quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Nelson Paciência: Pátina

Há alguns anos conversava com um amigo arquitecto sobre a reabilitação e o património arquitectónico das nossas cidades, numa altura em que este parecia um capítulo irremediavelmente riscado da agenda de prioridades de governantes e investidores. Construção nova é que se queria, quanto mais melhor, e em todo o lado, assim, sem critério, enquanto se assistia à degradação das cidades com total indiferença.

Passaram alguns anos desta conversa, e em boa hora percebemos que finalmente a reabilitação está no topo da agenda, e por variadíssimas razões. Provavelmente foi a crise que a empurrou para a prioridade das actuações, dos poderes central e local, e também no sector privado.


Fonte: CBRE