientes e lhes proporcionam um acesso mais económico à medicina privada.

De acordo com José Pina, Presidente do Conselho de Administração da Future Healthcare, esta mudança vai permitir a abertura da primeira agência Saúde Prime (marca detida pela Future Healthcare) numa localização priveligiada do centro de Lisboa, sendo esta a primeira agência especializada em produtos de protecção para saúde em Portugal.

Relativamente ao trabalho desenvolvido pela Worx, José Pina sublinhou “a WORX teve a capacidade de entender o nosso posicionamento e as necessidades de crescimento da empresa, e tudo fez para ajudar a encontrar uma solução que atendesse aos nossos principais requisitos”.

Início | Partilhar no Facebook | Fonte: C&W, CBRE, B.Prime e Worx,

Prémio IHRU 2010 - Exposição de trabalhos premiados

Está patente nas instalações do edifício-sede do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, uma exposição dedicada a trabalhos premiados no âmbito do Prémio IHRU 2010, cuja cerimónia de entrega decorreu no passado dia 3 de Dezembro, em Lisboa.

Esta exposição pretende dar a conhecer os diversos empreendimentos premiados no âmbito do Prémio IHRU, nas vertentes da construção e da reabilitação e está aberta ao público das 09:00 às 18:00, até ao próximo dia 7 de Janeiro, inclusive.

Lista de Prémios 2010

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Reabilitação: Fundos não seduzem investidores

Apesar de incentivos 'fantásticos', os fundos de reabilitação não seduzem investidores. Gestoras sofrem com morosidade das câmaras.

O quadro fiscal "é muito atrativo, fantástico até, mas estar dependente da morosidade municipal é sempre um risco acrescido". A análise é de Cláudia Ferreira, gestora de um dos raros fundos focados na reabilitação urbana, criado ao abrigo do novo regime de incentivos (008/2012).

Lançado há ano e meio com uma dotação de €35 milhões, o fundo Príncipe Real, gerido pela MNF - Gestão de Ativos, corre o risco de não cumprir os requisitos para beneficiar dos incentivos fiscais (rendimento livre de IRC, além da taxa de IVA a 5%).

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Reabilitação: Programa nacional dinamiza imobiliário

Investir na reabilitação urbana é consensual, mas sector sofre com crise transversal do imobiliário. Governo vai lançar plano nacional para agilizar licenciamento e conceder incentivos.

O investimento na reabilitação é consensual, e surge como um das apostas do Governo para estimular a economia em 2011 e atenuar os efeitos da recessão na indústria da construção. O Governo prepara um plano nacional para agilizar licenciamento e conceder incentivos aos promotores.

A criação de uma agência nacional e o lançamento de um programa para a regeneração urbana serão as faces visíveis desse novo desígnio, assumido num documento recente pela própria CIP - Confederação da Indústria Portuguesa. Os agentes aplaudem, entre a esperança e o ceticismo.

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Confidencial Imobiliário certificada em ID&I

A Confidencial Imobiliário recebeu o Certificado de Conformidade relativo à Gestão de Actividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (ID&I).

Esta certificação foi concedida no âmbito da iniciativa “Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial”, da COTECT, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

De acordo com Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário, “a certificação de qualidade é uma opção estratégica essencial para a Ci, numa altura em que se afirma como uma fonte de referência para o mercado imobiliário, nomeadamente num momento em que serve quase todos os principais bancos nacionais e em que tem como objectivo expandir a sua actividade para novos mercados internacionais”.

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Programa Porta 65 com nova fase de candidaturas

A 4ª fase de candidaturas de 2010 ao Programa Porta 65-Jovem decorre de 14 de Dezembro a 07 de Janeiro, inclusive. Este programa apoia o arrendamento jovem de habitação para residência permanente, atribuindo uma percentagem de valor da renda como subvenção mensal.

O Programa Porta 65 Jovem tem como objectivo regular os incentivos aos jovens arrendatários, estimulando:
• Estilos de vida mais autónomos por parte de jovens sozinhos, em família ou em coabitação jovem;
• A reabilitação de áreas urbanas degradadas;
• A dinamização do mercado de arrendamento.

Em caso de necessidade de apoio à instrução das candidaturas, os interessados poderão dirigir-se às instalações do IHRU em Lisboa e Porto ou às Lojas Ponto JA, do Instituto Português da Juventude, ou ligar para os números 21 723 15 00 (tecla 1) ou 707 101 112.

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Luís Lima: 'Simplificar leis - sim e obrigado'

Volto hoje a essa estória da Galinha e do Ovo que Luandino Vieira incluiu nessa belíssima obra da literatura lusófona, que é “LUUANDA”, onde se retrata a burocracia colonial encarnada em Sô Lemos que resolvia todos os casos fazendo um “vintecinco linhas”. E volto a este tema para voltar a dar a força que eu possa ter a essa geração MP3 que chegou ao Poder com vontade de simplificar a vida dos cidadãos.

