quarta-feira, 29 de junho de 2016

Cushman & Wakefield celebra 25 anos de atividade em Portugal

A Cushman & Wakefield comemora esta semana 25 anos de atividade no nosso país.

No dia 1 de julho de 1991, a então consultora imobiliária de origem britânica Healey & Baker (que anos mais tarde se viria a fundir com a americana Cushman & Wakefield), adquiriu o departamento de imobiliário comercial da empresa de mediação George Knight, que já estava presente em Portugal desde 1987 pela mão do próprio George Knight e Eric van Leuven.

Eric van Leuven tornou-se sócio-gerente da Healey & Baker Portugal, com uma equipa de 4 colaboradores que se dedicava essencialmente à comercialização de escritórios e armazéns. O leque de serviços alargou-se e a empresa conta hoje com mais de 80 colaboradores, distribuídos por 8 áreas de atividade.


Eric van Leuven, que se mantém como diretor-geral, afirma: “Atualmente o lema da Cushman & Wakefield é “ajudar os clientes a transformar a maneira como o mundo trabalha, compra e vive”. Penso que a Cushman & Wakefield teve alguma influência nas enormes transformações do mercado imobiliário ao longo do último quarto de século. Ajudámos a conceber, a comercializar, a avaliar e a gerir muitos dos mais emblemáticos empreendimentos imobiliários do país – centros comerciais de norte a sul, parques de escritórios e logísticos em redor de Lisboa, e edifícios e lojas nas principais artérias de Lisboa e do Porto”.

A primeira transação de vulto da consultora, ainda no mês de Julho de 1991, foi uma operação de venda do edifício Avenida da República 26, por 2,8 milhões de contos (14 milhões de euros), ao BCP.

Desde então, o departamento de investimento da Cushman & Wakefield esteve envolvido em algumas das mais importantes transações do mercado português, incluindo a venda de 13 edifícios na Quinta da Fonte à TMW e à MEAG, a compra de um edifício no Parque das Nações para a Rockspring e posterior venda à Merlin; a venda para a Sonae Retail Properties da plataforma logística de Azambuja, e mais recentemente a venda do Campus da Justiça, da Torre Ocidente (Torres Colombo), dos centros comerciais AlgarveShopping e Estação Viana e da Torre A das Torres de Lisboa, entre muitas outras.

Também na área de aconselhamento e comercialização de escritórios, retalho e de industrial e terrenos, a consultora desde cedo se afirmou como uma referência em Portugal, tendo sido responsável pela comercialização de muitos empreendimentos emblemáticos no nosso país.

Assim, no sector de escritórios, a Cushman & Wakefield esteve ou está ligada à comercialização da Quinta da Fonte, Lagoas Park, do edifício Monumental, Atrium Saldanha, Tivoli Fórum, Torres Oriente e Ocidente (Torres Colombo), Café Lisboa, edifício Art’s, Adamastor, entre muitos outros.

A equipa de tenant representation da consultora foi responsável pela colocação de várias empresas nas suas novas sedes, como Ford, Pfizer, Philips, BBDO, Sky, 3M, Alcatel e TNT.

O departamento de retalho da consultora teve também um percurso de liderança no panorama nacional tendo comercializado em parceria com a Sonae Sierra grande parte dos seus centros comerciais, incluindo Centro Vasco da Gama, NorteShopping e LeiriaShopping, bem como o primeiro retail park que inaugurou em Portugal, o Sintra Retail Park, e o maior outlet centre da Europa, Freeport em Alcochete.

Na área de retalho, de referir ainda que a Cushman & Wakefield atuou em nome da Virgin Megastore no arrendamento do edifício Eden, e do Hard Rock Café no arrendamento do edifício Condes, ambos nos Restauradores. A Cushman & Wakefield tem sido responsável nos últimos anos pela expansão de vários retalhistas nacionais e internacionais em Portugal como são o exemplo de Aldo, Claires, Footlocker, Game, Primark, Virgin Active, entre outros. Na área de comércio de rua, a consultora tem tido também um papel muito relevante na colocação das principais marcas em Lisboa e no Porto das quais se destacam a Cartier, Michael Kors, Porsche Design, Boutique dos Relógios Plus, Ermenegildo Zegna, Hugo Boss, Diesel e Hoss Intropia.

