quinta-feira, 9 de abril de 2015

Mais de 100.000 m² de área reabilitada concorrem à edição de 2015 do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana

Falta uma semana para serem conhecidos os vencedores da edição de 2015 do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, uma iniciativa que é apoiada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e que conta com o Alto Patrocínio do Governo de Portugal, concedido pela Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza.

Os vencedores são conhecidos na próxima quarta-feira, dia 15 de abril, em cerimónia realizada no prestigiado Palácio Nacional de Queluz e integrada na agenda da II Semana da Reabilitação Urbana Lisboa.


O Galardão, que celebra este ano a sua 3ª edição, tem mais de 100.000 mô de área reabilitada a concurso localizada em 17 vilas e cidades localizadas em todo o território nacional, mostrando que a reabilitação urbana é uma realidade efetiva em Portugal. Além disso, revela ainda que se trata de uma iniciativa com elevada adesão e reconhecimento público, tendo recebido 51 projetos candidatos nas quatro categorias. Note-se que os candidatos de edições anteriores não podem voltar a candidatar-se ao Prémio, mesmo que cumpram os restantes requisitos necessários em termos de regulamento, o que elimina o efeito de duplicação de projetos entre as várias edições.

Os vencedores são eleitos por um Júri independente e que que é formado por cinco personalidades de grande prestígio e relevo em diversos quadrantes da sociedade e economia portuguesas, incluindo o economista Augusto Mateus, os arquitetos João Pedro Falcão de Campos e João Carlos Santos, este último subdiretor geral da Direção Geral do Património Cultural; e ainda os engenheiros Vasco Peixoto de Freitas, uma das figuras académicas mais conceituadas nesta área da reabilitação urbana; e Manuel Reis Campos, líder da CPCI e da AICCOPN.

O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana é uma iniciativa que tem vindo a recolher, cada vez mais, apoio junto da sociedade civil e da comunidade profissional, tendo este ano, em prova desta consolidação, recebido dois novos apoios institucionais de peso. Tratam-se da Ordem dos Arquitectos e da União da Misericórdias Portuguesas, que se juntam, assim, ao InCi, CPCI e à AHP.

Uma organização conjunta da Vida Imobiliária e da Promevi, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana recebeu, ao longo das suas três edições, mais de 130 projetos candidatos e distingue, anualmente, os melhores projetos de reabilitação urbana em Portugal, abarcando quer intervenções em edificado quer em espaço público, e contemplando iniciativas públicas e privadas.

São eleitos vencedores em quatro categorias – nomeadamente habitação, serviços & comércio, impacto social e turismo -, além de serem atribuídas menções honrosas ao melhor projeto de reabilitação com área inferior a 1.000 mô, à melhor intervenção de restauro e ao projeto com a melhor solução de eficiência energética. Dado ser Lisboa a cidade anfitriã do Prémio, está também prevista uma distinção para o melhor projeto de reabilitação urbana nesta cidade.

No âmbito empresarial, apoiam o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, com patrocínios platina, a Schmitt+Sohn Elevadores, a Aguirre Newman, a Adene e a Caixa Geral de Depósitos, enquanto que nos patrocínios ouro associam-se a Revigres e a Sanitana. O Prémio tem como Jornal Oficial o Público. A Luz e Som é parceira no apoio cenográfico.

Fonte: VI