segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Umas palavras nos debates que Interessam a Portugal

Nesta semana prestes a chegar ao fim, uma semana cheia de discussões e análises políticas na sequência das eleições do passado domingo, nesta sexta-feira inicio do primeiro fim-de-semana da, ainda virtual, nova legislatura, o sector imobiliário, que faz parte da solução e que tem estado a mostrar-se, em Lisboa, desde quarta-feira, no Salão Imobiliário de Portugal (SIL2015), vai protagonizar um debate que merece ser acompanhado.

Na Feira Internacional de Lisboa (FIL) onde decorre o Sil 2015, a Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) vai reunir hoje a tarde, a partir das 15 horas, uma série de especialistas para debater, em dois painéis, a importância do investimento estrangeiro no imobiliário português e a importância estratégica do arrendamento urbano para a sustentabilidade do imobiliário português.

No primeiro debate, que será moderado por João Pessoa e Costa e está focado no investimento estrangeiro, participam Pedro Almeida e Sousa, da Telles de Abreu, Sociedade de Advogados, Jorge Rebelo de Almeida, do Grupo Vila Galé, Manuel Reis Campos, da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) e Pedro Megre da União de Créditos Imobiliários (UCI).

No segundo painel, que será moderado por Júlio Roldão, o palco receberá o pleno da Comissão de Acompanhamento do Mercado de Arrendamento Urbano (CAMAU), fórum que integra a Associação Portuguesa de Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), a Associação Nacional de Proprietários (ANP), a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), a Associação de Inquilinos Lisbonenses (AIL), a Associação de Inquilinos do Norte (AIN) e a Confederação do Comércio de Portugal (CCP).

Os participantes, Vasco Melo pelo CCP, Romão Lavadinho pela AIL, Manuel Vieira pela AIN, eu próprio pela APEMIP, Luís Menezes Leitão pela ALP e António Frias Marques pela ANP debatem há muito, entre si, este e outros temas, o que torna o painel interessante a quem se interessa por estas questões fundamentais para a nossa recuperação económica.

Não será demais recordar que o imobiliário, pela via do arrendamento urbano, com parcerias com o turismo e virado para a procura externa, tem sido um dos sectores que mais contribui para a recuperação que todos desejamos tendo em vista honrar os nossos compromissos e gerar riqueza suficiente para garantir as necessidades das populações. Objectivos estes sempre teoricamente presentes nas discussões políticas que a semana tem alimentado.

Como ainda há pouco tempo referi numa intervenção pública sobre estas questões, Turismo e Imobiliário portugueses têm vindo a cumprir o que lhes é exigido, mostrando Portugal como “o rosto com que a Europa fita o Mundo”, parafraseando Pessoa, e apresentando o nosso país como um porto seguro para investimentos que se desejam também seguros e duradouros.

Modéstia à parte, e com toda a legitimidade, direi que hoje no SIL 2015 o associativismo empresarial do sector imobiliário vai, mais uma vez, provar que também tem uma palavra a dizer nos debates que interessam ao rumo do país.

Luís Lima

Fonte: Apemip