terça-feira, 12 de julho de 2016

C&W assegura 52% do negócio de investimento no 1ºsemestre 2016

A Cushman & Wakefield foi responsável, entre Janeiro e Junho, por 52% do volume de negócios de investimento em Portugal. No último semestre, no total, foram transacionados 903 milhões de euros, dos quais 475 milhões foram de operações em que a consultora atuou em nome dos vendedores.

Destaca-se a venda do Office Park Expo, da Torre A das Torres de Lisboa, dos centros comerciais AlgarveShopping e Estação Viana, entre outros.

O volume médio por negócio feito pela Cushman & Wakefield foi de 95 milhões de euros, mais do dobro do valor deste indicador para todo o mercado, que se cifrou em 43 milhões.



De acordo com Luís Rocha Antunes, partner e diretor de Capital Markets da Cushman & Wakefield, “A atratividade do mercado de investimento imobiliário português deve-se muito ao crescente fluxo de capitais que tem vindo a ser alocado ao setor por parte de investidores das mais diversas origens e tipos. Portugal em particular tem vindo a revelar-se cada vez mais atrativo para os investidores estrangeiros, que reconhecem desta forma a qualidade e rentabilidade que os ativos imobiliários nacionais oferecem”.

O investimento estrangeiro continuou a dominar o mercado, representando 94% da atividade de investimento imobiliário em Portugal no primeiro semestre do ano. Entre as transações nas quais a consultora esteve envolvida, o peso do investimento estrangeiro foi mais significativo e apenas 3% do capital teve origem nacional.

O setor de escritórios foi o que captou mais capitais, com 52% do montante investido, seguido pelo retalho que representou 46% do volume no semestre. O mercado industrial registou uma atividade menos significativa, com um montante de investimento de apenas 14 milhões de euros, 2% do total.

Luis Rocha Antunes conclui, “No ano em que a Cushman & Wakefield celebra 25 anos de atividade em Portugal estes resultados ganham uma relevância especial, confirmando a importante presença que temos tido no setor imobiliário ao longo destas décadas. O momento de mercado em que nos encontramos reveste-se de especial dificuldade para os investidores, já que o excesso de capital aliado a uma situação económica e politicamente instável provoca uma concentração de interesse em ativos específicos que escasseiam já em Portugal. Nesta fase é crucial não só o conhecimento e experiência de mercado, mas também uma capacidade de adaptação das equipas às condições de mercado, que hoje variam com muitíssima rapidez.”

Fonte: Cushman & Wakefield