Quanto ao sector de industrial e terrenos, que iniciou a sua atividade logo em 1991, são de referir transações de relevo como a venda das instalações da Colgate-Palmolive, General Motors, e ainda da Johnson & Johnson à TVI em 1996, onde a emissora de televisão ainda hoje tem os seus estúdios. A equipa de industrial foi também responsável pela venda das instalações industriais da Lear à AF Investimentos, assim como a venda do Marconi Parque na serra de Carnaxide. Em 2015, esta equipa foi ainda responsável pela colocação do primeiro parque de trampolins Bounce em Portugal.

Os departamentos das áreas ditas não-transacionais, que incluem avaliação & advisory, research & consultoria, asset services e gestão de projetos, iniciaram atividade mais tarde mas constituem hoje referências nas suas respetivas áreas de atividade.

A equipa de avaliações da Cushman & Wakefield avalia regularmente portfólios imobiliários para empresas como o Grupo Sonae, CBRE Global Investors, Rockspring e muitas instituições financeiras nacionais e internacionais. Ao longo dos anos têm-se afirmado como líder de mercado, tendo estado envolvida na avaliação dos mais importantes portfólios para entidades nacionais e internacionais, incluindo a AXA, Cerberus, Curzon Advisors, Fidelidade, JP Morgan, entre outros. Em 2015, este departamento foi responsável pela avaliação de ativos com um valor global de cerca de 20 mil milhões de euros.

O departamento de gestão de imóveis, que foi criado em 1999, é hoje responsável pela gestão de 36 edifícios de escritórios, 5 centros comerciais e 4 unidades logísticas, totalizando cerca de 330.000 m2 de área e um volume anual de rendas de 41 milhões de euros. Dos ativos sob gestão realçam-se os centros comerciais Forum Barreiro, Forum Castelo Branco, e ainda todo o portfólio da Imopólis, 9 edifícios de escritórios na Quinta da Fonte e uma grande parte dos edifícios de escritórios no Parque das Nações.

Relativamente ao departamento de gestão de projetos, que foi lançado em 2003, tem diversificado a sua área de atuação desenvolvendo projetos de arquitetura e gestão de projeto para escritórios e lojas, mas também na área de coordenação e fiscalização de obras, nomeadamente em projetos de natureza residencial como no caso da gestão de obra da Destilaria de Álcool Residences (Gaia), equipamentos educacionais como a Escola Americana, equipamentos públicos como o Sea Life Center, e mais recentemente obras de reabilitação urbana como um edifício residencial na Rua Augusta, e edifícios de escritórios na Rua do Instituto Industrial e Avenida 24 de Julho.

Por último, o departamento de research & consultoria da Cushman & Wakefield efetuou ao longo dos anos inúmeros estudos de viabilidade em todos os sectores, dos quais se destacam o estudo de mercado para a definição da componente de retalho a desenvolver na Expo 98 depois da exposição, e estudos de viabilidade financeira e comercial para a grande maioria dos centros comerciais em Portugal. Esta equipa também é reconhecida no mercado pela produção de vários documentos de referência no mercado imobiliário português, como é o caso das já habituais edições de Primavera e Outono do Marketbeat que já está na sua 26ª edição.

Quanto às perspetivas do futuro, Eric van Leuven afirma: “A Cushman & Wakefield está a ter o seu melhor ano de sempre, graças não só à atividade de investimento mas também do lado da ocupação, por parte de empresas e lojistas. Não ignorando as muitas incertezas geopolíticas e ameaças ao crescimento económico, estamos confiantes de que temos a melhor estrutura internacional e as mais bem preparadas equipas locais para continuar a liderar o mercado de consultoria imobiliária em Portugal”.




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