quinta-feira, 23 de abril de 2015

Associações e Sindicato reunem hoje

Associações e sindicato reunem com o objectivo de reivindicar a rápida concretização das medidas já assumidas para o Setor, sob pena de 2015 se traduzir num efetivo retrocesso, pondo em causa a manutenção das empresas e dos postos de trabalho que estas asseguram.

Um Setor da Construção que, desde 2011, perdeu 262 mil empregos e que enfrentou o encerramento de 37 mil empresas – este é o retrato de uma atividade que, ao contrário do que acontece na generalidade dos países desenvolvidos, continua numa situação de impasse que impede a dinamização do crescimento económico em Portugal e a consolidação dos sinais positivos evidenciados no final do ano de 2014.

É neste contexto que a AECOPS - Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços e a AICCOPN – Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas reúnem já amanhã, dia 23 de abril, pelas 11.00 horas, na sede desta última, sita na Rua Álvares Cabral, n.º 306, na cidade do Porto, com o Sindicato da Construção de Portugal, para juntos discutirem a situação do Setor e concertarem posições em torno de objetivos que são comuns.

Com a certeza de que as soluções existem e foram já definidas e, inclusivamente, incorporadas na agenda governamental, os agentes do setor reclamam urgência na sua efetiva implementação, sob pena de ser inconsequente e deixar de fazer qualquer sentido todo o esforço que lhes foi exigido ao longo destes últimos anos:
  • Dar à Reabilitação Urbana uma dinâmica nacional;
  • Executar os fundos comunitários do QREN ainda disponíveis;
  • Concretizar o Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas;
  • Implementar o Programa Portugal 2020;
  • E dar resposta ao repto corporizado pelo «Plano Juncker»;
  • Captar mais investimento privado, nacional e estrangeiro.
São as metas que, de acordo com as Associações e o Sindicato, o Executivo terá de concretizar para que o ano de 2015 não se traduza num retrocesso, mas que, pelo contrário, possa consolidar o início de um novo ciclo de crescimento para o Setor e para Portugal.

Fonte: AECOPS / AICCOPN