Contra o programa SIMPLEX e agora também contra o SIMPLEGIS continuam a erguer-se perigos, mais imaginários do que reais, já não tanto em nome dos supostos atropelos à segurança que o Direito deve garantir aos cidadãos, mas agora mais em nome da suposta “inutilidade”, por desnecessária, desses programas.

A desmaterialização, eliminação e simplificação de milhares de actos notariais e registrais que eram, quase unanimemente, considerados inúteis e limitativos – talvez com a única excepção de quem inventava dificuldades para vender facilidades – parece-me longe de constituir uma ameaça à segurança dos cidadãos e longe de ser desnecessária.

Como ainda há pouco reflectia numa revista de juristas, o cruzamento de informação que hoje é possível efectuar, com toda a segurança e em tempo real, é muito mais eficaz e eficiente do que a informação obtida à custa da via sacra dos requerimentos em papel selado de vinte e cinco linhas, tão ao gosto da geração burocrática dos mangas de alpaca que Sô Lemos, de alcunha o vintecinco linhas, impunha em Luanda.

Mas, mesmo neste quadro de facilidade de cruzamento de informação, não é de desprezar a possibilidade de revogar legislação desadequada, mesmo que já não aplicada ou aplicável. Não vão o diabo torcê-las e, num abrir e fechar de olhos, fazer com que um funcionário do Estado volte a poder exigir a um cidadão um documento que terá de ser obtido num outro departamento do Estado, para regressar ao departamento do mesmo Estado que inicialmente o exigiu.

Ao invés de combatermos os processos de simplificação burocrática da Administração Pública, devemos incentivá-los, todos os dias, e em todas as instâncias, do Poder Central ao Poder Local, nomeadamente, por exemplo, no respeita à agilização dos processos que rodeiam a reabilitação dos centros urbanos. Para que não haja mais álibis para vender facilidades.

Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP

Publicado dia 10 de Novembro de 2010 no Diário de Notícias

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Empreendimento Quinta da Cegonha em Santo Estêvão

O Empreendimento Quinta da Cegonha, localizada no centro da aldeia Santo Estêvão - Benavente, associa o enorme bem-estar e qualidade da vida do campo a todas as vantagens da vida da cidade: Educação (escola e creche), Shopping (a 15 minutos do Freeport Outlet de Alcochete) e Lazer - Golfe (Santo Estêvão Golfe e Ribagolf), pesca desportiva, Campo de Voo, Desportos Equestres, etc.

As moradias de Traça Ribatejana, com condições singulares para o descanso, conforto e lazer, estão implantadas em lotes de 510 e 520 m2. Dispõem de 237,5 m2 de área coberta, distribuída por dois pisos, com ligação visual ao exterior, tirando todas as divisões partido da vista exterior, oferecendo ainda um espaço exterior, que durante a Primavera e Verão, poderão proporcionar agradáveis momentos de convívio.

As moradias apresentam interiores cosmopolitas, como a utilização de um sistema de aquecimento central por meio de piso radiante eléctrico, associado a deslastradores nos quadros eléctricos para melhor gestão e economia de custos, pré-instalação de ar condicionado, acabamentos inovadores e contemporâneos, nomeadamente, portas interiores, escada interior, móveis de casa de banho e cozinha, entre outros materiais e equipamento.

A Quinta da Cegonha é constituída por 173 lotes, estando ao dia de hoje mais de 85% edificado, todos com arquitectura Tradicional Ribatejana, distribuídos por meia dúzia de projectos, criando assim uma certa homogeneidade neste espaço. A urbanização dista apenas 500 m do centro da aldeia de Santo Estêvão, onde se encontra todo o comércio local como farmácia, padaria, mercado local com frescos diários, peixaria, talho, cafés, restaurantes, mercearia/frutaria, papelaria/tabacaria, etc.

Trata-se de uma urbanização para quem trabalha em Lisboa ou arredores, que procure, qualidade de vida, sossego, conforto e segurança. A comercialização destas moradias (lotes 96 e 97) está a cargo da POMinvest.

Localização de excelentes acessibilidades e investimento no futuro. Muito próximo dos grandes centros urbanos, como Benavente (12 Km) e Lisboa (43 Km), acesso privilegiado ao futuro Aeroporto e à A13 (Porto, Santarém, Alentejo, Espanha e Algarve) e a apenas 25 min de Lisboa, utilizando a ponte Vasco da Gama.

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Empreendimentos em Santarém, Benavente, Tomar, Rio Maior...
Empreendimentos de norte a sul de Portugal